Manaus – AM

INFORMAÇÕES DE: Julho de 2015.

ROTEIRO PARA: 3 dias

TIPO DE VIAGEM: Mochilão de férias norte do Brasil – Parte I.

HOSPEDAGEM: Casa de amiga.

SOBRE MANAUS

Manaus é uma cidade grande, em torno de 2 MM de habitantes, sendo o principal centro financeiro, corporativo e econômico da Região Norte. Manaus é também uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo na confluência dos rios Negro e Solimões, por isso é também uma das cidades brasileiras mais conhecidas mundialmente, principalmente pelo seu potencial ecoturístico, o que faz de Manaus o décimo maior destino de turistas no Brasil.

A minha impressão foi que Manaus é uma cidade bem espalhada, o que difere das demais capitais, o centro da cidade não achei muito atrativo em relação a beleza de arquiteturas, exceção para o magnífico Teatro, símbolo da riqueza da era da borracha, que é espetacular. Há também muita sujeira em algumas ruas, ponto que não agrada a ninguém, mas a beleza desta capital, esta especialmente na sua culinária peculiar, de sabor sem igual e os atrativos de sua floresta, com toda sua fauna, flora e cultura.

ROTEIROS

Dia 01: Planejamento e chegada na Amazônia.

Uma andança pela Amazônia curtindo era um sonho antigo, como amante da natureza e engenheiro florestal não podia adiar mais o sonho de conhecer este pedaço tão especial do nosso país.

Comecei a planejar a viagem com 3 meses de antecedência, encontrei uma promoção de passagem aérea e resolvi ir para Manaus com a volta por Belém. Fiz um trajeto que iria conhecer também Presidente Figueiredo, depois ir de Barco para Santarém e conhecer Alter do Chão (Pará), ir de avião para Belém e fechar a viagem com a ilha do Marajó, isso tudo em 20 dias.

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Foto: Mapa do trajeto: 1-Manaus, 2- Presidente Figueiredo, 3- Santarém, 4- Alter do Chão, 5- Belém e 6- Soure (Ilha do Marajó).

Comprei as passagens aéreas com calma e bons preços, reservei pousadas e analisei a época do ano, que apesar de não ser a melhor, pois os rios ainda estão cheios, era possível fazer tudo que eu planejava.

Meu voo saiu de Montes Claros, as 6h00, fez escala em BH e meio dia peguei o avião rumo a Manaus. Foram 3 horas de voo, e chegamos as 14h00 (Manaus é uma hora a menos), assim tínhamos o dia todo pela frente.

No avião, sobrevoando por horas uma floresta gigante que parece sem fim, eu já estava encantado com a imensidão da Amazônia e isso aumentou ainda mais a ansiedade de conhecer a capital da floresta.

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Foto: A imensidão da Amazônia vista do avião. Um mar verde sem fim.

Quando o avião se prepara para descer, tem hora que da janela vemos só a imensidão do rio, é tanta água que perdemos até o rumo, não vemos a terra, show de bola.

Ao chegar fui recebido por uma amiga da época de adolescência, Heloisa, que fazia tempo que não via, e fui recebido no melhor modo possível. Ela nos levou no restaurante chamado Tambaqui de Banda, que tem em vários lugares da cidade e pedimos claro, um Tambaqui de Banda (o peixe cortado ao meio) com baião de dois, farinha Uarani e de entrada caboca enrolada: banana da terra enrolada no pirarucu. Tudo é tão bom, que te aconselharia comer a mesma coisa caso vá neste restaurante.

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Foto: O Tambaqui de Banda – Para mim, o melhor peixe da Amazônia.

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Foto: Entrada do almoço: Caboca enrolada (banana da terra enrolada no pirarucu).

Depois deste almoço “bão demais”  fui descansar para a noite dar uma volta pela cidade. Fomos na cachaçaria do Dedé, no Manauara Shopping: Bebemos cervejas artezanais de trigo, mais porção de pirarucu na farinha uarani, porção de tambaqui, e assim fechei o primeiro dia, só bebendo e comendo peixe e papeando muito.

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Foto: Porção de Pirarucu empanado na farinha Uarani na Cachaçaria do Dedé.

Dia 02: Centro da Cidade de Manaus

Acordei e minha amiga me levou direto para tomar um café regional no famoso Café Regional da Priscila. Não pude deixar de provar o X-Caboquinho (R$ 16,00), vem queijo, tucumã, e é bem interessante, não sei se diria muito gostoso, gostei, mas não tanto, apesar que comeria novamente sem problemas. Já o bolo de mandioca deste café é de tirar o chapéu. Neste café tem de tudo, vários sucos diferentes, bolos, tapiocas, ou seja, toda a cultura do norte em um único lugar.

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Foto: Começando o dia no café Regional da Priscila. Esse Café é tipo uma rede e tem em vários pontos da cidade e até na estrada para Presidente Figueiredo.

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Foto: Este é o X-Cacoquinho.

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Foto: A deliciosa tapioca manauara do café da Priscila.

Éramos para ter tomado o café e feito tudo mais rápido para seguir o conselho da minha amiga de não andar no centro no inicio da tarde, mas atrasamos e entendemos logo o porque do conselho.

Como minha amiga estava de carro ela nos deixou em um ponto chamado Bola da Supram (Bola é rotatória em Manaus) onde o táxi custa 5 reais para o centro. Você fica no ponto, dá o sinal, o táxi para, e assim ele vai pegando mais pessoas pelo caminho até encher, e então de deixa no centro, isso tudo por apenas R$ 5,00/pessoa.

Chegando no centro pedi para ficar próximo ao Teatro Manaus. Fui então ao teatro e comprei o ingresso R$ 40,00 (inteira – estudante paga meia). O tour no teatro Manaus leva 1 h, e quando chegamos tivemos que esperar uns 40 min para fazer o nosso. Enquanto isso fui para a pracinha da frente, fiquei tirando fotos da bela arquitetura, e derretendo de calor, sério bem que tinham me avisado pra eu não andar pelo centro a tarde, o calor é insuportável, reclamei, reclamei e reclamei e nada adiantou, só fiquei mais soado e mal humorado. Fui então fazer o tour de uma hora dentro do teatro, que estava quente e não tem ar (rs).

O Teatro e sua história é bem interessante, mesmo com todo este calor valeu a pena, eu só indico ir no primeiro horário.

Sobre o Teatro Amazonas

O Teatro Amazonas esta localizado no largo de São Sebastião, no centro de Manaus. O teatro, inaugurado em 1896, é a expressão mais significativa da riqueza de Manaus durante o Ciclo da Borracha. A orquestra Amazonas Filarmônica regularmente ensaia e se apresenta em seu interior.

O Teatro destaca-se também pelo estilo eclético de sua estrutura e os detalhes únicos de sua cúpula, o que o torna um dos monumentos mais conhecidos do Brasil e conseqüentemente o símbolo mais proeminente da cidade.

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Foto: A beleza do Teatro Amazonas.

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Foto: Entrada do Teatro Amazonas, o símbolo da riqueza da era da borracha.

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Foto: Aguardando para conhecer o teatro.

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Foto: A beleza do interior do teatro.

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Foto: O guia disse que as cortinas são originais desde a sua inauguração, senão me engano são francesas.

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Foto: Como o Teatro foi uma cópia de um outro famoso teatro frances de Paris, em sua cúpula, vemos o desenho da Torre Eifel.

Na porta do teatro um intermediador me ofereceu um passeio de um dia com os passeios: Nadar com botos, encontro das águas, conhecer uma tribo e etc… por 140,00 por pessoa. Não fechei na hora, mas sai com o contato dele.

Depois do tour pelo teatro, fomos para a feira de artesanato Teneiro Aranha, que funciona todos os dias. Este é o melhor lugar para se conhecer o artesanato de Manaus, que eu achei mais bonito que o de Belém em relação a variedade e preço. E como eu ainda passaria por Belém, deixei para comprar muita coisa lá e me f***.

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Foto: Palácio da Justiça – localizado atrás do Teatro.

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Foto: Pelo caminho passei também pelo palacete provincial,  uma das mais antigas construções de Manaus. A edificação integra o conjunto arquitetônico da praça Heliodoro Balbi.

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Foto: Artesanato manauara na feira teneiro aranha.

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Foto: Um souvenir de piranha na feira.

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Foto: O espaço Tenreiro Aranha fica próximo ao porto e mercado municipal de Manaus, e funciona todos os dias. Não há lugar melhor para comprar artesanado local. Tudo muito bonito, de qualidade e bom gosto.

Comprei algumas lembrancinhas e souvinirs e então fui conhecer o  Mercadão.

Sobre o Mercado Municipal Adolpho Lisboa.

Como todos mercadões é um dos mais importantes centros de comercialização de produtos regionais. Ele foi inaugurado em 1882, e é inspirado no Mercado de Les Halles de Paris.

O Mercado está de frente para o Rio Negro e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

Não há lugar melhor para se conhecer os peixes regionais, as frutas típicas, algumas que desconhecemos, e observar seus moradores e outras peculiaridades da culinária e cultura da região amazônica.

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Foto: Entrada do mercadão, um dos lugares mais interessantes da capital.

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Foto: Mercado de Carnes.

Aproveitei e comprei bombons de Cupuaçu e tomei um açai com tapioca. Tomei o açaí achando que seria igual o que temos aqui no sul e sudeste, mas o de lá é totalmente diferente e se come com farinha de tapioca, estranhei no começo, mas depois de muito repetir comecei até a gostar..rs. Muitas pessoas comem com peixe frito, o que infelizmente não cheguei a provar e não sei o por que.

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Foto: Bombons de Cupuaçu – Não gostei, comprei um montes sem experimentar antes (sim, fui trouxa..rs).

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Foto: Pensei que encontraria esta farinha em Belém, mas só tinha aqui, arrependi de não ter comprado.

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Foto: Vai um pirarucu ai? Há um setor só de peixe que é interessante conhecer.

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Foto: Os condimentos não podia faltar.

Aproveitei que estava no centro e fui ao porto já comprar a passagem de barco para Santarém. O porto fica bem próximo ao teneiro aranha e no caminho fui chamado a atenção pela polícia pra não ficar dando bobeira com minha camera (rs), então deve-se ter cuidado aqui pelo jeito.

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Foto: No porto há este medidor da cheia do rio com as marcas anuais, bem interessante. Como podem ver ele estava bem cheio.

Comprei a passagem e fui na casa das redes comprar a minha “cama” para viagem até Santarém. Comprei uma das mais baratas (R$ 35,00), pois iria descartar, mas como esta na terra da rede se quiser uma boa lembrança esse é o lugar, no meu caso eu ainda ia viajar muito para carregar a rede na mochila.

A tarde do mesmo dia fomos todos  ver o por do sol na praia de ponta negra, uma área nobre da cidade na beira do Rio Negro, que possui uma orla muito bem estruturada com barraquinhas de sorvetes regionais, comidas típicas, praia e espaço para show, sendo um lugar dez para praticar exercício e curtir um fim de tarde.

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Foto: Uma obra recente de 2011, a Ponte Rio Negro liga a cidade de Manaus ao município de Iranduba. Tem 3,6 km de extensão.

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Foto: Praia da Ponta Negra – Ponta Negra é um bairro nobre de Manaus as margens do Rio Negro, e tem esta prainha bem agradável.

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Foto: Espaço cultural e de shows na Praia da Ponta Negra.

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Foto: A melhor guia de Manaus, me apresentou toda a praia e suas delícias…rs.

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Foto: A praia de Ponta Negra vista do rio, na volta do passeio na floresta.

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Foto: Mais um dia se vai na praia de Ponta Negra.

Aproveitei e jantei um tacacá na barraca “Tacacá da Socorro” e adorei, comi também um pirarucu a casaca, que também é bem gostoso. De sobremesa fui na Glacial, que tinha lido sobre e comi um sorvete de Tucumã e Tapioca, e desta vez não achei muito interessante não pra falar a verdade.

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Foto: O delicioso Tacacá com pouca goma.

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Foto: Pirarucu a casaca – delicioso.

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Foto: Doce mais delicioso este guaraná.

Dia 03: Curtindo a natureza em Manaus

Acordei cedo e fui direto para o INPA. Entrei logo no primeiro horário as 9h.

Sobre o INPA.

Entrada :  R$ 5,00.

Criado em 1952 e implementado em 1954 – o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) – realiza estudos científicos do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento sócio-econômico regional. Atualmente, o INPA é referência mundial em Biologia Tropical. Os primeiros anos do INPA foram caracterizados pela exploração da área por meio de pesquisas, levantamentos e inventários de fauna e de flora. Hoje, o desafio é expandir de forma sustentável o uso dos recursos naturais da Amazônia.

O INPA é um excelente lugar para conhecer mais sobre a Flora e Fauna amazônica. Há um mini zoológico ponde podemos ter contato com os habitantes da floresta como: ariranhas, jacarés e até um tanque com peixe boi.

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Foto: Aquário com os peixes boi.

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Foto: Jacaré no INPA. Pelo caminho a várias cutias soltas.

Na parte do bosque da ciência, além de mostrar como é a vida dos ribeirinhos, tem alguns exemplares interessantes da floresta, como a maior folha de dicotiledônea já registrada no mundo, com a dimensão de: 2,5 m x 1,44 m – Folha de Coccoloba.

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Foto: A casa da ciência fica no INPA (Instituto nacional de pesquisa da amazônia), e tem muitas curiosidades aqui.

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Foto: Olha o tamanho da maior folha de dicotiledônea já registrada. Tamanho: 2,5 m x 1,44 m – Folha de Coccoloba – Incrível.

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Foto: Animais da região empalhados (alguns) e modo de vida das comunidades tradicionais.

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Foto: Um Sapo cururu enorme.

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Foto:Castanhas da floresta.

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Foto: Peixes da região. Diferentes, né?

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Foto: Muito curioso este peixe em especial – Eu desconhecia a sua existência (rs).

Fiquei em torno de uma hora e meia andando no INPA e vi muita coisa interessante.

Do INPA fui direto para o MUSA.

Sobre o MUSA

Entrada: R$ 15,00 / pessoa (meia)- Tem direito a subir na torre e fazer a uma trilha, tudo somente guiado.

O Musa é o jardim botânico de Manaus e foi criado recentemente (2009). Ele ocupa 100 hectares de uma reserva florestal do INPA e sua principal atração é a torre de 42 m de altura para observação da floresta de cima.

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Foto: Armadilhas de pesca em exposição no MUSA.

A trilha para torre leva em torno de 50 min (ida e volta) e para subir os 42 metros de altura para observar o dossel da floresta tem 3 paradas uma a 15 metros, outra a 28 metros e a final já aos 42 metros, onde vemos a imensidão da reserva florestal. Vale muito a pena!

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Foto: A Torre – Principal atração do MUSA.

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Foto: Vista da Floresta de cima da torre.

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Foto: Admirando a imensidão da Amazônia.

Depois  de subir a torre fui fazer a outra trilha onde o ponto máximo é encontrar o imenso Angelim Pedra com idade estimada de 600 anos.

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Foto: O centenário Angelim Pedra, bem grande mesmo, tanto em altura como diâmetro.

Sai do MUSA e fui direto encontrar minha amiga que estava me esperando para apresentar o mantenedouro de fauna silvestre (Estância Paraíso) que sua família mantém. Este mantenedouro é um belo trabalho feito pelos seus pais, onde animais resgatados sem condições de retornarem ao habitat natural são mantidos. O xodó do lugar era a recém chegada Anta Antônia, que eu estava doido para conhecer e fiquei apaixonado. Muito simpática a Antônia, fizemos vários selfies.

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Foto: Tucano no mantenedouro de fauna.

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Foto: Paca.

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Foto: Apaixonado pela Antônia.

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Foto: O melhor selfie da viagem.

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Foto: Oh coisa linda!

Para fechar o dia com chave de ouro meus amigos me levaram para curtir uma tarde totalmente manauara, coisas fora de roteiro turístico. Fomos a um bar flutuante no rio negro (Flutuante da TIA). O Bar flutuante é uma estrutura suspensa no rio e melhor lugar não há pra se refrescar daquele calor infernal, além de nadar você pode fazer SUP e é um lugar bem relaxante, foi um dos dias mais agradáveis desta viagem.

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Foto: Flutuante da Tia.

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Foto: Um banho nas águas escuras do rio negro.

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Foto: A beleza do Rio Negro visto do flutuante da Tia.

Depois deste bar flutuante onde ficamos até anoitece (na verdade fechar rs), fomos para outro bar flutuante, o Amazon, onde continuamos bebendo nossa cerveja, e servindo de petisco para os mosquitos.

Como não havíamos comido nada depois que fomos embora ainda paramos em uma famoso restaurante o Bom Prato para fecharmos a noite. Este restaurante chama a atenção pois é todo decorado com fotos e Lps do Roberto Carlos, o dono é obcecado pelo Rei.

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Foto: Um brinde de caldo de peixe para finalizar o relato de Manaus.

A viagem continua…

Próximo Relato: Floresta Amazônica.

NÃO POSSO DEIXAR DE …

PROVAR:

1- Tambaqui de banda – Hoje o meu peixe preferido.

2- Outros ótimos peixes regionais para experimentar: Matrinchã e Pirurucu.

3-  Farinha Uarani.

4- Tome pelo menos um dia café regional.

5- Tomar um açaí com Tapioca no mercado (mesmo que não goste…rs).

6- Pimenta Murupi no Tucupi (No café da Priscila há umas ótimas para comprar).

 NOTAS:

1- Evite o centro da cidade a tarde. O Calor realmente é quase no limite do insuportável, sério, um dos lugares mais quentes que já conheci. Melhor fazer os passeios do centro pela manhã, pois a tarde,não é possível bater perna por um longo tempo, você derrete literalmente e se chove em vez de amenizar parece uma panela de pressão.

2- O ideal para visitar o Musa é reservar de 2 a 3 horas.

3- Os artesanatos mais bonitos que vi na Amazônia estavam no teneiro aranha.

4- Você acha passeios pela floresta facilmente no centro da cidade, não precisando programar nada com antecedência. Há várias empresas oferecendo estes passeios no centro (mais detalhes e outras formas de ir no próximo relato).

  1. Ana Paula says:

    Manaus, realmente é uma capital incrível e unica! Foras os peixes, comidas…… Da saudades só de lembrar. Otimo relato.

  2. Gabriela says:

    Post super completo! Fiquei com mais vontade ainda de conhecer, principalmente por causa da trilha do MUSA, das comidas e do teatro deve ser realmente muito lindo. 🙂

  3. Que post mais completo! AMEI!
    Sem contar que temos gostos parecidos: pra mim o Tambaqui tb é o melhor peixe, o Tacacá tem que ter pouca goma e o bombom de cupuaçu é horrível! Obs; mas os de coco e castanhas são ótimos!
    Adorei o relato!
    Beijos

  4. Marthon, excelente post! Fui em Manaus apenas quando criança e esse é um dos destinos nacionais que pretendemos visitar em breve. Roteiro, dicas e fotos ótimas (e muito apetitosas, hehe). Certamente aproveitaremos muito suas indicações! Obrigado. Grande abraço.

  5. Nunca tinha parado pra ler um relato sobre Manaus… adorei!! Fiquei muito curiosa em relação à comida. Tudo muito diferente do que estou acostumada a comer, mas tudo com uma cara deliciosa… agora, cupuaçu não rola não. Acho muito ruim hahaha

  6. Muito bom esse post, me deixou com mais vontade de conhecer Manaus, e suas fotos de comida, me deixaram com vontade de experimentar tudo! Super completo o post, parabéns!

  7. Mariliza Domingos says:

    Manaus é sensacional né?! as comidinhas são as melhores hehehe..
    Gostei do conteúdo, mtoo bem explicaado e com vontade ainda mais de conhecer.

  8. Mariana says:

    Adorei as dicas Marthon! Teremos só um dia e meio em Manaus. Pensei em fazer um passeio de barco de um dia, e no outro dia de manhã ir no Teatro e se der tempo no INPA ou MUSA. O que você indica?

    • Eu gosto mais do Musa, e será mais rápido… Só que tem horários específicos para ir no melhor do MUSA, observe só este detalhe…
      Boa viagem, vai amar…

  9. Bruna says:

    Oi, Marthon! Adorei seu post, muito bom, parabéns mesmo!
    Estou indo pra Manaus esse mês e peguei várias dicas graças a você, obrigada <3
    Esse mantenedouro de animais – Estância Paraíso – é aberto pra visitação? Procurei sobre ele mas não encontrei nada, gostaria muito de conhecer!

    Ah, você já ouviu falar do Festival de Parintins? É um dos maiores espetáculos do folclore nacional. Esse ano já ocorreu, mas já vou me organizar pra ir ano que vem…

    Abraços!

    • Bruna, muito bom ter este retorno.
      Isso que me motiva..
      Então, este mantenedouro era de uma amiga, como era particular geralmente não é aberto para visitação.
      Vou ver com ela, se mudou algo.
      Já ouvi falar de Parintins sim, e quando voltar para o norte vou tambe´m me programar para o Festival.
      Abraço e qualquer coisa é só perguntar.

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