Tsitsikamma National Park – África do Sul

Não é a toa que o Tsitsikamma National Park é conhecido como o jardim da Rota do Jardim (Garden Route). Este belo parque rodeado por floresta está de frente para Oceano Índico, criando paisagens de tirar o fôlego por todos os lados. Quem curte fotografia de paisagens, aventura e trilhas pira neste lugar, pode crer!

INFORMAÇÕES DE: Setembro de 2017.

ROTEIRO PARA: 1/2 dia.

TIPO DE VIAGEM:  Mochilão de Férias África do Sul e Namíbia – Parte VIII.

HOSPEDAGEM: Afrovibe Adventure Lodge (R$ 38,00 – Quarto misto de 12 pessoas e R$ 144,00 – Quarto Duplo).

Passei no parque nacional Tsitsikamma na ida de Jeffreys Bay para Sedgefield, onde fica o hostel acima, que por sinal é ótimo. De frente a uma bela praia, com agência oferecendo passeios e um ótimo restaurante, além de ser limpo e ter uma ótima equipe e bons quartos – fiquei em um quarto duplo sozinho, com banheiro privado – Estava incluso no Tour que fechei com a Afroventures (Contatos fim do post).

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SOBRE O PARQUE NACIONAL TSITSIKAMMA

Este é um belo parque litorâneo da África do Sul que cobre um trecho de 80 quilômetros da costa do país, dizem que é o verdadeiro jardim da famosa rodovia conhecida como Garden Route (Rota do Jardim). Este nome estranho e impronunciável – Tsitsikamma – vem da língua também impronunciável (rs) – Khoekhoe- onde tse-tsesa significa “claro”, e gami, significa “água”, referência à água limpa que corre no rio Tsitsikamma. Outros significados atribuídos ao nome são: “lugar de muita água” e “as águas começam”.

Este é um parque muito procurado e portanto bem estruturado, você pode encontrar aqui: restaurante, loja, chalés, acampamento, estacionamento (que lota em temporada) e centro de informações.

O lugar certo para quem curte trilhas, belas paisagens e aventura.

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Como chegar?

O Tsitsikamma fica no inicio da Garden Route para quem vem de Porto Elizabeth, esta logo depois de Jeffreys-Bay.

Em relação as cidades principais de onde partem os turistas a distância e o tempo de uma viagem de carro são:

  • Porto Elizabeth: 186 km – 2h18min.
  • Jeffreys Bay: 113km – 1h20min.
  • Knysna: 92,6 km – 1h14min.
  • Cape Town: 580 km – 6h33min.

Vale observar que a Rodovia N2, a que esta a maior parte do caminho, está em ótimas condições e bem sinalizada, portanto fácil de chegar. Caso coloque o endereço do parque no GPS confiram antes se a imagem do ponto final do seu trajeto é realmente a portaria principal, pois estava acontecendo do GPS errar o local de entrada.

Mapa: Acesso ao Parque por Porto Elizabet e Knysna – as cidades de onde veem a maior parte dos turistas.

OBS: Entre o parque e a cidade de Plettenberg há um pedágio de R 47 ( R$ 14,10).

Quando ir?

O Parque pode ser visitado o ano todo, sendo que o ideal é conhecê-lo na primavera e verão. No verão a temperatura pode “judiar” um pouco daqueles que não curtem muito fazer trilhas, pois a caminhada se torna mais quente, já na primavera o clima é mais ameno e a flora está mais vigorosa, deixando o parque mais lindo.

As estações do ano na África do Sul são no mesmo período que o Brasil. De modo geral a região tem um clima quente e chove ao longo de todo o ano, mesmo nos meses mais secos. Evite dias de chuva para conhecer o parque, pois há muitas trilhas no meio da mata, e pode ser perigoso. Por isso consulte a previsão do tempo antes de ir.

No inverno vá preparado, pois é uma área litorânea e que venta muito, portanto irá passar bastante frio nas trilhas.

Quando estive lá era fim de inverno, cheguei muito cedo e a paisagem estava um pouco escondida pela neblina e demorou um pouco para abrir, portanto nesta época do ano não adianta ser o primeiro a entrar que as suas fotos não ficarão com a paisagem que verá nas propagandas.

Segurança.

O parque é bem tranquilo e as trilhas bem sinalizadas e estruturadas, por tanto difícil de se perder. Só não se aventurar fora das trilhas que dará tudo certo.

As trilhas são feitas em uma floresta bem úmida e tem vários trechos escorregadios. Ir com calçado apropriado para evitar problemas é uma boa maneira de se prevenir de escorregões.

As praias são cheias de pedras, muito cuidado caso queira entrar e se informe sobre entrar na água com a equipe do parque para entender os riscos.

Leve com você bastante água e um protetor solar.

Viajar sem um seguro viagem é loucura, portanto nunca faça isso!

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Cotação: Seguro viagem.

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ROTEIRO

O dia amanheceu e lá fui eu rumo a um dos dias mais incríveis desta viagem. Este dia prometia, afinal eu ia trilhar por um belo parque nacional na parte da manhã e à tarde iria pular do maior bungy jump de ponte do mundo.

Pegamos a N2 de J-Bay rumo a famosa Rota do Jardim.

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Foto: Caminho entre J-Bay e Tsitsikamma National Park.

Dica: Durante o caminho tem um belo mirante para o Canyon Storms River que vale a pena a parada. A parada fica em um posto com restaurante. Este canyon se estende por todo o parque nacional.

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Foto: Na foto, no fim da ponte do lado direito é o local onde você para o carro e pega uma trilha por debaixo da ponte que a atravessa e assim você pode caminhar por ela com segurança pelo lado que tem a melhor vista.

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Foto: A bela vista da ponte do Storms River Canyon.

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Foto: Quase sem água nesta imensidão.

Um pouco sobre a Rota do Jardim…

Muitos pensam, e assim eu pensava que a rota do jardim (Garden Route) vai de Cape Town a Porto Elizabeth, mas não, esta rota começa mesmo, ou termina dependendo da referência, aqui neste parque, que é até apelidado de “O jardim da Garden Route”.

Esta rota compreende o trecho da Rodovia N2 entre o Parque Nacional Tsitsikamma e a cidade de Mossey Bay, conforme o mapa abaixo.

Tsitsikimma National PArk

Foto: Imagem de um mapa que mostra o trecho conhecido como a Rota do Jardim ou Garden Route.

Um pouco mais de uma hora e meia de viagem, por paisagens bem legais e uma boa rodovia, estávamos já na portaria do parque.

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Foto: Sinalização pelo caminho.

Parque Nacional Tsitsikamma

Horário de funcionamento: Diariamente das 7h00 ás 22h00.

Entrada: R 98 (R$ 29,40).

Assim que chegamos ao parque pagamos a taxa e descemos rumo ao estacionamento, que fica distante ainda uns 5 km da recepção.

A área tem uma ótima infraestrutura com restaurante, banheiros, loja etc… Mas eu tinha só metade do dia aqui, portanto fui direto para a trilha principal.

Antes de iniciar a trilha fui na beira das pedras próxima ao mar conhecer um dos moradores principais daqui: O Dassie (O damão-do-cabo (Procavia capensis), é membro da ordem Hyracoidea. Pode ser encontrada na maior parte da África e em partes do Sudoeste Asiático (oeste da península Arábica e porções do Levante). Fonte: Wikipedia.

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Foto: Cheguei e tinha muita nevoa ainda, mas aos poucos o tempo foi abrindo e mostrando a maravilha que é este parque.

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Foto: Olha eles. Estão sempre aqui. Não deixe de procurá-los. Se não fosse o guia não teríamos conhecido.

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Foto: Um bem de pertinho. Não são nem um pouco tímidos.

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Foto: Admirando a paisagem e os Dassie tomando sol.

Morador local conhecido agora bora trilhar…

SOBRE A TRILHA

Trilha Tsitsikimma National Park

Mapa da Trilha – Dados técnicos no Aplicativo Wikiloc.

Powered by Wikiloc

Esta não é uma trilha longa, mas levamos um tempo para fazer, pois há muitos pontos que merecem paradas e muita subida também. Uma trilha que acaba sendo um pouco cansativa para os mais sedentários, e mesmo no inverno sai de lá pingando de suor. Portanto não se esqueça da sua troca de roupa.

O lado bom é que ela é feita na maior parte do tempo no meio da mata, o que nos protege do sol.

Vale lembrar que os 2,66 km é até o pico do mirante, e caso for somente até a ponte suspensa (atração principal) pode retirar quase 1 km deste total.

Por esta trilha você vai passar por uma praia. Irá ter que cruzar a areia. No dia não me molhei e não sei se há influencia da maré neste trecho.

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Foto: Praia que temos que atravessar para iniciar a trilha.

Logo após a praia encontramos este pequena e charmosa cachoeirinha.

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Foto: Uma pequena cachu pelo caminho.

Daqui para frente já vamos seguindo a trilha mesmo em meio a mata, observando as árvores da região que são todas identificadas. Há muitos pássaros e insetos diferentes por aqui, haviam muitos turistas com binóculos no dia fazendo observação de pássaros, na maioria idosos, mostrando que aventura não tem idade.

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Foto: Até escada montaram para facilitar sua caminhada.

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Foto: Olha como a trilha esta bem estruturada.

O ponto máximo da trilha e onde todos querem chegar é na ponte suspensa que é um dos símbolos do parque. Ainda no caminho há mirantes onde já podemos vê-la o que só aumenta a ansiedade.

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Foto: Quase chegando lá… Logo eu também estaria lá em cima- no alto daquele morro…rs.

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Foto: As Pontes suspensas, isso mesmo, mais de uma. Isso tudo para facilitar a caminhada pelo parque. 

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Foto: Passando para o outro lado. 

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Foto: Vista para o rio Storm, com seu belo canyon. Se observar você verá os caiaques. Deve ser uma bela aventura, não?

É importante lembrar aos medrosos que a ponte balança muito, ainda mais com dias de ventos… rs.

Algumas vistas do outro lado da ponte.

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Foto: Esta são outras pontes suspensas, para fazermos na volta.

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Foto: Deste lado tem uma praia de pedras muita bonita e diferente.

Quando estamos do outro lado temos que tomar uma decisão: Subo no cume do morro?

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Foto: Eu claro que escolhi subir… rs.

Esta caminhada para o Looking Point é a parte mais puxada da trilha. Toda subida bem íngreme e agora a trilha não esta mais tão estruturada assim, ficando um pouco mais puxada e difícil.

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Foto: Não se alegre, pois não é assim o caminho todo viu!!… rs

Mesmo sendo um trecho difícil quando chegamos lá tudo compensa, olha estas imagens:

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Foto: Vista para as pontes suspensas. 

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Foto: Vista do parque como um todo.

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Foto: Vista panorâmica do parque como um todo.

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Foto: Esta é a área do restaurante (prédio grande branco) e dos lodges. Vista do cume.

Cansa um pouco sim subir este trecho, para quem não esta acostumado pode acabar desistindo, mas como não ver esta paisagem, não é?

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Foto: Eu e John o guia da Afroventures descansado em um banquinho que há lá em cima.

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Foto: Show de vista!

Como disse calçado adequado é indispensável, ainda mais em chão de floresta onde há vários trechos escorregadios. Fui com a minhas Botas Ecosafety, parceira do blog, que tem ótimos preços e boa qualidade. E melhor nesta parceria eles oferecem descontos para vocês. Acesso o site das Botas Bcosafety: Aqui – Use o cupom de desconto: queromochilar e adquira já a sua. São baratinhas!!!

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Foto: Botas de bom custo benefício – Preços na faixa de R$ 100 a R$ 150.

Na volta, procure fazer o caminho pelas outras pontes suspensas, para ver paisagens diferentes, ok.

Suado, mas feliz, assim terminei este passeio. Depois desta manhã incrível fui rumo a uma das experiências mais loucas da minha vida – o grande salto de Bungy Jump. Até lá! 

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Orçamento para o dia: R 98 – R$ 29,40.

Acabei não gastando no parque, pois levei água e lanche.

Orçamento da minha viagem de 20 dias para África do Sul e Namíbia: R$ 706 / dia / para 20 dias – Incluindo tudo ( De passagem aérea a lembrancinha). Mais detalhes no post de Soweto.

LIÇÕES APRENDIDAS.

  1. Se for fazer a trilha e de lá partir para outro destino, leve uma troca de roupa e deixe uma toalha e desodorante fácil, pois você irá soar bastante. Principalmente se subir o morro.
  2. Para quem não está com roteiro corrido e gosta de aventura, penso que vale a pena dormir pelo menos uma noite e ficar dois dias inteiros e explorá-lo o máximo. Há várias atrações.
  3. Há a possibilidade de fazer caiaque, mas é bom saber nadar pois a correnteza é muito forte.

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS.

Fuso Horário: + 5h (Brasília).

Língua

A África do Sul tem 11 línguas oficiais e ainda reconhece outras oito línguas não oficiais como “línguas nacionais”.

Das línguas oficiais, duas são línguas indo-europeias— inglês e africâner— enquanto as outras nove são línguas da família bantu (no interior da África o maior filo, Níger-Congo).

O zulu, por exemplo, é o principal idioma da costa leste, enquanto o africâner domina o lado oeste.

O inglês, por sua vez, é muito comum, sendo o principal meio de comunicação entre estrangeiros e locais.

Moeda

O Rand é a moeda oficial e corrente atualmente na África do Sul.

Moeda Africa do Sul

Códigos: ZAR, também grafado R.

  • R 1  = R$ 2,85
  • R$ 1,00 = R 0,35

* Este foi o valor que paguei, que acabou saindo um pouco mais caro por ter solicitado a moeda na minha cidade – Montes Claros – MG.

Cotação atual: Clique aqui.

Vistos e Vacinas

Brasileiros não precisam de visto para entrar e permanecer na África do Sul por até 90 dias.

Cuidar para que seu passaporte esteja com a validade de, pelo menos, um mês depois da data prevista para o retorno.

Também é exigido o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) contra a febre amarela . Sem ele, você pode ser impedido de entrar no país.

Tomada

Tomada Africa do Sul quero Mochilar

A tomada de três furos redondos do lado esquerdo da foto é a oficial do país.

Nem meu adaptador universal servia nela. A maioria dos hostel que fiquei no país tinha como na foto ao lado, a opção de algumas tomadas com outra entrada.

Voltagem: 220 V.

A VIAGEM CONTINUA…

Relato Anterior: Jeffreys Bay – África do Sul.

Próximo Relato: Face Adrenalin – O maior Bungy Jump do Mundo.

Primeiro Relato da viagem: Soweto – África do Sul.

YOUTUBE: Conheça nosso próximo destino – Um salto do maior Bungy Jump Do Mundo.

RESUMÃO QUERO MOCHILAR EM PDF: Resumão_QM_Tsitsikamma

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QUEM PODE TE AJUDAR?

Email: bookings@afroventures.co.za

Phone: +27(0) 60 630 2633

A Afroventures é uma empresa de Porto Elizabeth. Fiz dois dias de safári e fui até Cape Town descendo a Garden Route com eles. Excelente empresa com excelentes profissionais, isso posso dizer sem medo de errar. Além da programação que foi top.

Vai viajar? Planeje toda sua viagem com o Quero Mochilar!

O Quero Mochilar tem te ajudado com dicas e roteiros para o seu planejamento? Então que tal nos ajudar sem pagar nada a mais por isso, simplesmente fechando sua viagem com os serviços oferecidos pelas parceiras do Blog.

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  1. Muito interessante mesmo! Continue com o bom trabalho!

    Adorei vou recomendar pra todos que conheço um artigo igual
    a esse vale ouro. 🙂

  2. Karen says:

    Olá Marthon!
    Mais um relato fantástico!! Esse parque será um dos pontos altos da minha viagem, pois vou fazer a Otter Trail, uma trilha de 5 dias que vai até Nature’s Valley, subindo, descendo e beirando a costa!
    Até mais!

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