Oásis Siwa – Egito

Sabe aquela paisagem de oásis que povoam a nossa mente quando pensamos em deserto? Sim? Então, Siwa no Egito é exatamente assim, com oásis de águas claras e límpidas, dunas de areia gigantes. Uma cidade repleta de história e ainda com as melhores tâmaras do mundo. Um cantinho pouco conhecido pelo turismo mas incrível, que vale a pena por em seu roteiro. Confira este relato com belas imagens dos dias que passei neste paraíso chamado Oásis Siwa.

INFORMAÇÕES DE: Setembro 2016.

ROTEIRO PARA: 2 dia.

TIPO DE VIAGEM: Tour guiado pelo Egito – 20 dias – Parte IX.

HOSPEDAGEM: Siwa Shali Resort – Rústico, o que combina com o lugar. Com ar, que não funciona direito, mas quebrava um galho. E bom saber que hotel e/ou pousada com conforto aqui é coisa rara.

SOBRE SIWA.

Sabe aquela imagem que temos de Oásis que povoa nossa mente, palmeiras, areia e um poço de água no meio do nada, Siwa é praticamente assim.

Siwa fica bem distante de Cairo, a cerca de 850 km, e para chegar até lá temos que cruzar o deserto em torno de 9/10 horas de carro  e vale a pena todo este esforço. Junto com Dahab, foi sem dúvida uma das paisagens mais belas que vi no Egito.

Siwa é uma  aldeia próxima a um oásis formado por uma depressão, ficando 19 metros abaixo do nível do mar e já esta na divisa com a Líbia (50 km). Este é um destino pouco conhecido no Egito, mas que também tem muita história para contar, como o lugar que Alexandre o Magno foi coroado e a piscina onde dizem que a Cleópatra se banhava, claro, além das belas paisagens com oásis e dunas gigantes do grande mar de areia do Saara.

Por ser um lugar mais afastado já podemos perceber que aqui o islamismo é bem mais rígido e tradicional, pois quase não vemos mulheres pela rua e quando vemos não mostram nem os olhos, tudo tampado mesmo.

Um destino muito exótico do Egito que vale a pena colocar em seu roteiro.

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Como Chegar?

Siwa esta a 850 km de Cairo, e leva em torno de 9 a 10 horas de carro. Não há aeroporto, e a única maneira de chegar é terrestre, sendo possível chegar de ônibus, ou de carro.

Não é todo lugar que oferece passeios para cá, e para conhecer este lugar, pensando no deslocamento de ida e de volta, são necessários pelo menos 4 dias.

No caminho há barreiras policiais de controle, e como a comunicação é difícil, recomendo ir com agência, mas é possível sim, chegar por conta própria, se esta afim de aventura. Divirta-se!

Quando ir?

A cidade pode ser visitada o ano todo e acaba não sendo um destinos mais procurados do Egito, e mesmo em temporadas não há lotações, pelo menos até esta data.

Segurança.

Por ser muito isolada, a população aqui é bem mais rigorosa no que tange a seguir a religião. Por tanto, mulheres sozinhas evitem a viajar para cá, procure sempre estar acompanhadas de algum homem ou com agência.

Em relação a violência, furtos e roubos é uma cidade super segura.

Seguro viagem: É loucura viagem sem, e nunca é recomendado independente do país.

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ROTEIROS.

Dia 09: Deslocamento para o Oásis de Siwa.

Acordamos bem cedo para partir rumo a Siwa em uma rodovia em boas condições e maior parte pista dupla (Graças a deus, tenho medo só de pensar em uma pista única depois de ver os egípcios no transito…kkkk).

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Foto: Eu, Luana, nosso guia Moisés e Arón ruma a Siwa.

No trajeto há vários postos policiais, penso que uns 3, onde somos parados e temos que mostrar os passaportes. Em alguns chagam a revistar a mala.

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Foto: Postos policiais bem precário pelo caminho. Fotos são proibidas, mas tirei esta rapidinho..não resisti, Moisés vai me matar quando vê-la…rs.

Fizemos umas duas paradas somente e as 16h00 chegamos na cidade. A cidade é bem diferente de tudo que tínhamos visto, bem “interiorzão”, antes no Egito víamos algumas mulheres mostrando apenas o rosto, mas aqui não víamos nem o “zói” delas, 100% cobertas.

Na cidade observamos na chagada que as casas são todas parcialmente destruídas, as ruas de terras e parece um fim de mundo mesmo, mas eu estava adorando e achando isso tudo muito exótico.

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Foto: Chegando na cidade. Já crianças dirigindo, algo bem normal.

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Foto: As ruas de terra e as construções parcialmente destruídas.

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Foto: Fortaleza Shali ao fundo, que pela noite fica toda iluminada e bem mais interessante.

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Foto: Aqui a mulherada é comportada rapaz!!! rs.

Chegando na pousada fizemos nosso check in e tive a impressão de sermos os únicos lá.

Este “resort” como chamaram é bem rústico, o que achei o máximo e que combina com o lugar, os quartos são pequenas casinhas de adobe com dois quartos e banheiro, tudo bem simples, mas o suficiente. Vale lembrar que a água do banho cheira enxofre…rs.

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Foto: Os quartos do hotel, bem rustico.

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Foto: Mapa do Egito no hotel, onde podemos ver Siwa as margens do grande mar de areia do Saara.

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Foto: Piscina do Hotel.

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Foto: O melhor do hotel era uma oferta de tâmaras fresquinhas em tamareiras baixinhas. Eram muitas e deliciosas, sem sombra de dúvida as melhores que já comi.

Aproveitamos que ainda tinha sol e fomos curtir a piscina. A noite jantamos por ali mesmo, e depois Moisés nos levou para conhecer a cidade e tomarmos um chá na rua.

Foi engraçado, chegamos no centro só haviam homens nas suas vestimentas típicas com seus narguilés e tomando chá e a Luana me inventou de ir de vestido com os cabelos ao vento, eu fiquei com medo por ela, que não estava nem ai. Eu só estava tranquilo pois estava o Moisés e Aron, o motorista com a gente, mas deu medo, confesso…rs.

Imagina também que em um lugar onde as poucas mulheres que tínhamos visto na rua estavam inteiras coberta, nem o “zóio” pra fora, e vou com uma mostrando as canelas e os braços…rs, vai que eles não gostam, né?…kkk.

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Foto: O chá histórico da noite.

Tomamos nosso chá e fiquei observando a cidade, crianças dirigindo, contramão etc… de sempre,  e foi uma noite agradável, só faltou uma cerveja, mas isso era querer demais e impossível por aqui…rs.

Fomos então dormir para encarar o próximo dia, que mal sabia eu mais seria um dos mais legais da viagem.

Dia 10: Dia de muita história e Oásis.

Acordamos cedo, tomamos nosso café da manhã com falafel, por sinal muito bom e fomos conhecer primeiro o montes dos mortos.

Sobre o Monte dos Mortos (Gebel al Mawta).

Entrada: 30 EGP (R$ 12,00).

O monte dos mortos era o local onde eram enterrados pessoas importantes na época grega e hoje é um ponto turístico, sendo um local cheio de tumbas abertas e de lá onde temos uma bela vista de todo o Oásis e da lagoa de sal.

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Foto: Entrada da montanha dos mortos.

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Foto: A vista da cidade daqui de cima, dá para observar quase todas as casas sem tetos.

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Foto: A única sombra que encontrei…rs.

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Foto: Cada buraco deste foi uma tumba. O monte era repleto delas.

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Foto: Mais uma foto de Siwa vista do montes dos mortos, podemos ver até a fortaleza de Shali ao fundo.

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Foto: Mais vista do monte dos mortos.

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Foto: Olha eu na tumba…rs.

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Foto: O topo do monte e ao lado a casinha do morador.

Quando estávamos lá, tinha um cuidador do lugar que morava por ali e só tínhamos nós de turista, então aproveitou para abrir uma entrada para um túmulo bem preservado para nos mostrar, mas não podíamos tirar fotos, e claro, queria um dinheirinho em troca. Entramos vimos inscrições e pinturas tradicionais do Egito, demos a gorjeta e seguimos nosso caminho.

Sobre o Templo do Oracle

Entrada: 30 EGP (R$ 12,00).

As ruínas do templo do Oráculo de Siwa é conhecido pelo fato de que Alexandre, o Grande, depois que conquistou o Egito enfrentando os Persas, se deslocou no deserto até chegar a Siwa para uma consulta. Nesta consulta o Oráculo afirmou que ele, além de ser filho de Zeus, também era filho do deus egípcio Amon. Essa história foi difundida principalmente para legitimar a autoridade dele (que era estrangeiro) sobre o Egito e contar com a aceitação popular. Por isso este lugar é conhecido como o templo onde Alexandre o Grande foi coroado como filho de Deus Amón e o rei do Egito.

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Foto: No fundo uma velha mesquita que construíram no templo.

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Foto: Como podem observar o templo esta bem destruído pelo tempo.

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Foto: Vista do Templo por outro ângulo. Antigamente as pessoas viajavam quilômetros para se consultar com um oráculo.

Na saída do templo haviam várias crianças pedindo dinheiro, eu dei umas moedas e quis fotografar com elas, mas elas não quiseram, disse que não podiam, fiquei na vontade…rs.

Chegou a hora boa, do almoço e melhor de refrescar, fomo então para a piscina da Cleópatra.

Sobre a Piscina da Cleópatra.

Entrada: Gratuita.

Esta dita piscina é na verdade um poço com água termal límpida e transparente de 29 C de temperatura.  O atrativo é falar que era a piscina da Cleópatra, mas não existe fato comprovado que Cleópatra a usava.

Foi um excelente banho, mergulhamos e nadamos por alguns minutos e foi bom demais.

Almoçamos no restaurante logo em frente ao poço, um almoço bem típico, sentados no chão, tudo excelente.

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Foto: Nosso tchibum…

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Foto: A água tem uma cor linda e é extremamente transparente, além de ter uma temperatura muito agradável.

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Foto: Ta na mesa pessoal… vamos?

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Foto: Uma tarde bem agradável e um almoço excelente em frente a piscina da Cleópatra.

No fim do dia, as 16h00 partimos para um dos lugares mais interessantes que já conheci, o Grande mar de Areia  do Saara.

O Saara é o maior deserto do mundo. Localiza-se na região norte da África. Seu território estende-se pelos seguintes países: Egito, Marrocos, Argélia, Líbia, Tunísia, Mauritânia, Mali, Sudão e Chade. Faz fronteira ao norte com o Mar Mediterrâneo, ao sul com o rio Níger, a leste com o mar Vermelho e oeste com o Oceano Atlântico.

Esta parte conhecida como o grande mar de areia é a área constituída com dunas enormes, formadas pela ação de tempestades de areia.

Por este lugar de dunas ficar já bem próximo da fronteira com a Líbia é necessário pegar uma autorização com o exercito para poder entrar nesta área, mas isso o próprio motorista que faz junto com o guia.

Esperamos a autorização e fomos para o Safári no deserto de 4×4, que é muito show, o motorista tem que ser fera para guiar alguém por estas dunas, pois é um sobe e desce tremendo e tem dunas enormes, e descê-las chega a dar frio na barriga.

Paramos em frente de cada lugar que conseguimos fotos incríveis do Saara, depois das fotos descemos uma duna enorme e foi muito top, e paramos em um onde podemos observar muitos fósseis de animais marinhos e conchas calcificados, provando que há milhares de anos atrás tudo isso estava embaixo d´água, da pra crer?

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Foto: Olha que coisa mais linda e observe o tamanho dos carros lá embaixo. Acredita que descíamos estas dunas enormes??? Era o máximo.

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Foto: Encantado, e esta é uma das minhas fotos preferidas.

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Foto: Pobre vendo muita areia faz isso…rs

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Foto: Paradinha no nosso veículo para ver a prova de que aqui antes era o fundo do oceano.

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Foto: Nosso motorista fera no antigo fundo do oceano.

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Foto: Muitas conchas e ossos, e até mesmo um osso completo de um peixe. Muitas provas de que aqui estava embaixo d´água a muito tempo atrás.

Após todo este tour pelas dunas fizemos nossa segunda parada em um pequeno Oásis, de onde jorra um água morna com cheiro de enxofre (Bir Waheed), na verdade cheira até esgoto, mas mesmo assim não resisti e entrei…rs.

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Foto: O primeiro oásis a gente nunca esquece…rs.

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Foto: A entrada do lugar.

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Foto: Eu nadando em uma poça com cheiro de esgoto e água quente… não foi muito bom mesmo…rs.

Depois fomos para nossa segunda parada, agora sim vi um Oásis de verdade, uma lagoa linda, bem azul e de águas cristalinas no meio daquele mundaréu de areia. Pra quem não resistiu ao poço de enxofre, este então foi o melhor banho do dia, e ainda tirou meu cheirinho do banho anterior, apesar que esta água tinha um cheiro de enxofre também, mas bem mais suave, e haviam até peixes por aqui.

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Foto: Esse sim é um Oásis de verdade.

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Foto: Que lugar dos sonhos.

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Foto: Olha os peixinhos a nossa volta… show!

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Foto: Um excelente banho.

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Foto: Aproveitando meu oásis… tudo isso só para mim…rs.

Nosso motorista havia recolhidos galhos na parada anterior e fez uma fogueira lá perto e um chá, e como nos ofereceu não pudemos negar, e tomamos um chá quente naquele calor com a xícara suja…rs.

Agora já no fim da tarde fomos para o alto das dunas esperar o por do sol, eu já gosto pacas deste momento, sempre quando viajo espero o por do sol para fotografar e aqui não foi diferente, fomos presenteado por um dos mais belos que já vi na vida.

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Foto: Mais uma parada entre as dunas.

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Foto: Me equilibrando entre as dunas…rs.

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Foto: Moisés no sandbord, ou melhor sandass…rs

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Foto: Foi a minha vez, quase torço o pé… kkkk.

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Foto: Até parece que sou bom, né?… 

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Foto: O espetáculo.

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Foto: Só alegria num cenário deste.

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Foto: E assim se vai um dos dias mais incríveis no Egito.

Dia 11: Dia de lagoas e Oásis.

Saímos um pouco mais tarde este dia, as 10h00 e com o dia todo pela frente.

Seguímos em direção ao lago salgado de Chiata, neste lugar há muita extração de sal e onde são realizadas estas extrações formam lagoas, onde é possível dar um tchibum.  Estas “lagoas” na verdade não são áreas turísticas, o Moisés simplesmente passou lá para nós mostrar e parou, e eu resolvi como sempre nadar um pouco pra ver se bóia mesmo…rs

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Foto: Olha eu lá longe depois de machucar todo o pé para entrar…rs.

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Foto: E não é que bóia mesmo…rs.

Eu já tinha mergulhado em uma lagoa de sal no Atacama (Laguna Cejar) e achei que aqui eu flutuei mais que lá, mas o interessante é que sai com menos sal no corpo, sem parecer engessado como a gente fica lá.

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Foto: Só eu neste mundão.. a água estava uma delícia.

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Foto: Bom banho e boa “boiada” para começar o dia…rs

Sai daqui bem salgado (rs) e nas proximidades havia outro poço parecido com o da Cleópatra, o poço Abu Chrouf, então pude nadar a vontade e tirar o sal do corpo que já estava incomodando.

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Foto: Eu e Luana nos refrescando novamente.

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Foto: Que banho bom!

Este poço é bastante usado pela população local, enquanto estávamos lá passaram algumas pessoas para nadar, pegar água e até alguns pais com crianças para ter uma momento família.

O que achei interessante foi o respeito dos caras. A Luana estava nadando com uma saída de praia, e quando foi sair do poço todos os caras saíram do poço e ficaram de costas para ela sair. Achei isso bem interessante este respeito deles!

Antes passamos em umas ruínas, que não anotei estão não sei o que era, acredita? (vergonha).

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Foto: A aparada na ruína sem nome…rs.

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Foto: A única coisa interessante que tinha lá que não sei o que é…rs. (mais vergonha).

Famintos fomos para a cidade para um almoço típico em um restaurante bem simples. Comemos Abu Mardam, que é um frango feito no calor da areia no bafo. Ele é enterrado na areia para cozinhar, abaixo tenho fotos da preparação em outro lugar e fica mais fácil de entender.

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Foto: nosso frango feito na areia e almoço sentado no chão… estava tudo muito bom.

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Foto: De sobremesa nada melhor que as tâmaras de Siwa, As marronzinha são as melhores.

Na parte da tarde saímos para outro Oásis, mas antes fomos conhecer a ruína símbolo da cidade.

Sobre a fortaleza de Shali.

Entrada: Gratuita.

A tarde partimos para conhecer o seu principal cartão postal, as ruínas da fortaleza de Shali. Esta era uma fortaleza do século 13 de paredes de sal e argila, foi construída com a intenção de proteger os habitantes de ataques de beduínos. O interessante foi que com apenas uma chuva Shali começou a ruir.

Na subida existe a entrada de uma mesquita que foi a única construção original de Shali reformada. No caminho também tem lojas de artesanato e tecidos, tudo bem original e diferente do encontrado no restante do Egito, vale a pena visitar quem deseja levar lembranças do país.

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Foto: Entrando na fortaleza.

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Foto: Daqui temos uma vista incrível da cidade.

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Foto: Que lugar show!

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Foto: Um jardim neste mundo marrom chama a atenção.

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Foto: Eu e Luana no ponto de ônibus exótico…rs.

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Foto: Mais transito daqui… eu adorava observar.

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Foto: Padaria de Siwa.

Fechamos a tarde em um lugar paradisíaco na beira de um outro poço chamado Infatinas Island, aqui não nadei, também né, já tinha nadado demais por hoje…kkkk. Neste lugar havia uma tenda (bar) em frente a uma grande lago, o lago salgado de Chiata, onde vimos um por do sol de cinema.

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Foto: Admirando as plaquinhas.

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Foto: Fomos recebidos com tâmaras fresquinhas, e lógico após gorjeta.

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Foto: O Frango feito na areia.

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Foto: Eles cobrem o frango com a areia e ele cozinha no calor.

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Foto: Esperando o por do sol.

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Foto: Queria uma cerveja, mas como é impossível aqui me contentei com um suco pra brindar este dia.

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Foto: E lá se vai mais um dia fantástico em Siwa.

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Foto: Gostei da foto…só isso!

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Foto: Recomendo demais estes lugares e sentirei saudades destes dias em Siwa.

Dia 12: Retorno

Dia de retorno a Cairo, onde já relatei no post anterior (Cairo).

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Orçamento: R$ 750,00 / dia / 20 dias – Todo o meu roteiro com todos os gastos.

NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR…

1- As tâmaras de Siwa: As tâmaras de Siwa são tidas como as melhores do Egito, e realmente são fantásticas. Comprei muitas para trazer (Compre aqui).

2- Abu Mardam – O frango feito enterrado na areia.

LIÇÕES APRENDIDAS:

1-  A viagem até Siwa de carro durou em torno de 10 horas.

2- Há várias guaritas policiais pelo caminho que fazem revistas e olham as malas de vez em quando.

3- Principalmente para mulheres: Aqui estamos muito no interior e é claramente perceptível que as mulheres não andam sozinhas e inteiramente cobertas. Então cuidado com as roupas é sempre bom.

4-  Banhos: recomenda-se levar uma roupa leve de manga que cubra o corpo e não seja transparente, principalmente para as mulheres, usar top ou bermuda de lycra por baixo.

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS DO EGITO.

Fuso Horário: +5h (Brasília)

Língua

O idioma oficial do Egito é o idioma árabe, e outros idiomas são poucos falados no país, principalmente interior, portanto a comunicação é bem difícil.

Moeda

A libra egípcia é a moeda oficial do Egito.

Símbolos: EGP.

  • 1 EGP = R$ 0,18
  • R$ 1,00 = 5,63 EGP

*Sem impostos

Cotação atual: Clique aqui.

Visto e Vacinas

Precisa de visto para entrar no Egito, mas pode ser tirado na hora no próprio aeroporto. Recomendo pesquisar na embaixada para ver se teve alguma alteração na data da sua viagem.

O Egito também exige a vacina de febre amarela com carteira internacional de vacinação.

Eletricidade

A voltagem do Egito é 220V.

Tipo de Tomada

Plug de tomada tipo C

plug-tipo-c

A VIAGEM CONTINUA…

Relato anterior: Cairo.

Próximo Relato: Alexandria.

Início da viagem: Luxor.

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QUEM PODE TE AJUDAR?

*Não recomendo viajar o Egito sem guia , por segurança e riqueza cultural.

Gostou? Tem alguma sugestão ou atualização de informação? Enriqueça a pesquisa de seus amigos nos comentários. Além de ajudar o próximo viajante é super importante a opinião de vocês para o blog

 

 

 

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