Cairo – Egito

Cairo, uma loucura!!! Acho que nem a história desta cidade chama mais a atenção que seu trânsito. Caótica e magnífica, assim eu descreveria a capital do Egito, um lugar que realmente merece a sua atenção e uns dias do seu roteiro, pois é muito mais que museu e os tesouros do faraó menino Tutankamón.

INFORMAÇÕES DE: Setembro 2016.

ROTEIRO PARA: 4 dia.

TIPO DE VIAGEM: Tour guiado pelo Egito – 20 dias – Parte VII.

HOSPEDAGEM: Hotel Gran Pyramid – Em Gizé com atendimento e café da manhã bons. O lado ruim é que é de carpete e os corredores um pouco sujo.

SOBRE CAIRO.

Cairo é a capital do Egito e a maior cidade do mundo árabe e da África. A cidade conta com cerca de 7 MM de habitantes e sua região metropolitana incluiu uma população de mais aproximadamente 24 MM, com isso Cairo é a 13.ª metrópole mais povoada do mundo.

A cidade foi fundada no ano 116 a. C, no que hoje em dia se conhece como Velho Cairo, quando os romanos reconstruíram uma antiga fortaleza persa junto ao rio Nilo.

Antes de sua fundação, Mênfis era a capital do império faraônico. Depois de diversas invasões como a dos mamelucos, dos otomanos, de Napoleão e dos britânicos, Cairo se converteu em capital soberana em 1922.

Cairo também está associada com o Egito antigo, pois está próximo às antigas cidades de Mênfis, Giza e Fustat, que é próxima da Grande Esfinge e das pirâmides de Gizé.

Esta capital é um museu aberto composto por uma mistura de antigo e moderno, que convivem nos bairros, ruas, ruelas e becos. O Cairo religioso, cheio de vida e de contrastes, cidade cosmopolita em culturas e gentes, que revela diferentes civilizações.

A loucura de Cairo chama atenção, um “bagunção” eu diria. Andar de carro para um estrangeiro lá é um tour a parte, pois o trânsito é uma loucura e todo tipo de comportamento chama nossa atenção.

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Como Chegar?

Cairo, para quase 100% dos turistas é porta de entrada para o país, a voos que ligam várias partes do mundo, portanto chegar na cidade não será problema e não vou me prender a este tópico.

Quando ir?

Os meses recomendados para conhecer o país são de outubro a março, e é também nesta data quando a maioria dos turistas estão no país.É nesta época do ano quando as temperaturas estão melhores, então se você não curte muito o calor infernal é bom considerar estas datas… rs.

A alta temporada no país é: o Natal / Ano Novo e o período da Páscoa. Nesta época os hotéis e cruzeiros estão bem mais caros.

De maio a outubro, é o dito verão egípcio, quando as temperaturas são mais altas, especialmente no Alto Egito (Luxor e partes do sul), em compensação tem menos turistas e os presos estão mais em contas, e foi neste período que eu escolhi ir… e foi o máximo!

Importante ressaltar sobre o Ramadã: Muitos viajantes evitam viajar para o Egito durante o Ramadã, um mês do ano que os egípcios ficam em jejum, e os locais turísticos fecham duas horas mais cedo. Isso ocorre para que as pessoas  cheguem nas suas casas antes do pôr de sol, quando podem quebrar o jejum. Mas não se preocupe se for viajar durante o Ramadã, você conseguirá fazer de tudo, e ainda para compensar, a noite no país neste período fica bem mais ativa e agitada.

O fim do Ramadã é chamado de “Eid Al Fitr”, ou o Festival de quebrar o jejum, sendo feriado e muito comemorada.

Importante ressaltar que a data de inicio e fim deste evento pode ser diferente de um ano para o outro, por isso importante pesquisar.

Segurança.

O Egito é um pais seguro em relação a roubos e furtos, a pena é bem rigorosa aqui para quem é pego roubando, em contrapartida eles tentam tirar dinheiro de você de todas as formas possíveis, e temos sempre que ficar esperto e realmente ignorar qualquer tentativa de aproximação.

Mulheres, em especial devem tomar cuidado e pesquisar sobre as vestimentas. Nas atrações não há muito problema, mas para andar nas ruas, principalmente em cidades do interior, é melhor não arriscar. Também evitem andar sozinhas e só em mulheres em lugares menos turísticos.

Terrorismo: No mundo de hoje é um cuidado que devemos ter, principalmente em bairros cristão. Sempre tente entender como esta o clima no país com alguém do próprio Egito.

As viagens pelo interior são feitas com escolta policial. Uma questão de segurança e para evitar qualquer tipo de problema.

Seguro viagem: É loucura viagem sem, e nunca é recomendado independente do país.

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ROTEIROS

Dia 07: Cairo noturno.

No mesmo dia que conhecemos as pirâmides saímos para conhecer a tal cidades dos mortos em Cairo, o tour que fechamos com a pessoa que foi nos buscar no aeroporto por $ 40 dólares (R$ 144,00), e me pergunto até hoje por que paguei isso.

Esta tal cidade dos mortos é um local no Cairo, um cemitério sendo mais específico, que sem tetos tomaram e começaram a morar dentro dos túmulos, que tem formatos de pequenas casas, e desde a invasão vivem por lá.

A nossa van passou por este local e o responsável pelo tour não sabia falar muito sobre a tal cidade dos mortos e com isso não paramos e não tirei nenhuma voto. Eu achava que íamos no mínimo parar e conhecer direito o lugar, mas não fizemos nada, foi muito sem graça e me senti enganado neste “tour”, se assim posso chamar.

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Foto: A única vez que paramos neste “tour” noturno. Em frente a Mesquita de Ahmad ibn Tulun que iriamos conhecer no último dia em Cairo.

Fomos daqui direto para o mercado khan el khalili em um café. O mercado a noite é bem movimentado e diferente, foi legal conhecê-lo pela noite e sentar em um café para beber um chá. Os egípcios adoram chás, dizem que são seu Whisky, na verdade não sei como conseguem pensar em bebida quente em um calor daquele…rs.

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Foto: El fishway – Café bem tradicional de Cairo localizado no mercado e repleto de espelhos.

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Foto: Nosso chá da noite de boas vindas a Cairo.

Ainda no mercado passamos em uma barraquinha de suco natural (há várias pela cidade) e o cara que estava nos guiando nos pagou um suco. O suco foi feito coma a água da torneira (que medo!!), tomei sem reclamar, mas com grilos na cabeça…rs, e depois fomos para o centro da cidade.

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Foto: Luana na ansiedade para beber seu suco com água da torneira…rs.

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Foto: Iguarias no mercado a noite.

Neste “tour” estava incluso todos estes chás e sucos como também uma janta. Fomos no GAD, uma rede de fast food de comida egípcia e comemos Falafel de entradas (um bolinho de grão de bico), bem bom e um Chawarma (lanche com churrasquinho greco).

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Foto: GAD, penso que o MC Donalds árabe. Gostei, simples e barato.

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Foto: Dá água na boca só de lembrar.

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Foto: Jantando no GAD.

Após a janta ainda andamos um pouco pelo centro da cidade com algumas aventuras para atravessar a rua como os egípcios (rs) e foi interessante ver como Cairo é bem movimentada até tarde da noite, e o povo tão trabalhador, pois umas 22h00 e quase tudo ainda estava aberto.

Dia 08: Museu e Cairo Islâmico.

MUSEU DE CAIRO

Horário de funcionamento: 9h00 ás 16h00.

Entrada: 75 EGP (R$ 30,00)

  • Permissão para fotografar: 50 EGP (R$ 20,00) – Achei que vale a pena.
  • Visitar as 12 múmias dos faraós: 100 EGP (R$ 40,00) – Também achei que vale a pena.

Um pouco sobre o Museu de Cairo…

Este é o mais importante museu do Egito, e foi inaugurado no ano de 1858. Sua coleção é composta por um imenso leque de mais de 120.000 antiguidades egípcias, reencontradas nas inúmeras escavações que se fizeram e fazem no Egito até hoje. O museu é especialmente conhecido pelo magnífico tesouro do faraó Tutancâmon.

Seu acervo é uma coleção doada por Auguste Marriette, um arqueólogo francês. Antes da sua inauguração o governo do Egito tinha criado em 1835 o “Serviço de Antiguidades do Egito” com a intenção de tentar evitar a pilhagem de antiguidades de estações arqueológicas. Em 1900 o museu foi mudado para um palácio eclético da autoria do arquitecto francês Marcel Dourgnon na Praça Tahrir, onde permanece até aos dias de hoje.

Em 1902 foi aberta a biblioteca do museu, que é considerada como uma das melhores do mundo ao nível dos estudos sobre a civilização do antigo Egito.

O rés-do-chão do edifício possui 42 salas e o andar superior 47.

O museu é enorme, e encanta a cada momento. Lá realmente entendemos a historia do Egito, e ver os tesouros de Tutancâmon é demais. Para quem gosta muito de história e entende passa um dia lá sem perceber.

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Foto: Entrada do Museu de Cairo.

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Foto: Nada melhor para enfrentar a entrada que o Papiro (ao centro) e a flor de lótus.

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Foto: Eu com o melhor e mais simpático guia do Egito (Moisés) nas tumbas. Dentro delas que ficavam os sarcófagos com as múmias.

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Foto: Sala com tumbas e sarcófagos.

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Foto: Vários bustos de pessoas importantes no Egito.

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Foto: Há uma sala com os papiros. O Papiro era a principal planta do Egito e serviu como o papel da época. Era onde eles escreviam suas lendas e rotina, além de representar seus Deuses.

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Foto: Coloso de mais de 10 metros de Amenofis III com sua esposa Tiye.

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Foto: A réplica da pedra roseta, pois a original esta no museu de Londres. A pedra roseta foi a responsável por toda a tradução dos hieroglifos egípcios, a partir das informações que continham nela, traduzindo os hieroglifos conseguiram decifrar vários textos do Egito.

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Foto: Rahotep y Nofret.

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Foto: Procurando algo?

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Foto: Esta foto foi mais pelas muçulmanas que pelas relíquias egípcias.

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Foto: Eu e Luana no museu de Cairo.

No museu eu quis entrar para ver as múmias dos faraós e rainhas, e tem 12 delas lá (o bilhete das fotos não vale aqui, ou seja, sem fotos). Entre as múmias estão Ramsés II e Tutmés II, marido-irmão da Hatshepsut. Seti I, dono de uma das maiores tumbas de Luxor. Foi incrível ver o Ramsés II, com seus cabelos loiros (devido o produto químico usado para mumificação provavelmente), unhas, dentes e cada detalhe. Podemos vê-los de pertinho e observar tudo, eu gostei de ter entrado e acho que vale a pena conferir.

Uma das principais maravilhas deste museu é sem dúvida os tesouros do rei Tutancâmon.

Um pouco sobre o Faraó menino…

Os arqueólogos britânicos Howard Carter e Lord Carnarvon se tornaram as primeiras pessoas a entrar na tumba do rei Tutancâmon em mais de 3.000 anos, isso em 1922, no Vale dos Reis em Luxor. As câmaras funerárias seladas de Tutancâmon estavam intactas e, no mesmo local, foram encontrados vários objetos de valor inestimável, incluindo um caixão de ouro contendo a múmia do rei adolescente, que morreu quanto tinha 18 anos. Tutancâmon foi coroado em 1333 a.C. quando era uma criança. Ele teria morrido uma década depois, supostamente, por causa de um acidente fatal com uma carruagem.

Quando Carter e sua equipe quebraram a porta de tijolos de barro, revelando a passagem que levava ao túmulo de Tutancâmon, estavam eles em frente de uma das maiores descobertas recentes.

Tudo que foi encontrado na tumba ainda intacta, esta hoje exposto no museu de Cairo.

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Foto: O trono de quando ainda era uma criança.

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Foto: Suas luvas e chinelos, ainda bem preservados.

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Foto: Detalhes do trono dourado de madeira e chapado de ouro com pedras semipreciosas. No detlhes vemos a esposa de Tutankhamón, Ahkhesenamón.

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Foto: Cartucho: Os cartuchos eram como o carimbo com o nome dos reis. Por ele é identifcado cada um dos faraós.

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Foto: A cama do antigo Egito, onde os pés e cabeça ficavam no alto, o que ajuda na circulação.

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Foto: Cama de Tutankhamón.

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Foto: Detelhes dos tesouros de Tuty.

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Foto: O Chacal de Anúbis de madeira com detalhes chapados de ouro.

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Foto: No ato da mumificação, todos os órgãos do morto eram retirados e guardados dentro destes potes, que ficavam próximo a tumba.

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Foto: A mascará fúnebre do rei Tutiy(to íntimo já…rs) é linda demais. Pena que nesta parte assim como as múmias não podemos fotografar. Mas como vêem dei um jeito.

Após a manhã toda no museu fomos almoçar em um barco no Nilo. Foi um belo almoço com boas entradas além de Kebab, Kofta com salada e Keba, almoço bem egípcio, como eu procurava.

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Foto: O barco ancorado no Nilo onde almoçamos.

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Foto: Entrada – muitos molhos.

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Foto: Falafel – bolinhas feitas com grão de bico ou feijão fritas em óleo.

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Foto: Charutos e salada ainda de entrada.

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Foto: A minha paixão no Egito, Kofta, também uns pedaços de carneiro. Foi um almoço excelente.

Na parte da tarde aproveitamos e visitamos o chamado Cairo Islâmico com tours pela Fortaleza do Sultão Saladino e a Grande mesquita de mármore.

Sobre a  Fortaleza do Sultão Saladino.

Horário de Funcionamento: 8h00 às 17h00.

Entrada: 60 EGP (R$ 24,00).

Saladino foi o primeiro Sultão do Egito e participou da Guerra Santa no Oriente Médio contra os cavaleiros cruzados. Saladino foi um grande guerreiro e administrador realizando grandes e importantes construções como a sua fortaleza.

Sem dúvida a principal atração da fortaleza é a bela mesquita de mármore, uma mesquita construída entre 1830 e 1848 por Mohammed Ali, um grande governante do Egito. Esta é uma das mais belas construções de Cairo, podendo ser vista de longe o que dá um charme todo especial a cidade por seu tamanho e sua estrutura magnífica.

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Foto: A mais bela das mesquitas de Cairo, a grande mesquita de Mármore.

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Foto: Lateral da Mesquita.

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Foto: Já dentro da mesquita. Como podem observar, temos que retirar os sapatos a partir deste ponto.

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Foto: Momento de aula. (rs)

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Foto: A primeira mesquita que conheci.

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Foto: Temos daqui uma vista de Cairo muito especial, e com a Mesquita do Sultão Hassán.

Após a tarde islâmica fomos fechar o dia no famoso e louco mercado khan el khalilium.

MARCADO KHAN EL KHALILIUM

Este um mercado que funciona a mais de 1.000 anos, constituído  por dezenas de ruelas, com centenas de lojinhas, cheias de produtos e souvenirs de todo gênero, um gigantesco bazar onde você encontra de tudo, pirata na maioria é claro, e melhor tudo vendido a preços populares, mas não se engane, pois há verdadeiras jóias no Khan el Khalili.

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Foto: As movimentadas ruas antes de chegarmos ao mercado.

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Foto: Chegando no mercado.

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Foto: No louco mercado de Cairo.

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Foto: O lugar para se comprar as lembrancinhas dos amigos a ótimos preços.

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Foto: Cenas interessantes a todo momento no mercado.

Neste dia aconteceu outra história boa com vendedores. Entrei em uma loja para comprar chaveiros e magnéticos e como sempre perguntei o preço e me falaram um absurdo, respondi que pagava metade do valor, ele insistiu em mais, eu não sedi, até que virei as costas agradeci e sai. Então ele me chamou e falou que aceitava o valor que eu tinha falado, abri a carteira e eu não tinha o dinheiro comigo. Falei para ele que meu dinheiro estava com a minha amiga, e que eu ia buscar e voltava (claro que eu não ia voltar…rs), então ele me entregou e disse: “leve já o produto com você”, e eu disse: “Não precisa, eu volto”. Ele insistiu e eu recusei, então ele mandou um ajudante da loja comigo, quando sai da loja disse que não precisava que tinha desistido da compra e não ia levar mais (Eu tinha pensado um pouco mais e achei que poderia achar mais barato, e queria desistir da compra). Então o ajudante voltou e eu fui ao café encontrar a Luana e nosso guia Mohamed. Mal sentei e ia começar a contar o ocorrido para eles e quem aparece do meu lado, sim, o vendedor com meus chaveiros….kkkk (Esqueci que no Egito não existe o volto depois como desculpa para sair da loja).

O comerciante conversava em árabe com Moisés, e dizia que eu que falei o preço e agora eu tinha que comprar, e eu dizia que a Luana que era dona do dinheiro e não deixava eu comprar, então a Luana barganhou mais um pouco e como ele não tinha troco, ganhei mais um chaveiro com o valor pago, assim tive que voltar na loja para pegá-lo, e problema resolvido.

Viu, como eles não desistem de você?…kkkk. Por isso insisto, só pergunte sobre um produto se você realmente o quer.

Depois do mercado voltamos para o hotel, “admirando” o trânsito, que para mim é um tour a parte. tínhamos que dormir, pois acordaríamos de madrugada para ir até Siwa.

Dia 12: Cairo a noite.

Quando voltamos de Siwa paramos novamente em Gizé e como tínhamos a noite toda pela frente aproveitamos para sair a noite pelas ruas de Cairo.

Antes de sairmos perguntamos a faixa de preço para se ir de Taxi de Gizé até Cairo, e Moisés nos deu o valor de 60-70 EGP (R$ 24,00 a 28,00).

Pedimos para  recepcionista pedir um taxi e queiram cobrar 300 EGP (R$ 120,00), recusamos e ele disse que ia procurar outro, lembro que até o recepcionista ficou sem graça de nos falar este valor, foi então que ele achou um por 80 EGP (R$ 32,00).

Quando o táxi chegou deu para perceber na hora a decepção do taxista quando viu que éramos estrangeiros e o valor que tinha cobrado. O trajeto até o centro leva em torno de uma hora, e paramos na rua Kasrel Nil.

Com medo da “facada” para voltarmos de Táxi, combinamos com este mesmo de voltarmos com ele em uma hora e meia.

Fomos subindo a rua e comemos em um restaurante bem simples e de comida bem barata, comi um Korshari (macarrão, arroz, letilha, grão de bico com molho de tomate) bem grande e paguei 16 EGP (R$ 6,40) com refrigerante e foi uma janta super agradável.

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Foto: Meu Delicioso Koshari.

Após a janta voltamos para o o táxi que ficou nos esperando. Na volta ele tentou passar em uma loja de perfume com a gente, recusamos a ir, então desistiu, e na hora de pagar, pagamos 20 EGP a mais, ele não gostou e pediu mais por ter esperado e acabamos dando 40 e saímos. Tudo bem que ele esperou, mas não pedimos, mas acabou que saiu barato, pois era bem longe o caminho.

Dia 13: Cairo.

BAIRRO COPTA

Aproveitamos o nosso último dia para conhecer o bairro copta, uma parte do Velho Cairo que engloba a Fortaleza de Babilônia, o Museu Copta, a Igreja Suspensa, a Igreja de São Jorge e muitas outras igrejas coptas assim como sítios históricos.

É um complexo religioso com sinagogas, igrejas e mesquitas bem interessante, e tudo em um só lugar.

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Foto: O caminho para o complexo religioso.

Este bairro é famoso pela visita da Sagrada Família que se abrigou aqui por aproximadamente 4 meses enquanto se refugiavam da opressão do rei Herodes. José, a virgem Maria e o menino Jesus estavam fugidos de Jerusalém, e hoje no local em que ficaram escondidos está a Igreja dos Santos Sérgio e Baco.

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Foto: As torres da babilônia.

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Foto: O interior da igreja que foi construída no local onde a sagrada família ficou refugiada.

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Foto: Foi exatamente aqui que Maria e menino Jesus ficam escondidos quando fugiram de Israel para o Egito. Não podia tirar foto, mas não resisti.

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Foto: A igreja católica no complexo religioso.

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Foto: Interior da igreja católica.

Outra bela igreja e com coisas interessantes é a de São Jorge, onde está o lugar que serviu de prisão a ele, com seus instrumentos de tortura.

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Foto: A igreja de São Jorge.

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Foto: São Jorge.

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Foto: Um dos instrumentos de torturas usados para torturar São Jorge exposto na sua igreja.

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Foto: Onde São Jorge ficou preso para apanhar.

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Foto: Local onde ficou preso.

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Foto: Interior da prisão de São Jorge.

Passamos ainda para conhecer outra bela mesquita.

Sobre a Mesquita do Sutão Hassan e El rifai.

Entrada: 40 EGP (R$ 16,00).

Um pouco sobre a mesquita…

O fundador deste monumento gigantesco foi Sultan Hassan, o filho do grande sultão mameluco, Al Nasser Mohamed Ibn (filho de) Qalawoun. Sultan Hassan realmente governou o Egito duas vezes.

A primeira vez foi em 1347, quando ele tinha apenas 13 anos de idade, mas ele foi destronado pelos outros príncipes mamelucos e generais.

Sua segunda regra do Egito começou em 1356 e durou até 1361 d.C. Ele não era um sultão glorioso e imponente, mas mais de um fantoche manipulado por emires poderosos, como Amir Sarghatmish.

Al Nasser Mohamed, seu pai, foi responsável por muitos monumentos ao redor do Cairo, inclusive esta Mesquita.

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Foto: identificação da Mesquita. Para conhecer as mulheres precisam cobrir seus cabelos, e eles fornecem lenços na entrada.

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Foto: Da Mesquita do sultão Hassán vemos a mesquita de mármore.

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Foto: As laterais da mesquita.

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Foto: Os sultões e suas família (esposas e mães principalmente) estão enterrados aqui.

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Foto: Eu de frente para Meca. Aquele “buraco” na parede é o sentido de Meca a cidade sagrada para os muçulmanos (El- Rifai).

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Foto: Mesquita Hassán.

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Foto: Mesquita Hassán.

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Foto: Em uma das belas salas da Mesquita El-Rifai.

Ainda neste dia passamos para conhecer outra mesquita, a Mesquita de Ahmad ibn Tulun, onde esta a casa do médico Grayer Anderson, um médico famoso no egito, e que construiu uma casa onde cada cômodo era decorado de acordo com um país diferente, como não podia tirar fotos, fiquei sem registros daqui.

Na nossa última noite aproveitamos para andar de Tuk Tuk e passar medo, pois o transito de Cairo é uma loucura. Todos os carros são amassados, nosso motorista só com a gente teve 3 batidas de transito, e eles nem saem para resolver isso de tão natural que consideram.

Há de tudo: 3 homens adultos em uma moto, carros com mutia gente dentro e com a porta entre aberta. O transporte de vans ficam com as portas abertas e os passageiros vão entrando e descendo no meio do caminho.

Buzinam para tudo, tudo mesmo e não usam seta, estas foram substituídas pelas buzinas.

Video Hilário do Transito em Cairo – pequena amostra.

Os tuk tuk andam na contramão com naturalidade, e tem menores de idade dirigindo, menores mesmo, uns 12 – 13 anos ou menos. Alguns carros também se arriscam na contramão.

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Foto: Fim de tarde em Cairo.

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Foto: Esta época do ano ia ter o sacrifício dos carneiros e estavam cheio deles pela cidade. E tem de tudo nas ruas, cordeiros, camelos, cabras etc… as vezes até no meio dos carros atrapalhando o transito. 

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Foto: A voltinha de despedida no Tuk Tuk.

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Orçamento: R$ 750,00 / dia / 20 dias – Todo o meu roteiro com todos os gastos.

NÃO POSSO DEIXAR DE …

PROVAR:

1- Koftas.

2- Comer no GAD – Chawarma.

3- Koshari.

4- Falafel.

LIÇÕES APRENDIDAS:

1- Nem pense ou cogite a hipótese de alugar um carro em Cairo. De uma volta por lá que vai entender o porque. Seria uma loucura dirigir por lá.

2- Pode desistir da compra após oferecer o seu valor que eles vão atrás de você, se não foram é por que você exagerou no desconto, mas use a regra do 40% que dá certo.

3- Evite perguntar preços se não quer comprar, eles não vão te deixar em paz se fizer isso. Esse negócio de dar só uma olhadinha no Egito não funciobna.

4- Não existe preço fixo no Egito, tudo é na base da negociação. E eles exageram muito nos preços, jogue sempre menos da metade, e quando chegar a uns 40% do valor que eles te falaram é o preço justo pelo produto.

5- Ruas no centro de Cairo para conhecer: Talaat Harb e Kasrel Nil.

6- Táxi de Gizé a Cairo fica em torno de 60-80 L.E, não aceite por mais.

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS DO EGITO.

Fuso Horário: +5h (Brasília)

Língua

O idioma oficial do Egito é o idioma árabe, e outros idiomas são poucos falados no país, principalmente interior, portanto a comunicação é bem difícil.

Moeda

A libra egípcia é a moeda oficial do Egito.

Símbolos: EGP.

  • 1 EGP = R$ 0,18
  • R$ 1,00 = 5,63 EGP

*Sem impostos

Cotação atual: Clique aqui.

Visto e Vacinas

Precisa de visto para entrar no Egito, mas pode ser tirado na hora no próprio aeroporto. Recomendo pesquisar na embaixada para ver se teve alguma alteração na data da sua viagem.

O Egito também exige a vacina de febre amarela com carteira internacional de vacinação.

Eletricidade

A voltagem de Cairo é 220V.

Tipo de Tomada

Plug de tomada tipo C

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A VIAGEM CONTINUA…

Relato anterior: Gizé.

Próximo Relato: Siwa.

Início da viagem: Luxor.

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QUEM PODE TE AJUDAR?

*Não recomendo viajar o Egito sem guia , por segurança e riqueza cultural.

Gostou? Tem alguma sugestão ou atualização de informação? Enriqueça a pesquisa de seus amigos nos comentários. Além de ajudar o próximo viajante é super importante a opinião de vocês para o blog

 

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