Diamantina – MG

INFORMAÇÕES DE: Setembro de 2015.

ROTEIRO PARA: Fim de semana.

HOSPEDAGEM: Já me hospedei em dois locais em Diamantina.

Pousada Vale dos Garimpeiros  (R$ 175,00 /dia – Casal): Bem localizada, podendo fazer os passeios a pé. Limpa e bem confortável.

Pousada Nhá Mocinha (R$ 100,00/dia – Casal): Não era bem localizada, mas dava para dormir tranqüilo, se desconsiderar que havia muito pernilongo nos quartos… rs. Esta pousada tinha várias opções de hospedagem e preços e foi uma das mais em conta que achei na época da Vesperata (Explico o que é abaixo).

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SOBRE DIAMANTINA

Diamantina é uma das belas cidades históricas de Minas Gerais e ganhou fama por ser a terra natal de figuras ilustres como o ex-presidente da República Juscelino Kubitschek e da escrava Chica da Silva, que já foi tema de novela de audiência nos anos 90.

Fundada como Arraial do Tejuco (palavra tupi que significa “montanha fria”), no ano de 1713, logo a cidade disparou a crescer devido as descobertas de diamantes nas suas proximidades, e no final do século XVIII já era a terceira maior Capitania Geral da Minas atrás somente da capital Vila Rica, hoje Ouro Preto

Somente em 1831 a cidade se emancipou-se do município do Serro e passou a se chamar Diamantina devido ao grande volume de diamantes que eram encontrados alí.

Quando completou 100 anos no ano de 1938 a cidade recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o título de “patrimônio histórico nacional”. E em 1999, foi elevada à categoria de “patrimônio da humanidade” pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Como chegar?

O aeroporto mais próximo é o de Belo Horizonte e para chegar a partir de BH você deve pegar a BR 040 depois a MG 259 até a cidade de Curvelo. Então, seguir pela MG 367, rumo Diamantina. São 291 km que leva em torno de 3 horas de viagem.

Fui de Montes Claros e por aqui são 226 km e aproximadamente 3 horas de viagens, pois há muitas curvas. O melhor caminho é pela BR135 até Bocaiúva, de lá pegue a MG 451, sentido Olhos d´água até sair na MG 367, de onde vai pegar o rumo para Diamantina. A estrada está em boas condições.

Quando ir?

A cidade pode ser visitada o ano todo, sendo que nos meses seca – de abril a outubro- são os mais indicados para conhecer os atrativos naturais.

Diamantina é uma cidade no meio das serras, e por isso sempre faz frio, por tanto nunca esqueça do seu agasalho.

Além dos períodos de férias (julho, dezembro e janeiro) os finais de semana com a Vesperata (descrevo no post), são os mais concorridos, portanto quando os preços das pousadas sobem e tudo fica mais caro.

Se seu objetivo não for conhecer o Parque Biribiri e suas cachoeiras, a cidade combina demais com clima frio.

Eventos Grandes:

Semana Santa: Encenação da Sexta-Feira da Paixão, com direito a guardiões romanos reproduzindo a Via Sacra, entre duas igrejas que mudam a cada ano. Sendo que na manhã do Domingo de Páscoa, as casas estão todas enfeitadas e nas janelas dos casarões há colchas e toalhas coloridas.

Carnaval: É muito agitado, de rua e ocorre no Centro Histórico – nesta época você não conseguirá aproveitar os museus e parte histórica da cidade..

ROTEIRO

O que Fazer em Diamantina?

Duas vezes na cidade posso te dizer que há muita coisa para se fazer por aqui e se bem otimizado seu tempo você pode aproveitar a maioria destas atrações em um curto espaço de tempo. Por isso neste post vou listar o que consegui fazer e recomendo neste cidade show de bola.

Em um dia inteiro é possível visitar as principais atrações do centro histórico, se você sair pela manhã e tiver disposição para andar e se planejar certinho. É que o centro histórico é relativamente pequeno e as coisas interessantes estão mais ou menos próximas umas das outras, sendo que o que dificulta são as ladeiras somente.

Caso você chegue no sábado, por exemplo, e sua intenção principal for conhecer o Centro Histórico, você vai gastar o sábado para curtir a cidade e o domingo você pode ir de manhã no mercadão e depois curtir o Parque Estadual do Biribiri e suas cachoeiras.

Abaixo relato as principais atrações na sequência que fiz na cidade.

1- Mirante da Cidade e caminho dos escravos.

Quando estiver chegando na cidade, ainda na MG 367, fique atento, pois há um lugar onde você pode parar o carro e terá uma visão privilegiada de toda a cidade.

O lugar não é sinalizado e infelizmente este mirante esta mal cuidado e cheio de lixo, mas daqui você tem uma bela visão da cidade.

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Foto: Vista do Mirante – Cidade cercada pela serra.

Próximo ao mirante fica um trecho do Caminho dos Escravos. Este caminho era uma rota entre o Arraial do Tijuco e a Vila de Mendanha criado para escoar a extração de diamantes, mas era também  muito usado pelos tropeiros para levar especiaria até o Arraial do Tijuco.

Este caminho foi calçado por escravos a mando do Desembargador Manuel Ferreira da Câmara Bittencourt, sendo hoje uma rota turística.

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Foto: Próximo ao mirante, você pode ir andando na rodovia e encontrará esta placa, mostrando  parte do caminho dos escravos.

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Foto: Caminhando um pouco neste caminho feito com muito suor e sofrimento e que escoou grande parte da nossa riqueza.

Chegando na cidade, fomos direto conhecer o centro e suas atrações.

2- Centro Histórico de Diamantina.

Andar pelas ruas do centro de Diamantina nos faz sentir no século 18, as ruas de pedra, os sobrados e as construções típicas nos remetem ao tempo colonial e dão um charme sem igual para esta cidade.

Subindo e descendo as ladeiras a pé na minha opinião é a melhor forma de explorar o centro e as atrações mais próximas.

Mas o que não podemos deixar de ver no centro? Vamos lá…

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Foto: Melhor maneira de explorar Diamantina é subindo e descendo as ladeiras.

2.1- Catedral Metropolitana de Diamantina

Esta é a catedral mais importante da cidade e foi erguida onde se localizava a antiga Igreja Matriz de Santo Antônio, do século XVIII.

Em 1854 no ano da criação da Diocese de Diamantina a Matriz de Santo Antônio foi elevada à condição de catedral, mas mesmo com reformas este templo teve de ser demolido em 1930 e deu lugar a atual catedral, cujas obras foram concluídas em 1940.

Se a Catedral estiver aberta, aproveite para conhecê-la por dentro (é grátis e fotografias são permitidas), pois ninguém soube nos informar o horário em que está aberta e não entrei.

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Foto: Catedral Metropolitana de Diamantina.

Daqui, siga para a praça JK.

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Foto: Fonte Chafariz – em comemoração ao primeiro centenário de Diamantina 6 de março de 1938 – No caminho para praça JK.

2.2- Praça Juscelino Kubitschek

Próximo a Catedral você chegará fácil na Praça Juscelino Kubitschek. Esta é uma praça em frente da tradicional Igreja de São Francisco de Assis, próximo a rua Macau. Aqui temos uma bela estátua de JK, pois era aqui que ocorriam as famosas serestas com a presença do mesmo.

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Foto: Visão da Praça JK, daqui você vê o Chafariz que citei que esta no caminho e logo acima a frente da Catedral.

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Foto: Com estes dizeres posso dispensar as legendas, não é??

Em frente a esta praça você encontrará a Igreja de São Francisco de Assis.

2.3- Igreja de São Francisco de Assis.

Esta igreja teve sua construção iniciada em 1766, mas só foi concluída em 1830. Tombada pelo Iphan desde 1949, de construção no estilo barroco até hoje serve ao culto religioso católico da cidade.

Parece que é raro encontrá-la aberta e poder conhecê-la por dentro é uma sorte. Não consegui informações de horários também, mas pegunte que as vezes dá mais sorte que eu.

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Foto: A igreja que geralmente esta fechada…rs.

Desta igreja continue subindo a ladeira que logo encontrará a Casa de JK, que hoje é um museu que conta toda a sua trajetória.

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Foto: A bela vista quando subimos a rua rumo a casa de JK.

2.4- Casa Juscelino Kubitschek.

Horário de funcionamento: De terça a sábado, de 8h00 às 17h00. Domingos e feriado, de 8h00 às 13h00.

Entrada: R$5,00.

Você sabia que Juscelino Kubitschek ex-presidente do Brasil era de Diamantina e tinha muito orgulho disso? Por isso não é  atoa que este orgulho é recíproco pelos diamantinenses.

A casa simples onde nosso ex presidente cresceu hoje virou um museu. Seus cômodos abrigam biblioteca, vários objetos pessoais, fotos que relembram sua trajetória e até os violões usados para participar das serestas.

O espaço da casa é composto por dois casarões separados por um pátio. Onde na casa, você verá os documentos antigos, como notas escolares de Juscelino (bom aluno por sinal..rs), ata de formatura do primário e até a certidão de óbito de seu pai, tudo isso em forma de painéis, contando a história ao longo do tempo.

Na parte do fundo existe um auditório com instrumentos musicais e quadros e se você subir no piso superior, encontrará o consultório médico de JK que foi reproduzido aqui.

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Foto: A frente da casa museu de JK.

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Foto: A parte dos fundos da casa de JK.

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Foto: Interior da Casa – Quarto de Juscelino.

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Foto: Seu fogão a lenha.

Após esta visita, voltamos sentido catedral para conhecer o Museu do Diamante, pois estava fechado quando passamos.Aconselho visitá-lo, caso esteja aberto, antes de subir para casa de JK.

2.5- Museu do Diamante.

Horário de funcionamento: de terça a sábado, de 10h00 às 17h00. Domingos e feriados: de 9h00 às 13h00.

Entrada: Gratuita.

Bem localizado este museu fica no fundos da Catedral Metropolitana de Santo Antônio da Sé, em frente ao  Banco do Brasil.

E mesmo sendo simples vale a pena conhecer, afinal Diamantina foi a cidade dos diamantes e seu museu obrigatoriamente tem que estar no roteiro.

Hoje mesmo sendo mantido pelo IBRAM o museu ainda esta sendo reestruturado, portanto, não espere muito, pois as informações são poucas e ainda não há visitas guiadas. Geralmente as dúvidas são tiradas de modo simples, como tudo em Minas, só perguntar para os funcionários, qualquer um esta sempre solicito para responder.

A estrutura do Museu de maneira simples é:

Na primeira sala é explorado o garimpo, com algumas réplicas de diamante, amostras de outras pedras e dos instrumentos utilizados para garimpagem.

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Foto: As formas lapidagens dos diamantes feita em cristais para ilustração.

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Foto: Alguns dos instrumentos utilizados na garimpagem.

A segunda sala é exclusiva para à arte sacra, onde são expostas várias imagens de santos, crucifixos e até um oratório.

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Foto: Um belo oratório.

A última sala, já é dedicada a imagens ou melhor partes delas como pés, mãos e cabeças… rs.

Daqui fui conhecer a casa de Chica da Silva, que não ficou na sequência de proximidade devido o horário de abertura.

2.6- Casa da Chica da Silva.

Horário de funcionamento:  De terça a sábado, de 12h00 às 17h30. Domingos e feriado, de 9h00 às 12h00.

Entrada: Gratuita.

Acho que todo brasileiro já escutou falar de Chica da Silva e alguns ainda lembram da novela do SBT com Taís Araujo interpretando esta ilustre diamantinense.

Para quem não sabe ou não se lembra Chica da Silva foi uma escrava alforriada que se casou com o homem mais rico do Brasil Colonial durante o século XVIII, o contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira.

Chica era uma escrava como outra qualquer, até que o contratador ficou apaixonado pela sua beleza. Apaixonado João Fernandes a assumiu e fez com que a ex-escrava ganhasse uma posição social que jamais tinha sido atribuída a um negro até então.

Sua casa, que hoje funciona como museu foi dada de presente por seu quase marido e mesmo com 4 restauros desde 1949 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a incluiu na lista das Belas Artes brasileiras.

Em sua casa chama a atenção os grandes espaços e suas várias sacadas de onde é possível ter uma bela vista da cidade e da igreja Nossa Senhora do Carmo, a igreja que foi financiada por ela para que os escravos pudessem participar das missas (não visitei, mas fica uma dica para se ver).

Dizem que Chica era uma mulher religiosa, mesmo tendo sido considerada por muitos como pervertida.

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Foto: A entrada da casa de Chica.

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Foto: Plaquinha com um pouquinho de história.

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Foto: Fundo da casa.

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Foto: Fundo da casa de Chica.

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Foto: Suas várias sacadas.

2.7- Casa da Glória.

Horário de funcionamento: Diariamente das 9h00 às 17h00.

Entrada: Gratuita.

Já um pouco mais afastado do centro (melhor ir de carro para otimizar o tempo) esta a casa da Glória, cujo seu passadiço é uma das imagens símbolo de Diamantina.

Hoje o prédio pertence ao Instituto de Geociências (IGC) da UFMG, mas várias já foram suas utilidades no passado.

Não se sabe ao certo mais acredita-se que esta casa foi erguida próximo ao ano 1800. Também há dúvida sobre seu fundador, mas o mais provável é que tenham sido Manuel Viana, marido de Dona Josefa Maria da Glória, moradora da casa até 1813 e quem deu o nome ao lugar.

No século XIX a Casa virou patrimônio do Estado, servindo como residência para os intendentes. No ano de 1864, passou para a domínio da Igreja e foi transformada em residência oficial dos Bispos de Diamantina, o que durou até 1867, quando aqui ficou alojadas as religiosas da ordem de São Vicente de Paulo, e a mesma ficou conhecida como um orfanato e posteriormente como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores.

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Foto: Passadiço – Hoje um ícone da cidade o Passadiço da Glória (1878), símbolo da campanha ‘Diamantina – Patrimônio Cultural da Humanidade’, foi construído para ligar as duas casas que funcionavam como educandário e orfanato e reduzir o contato com o mundo externo.

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Foto: Janela do Passadiço.

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Foto: Uma visão com zoom, claro, da janela do passadiço.

3- Mercado de Diamantina.

Este mercado construído em 1835 era ponto de encontro de tropeiros e de comercialização de escravos, mas graças a Deus este lugar hoje só traz alegria, pois hoje ele abriga feiras de artesanato e hortifrúti e várias apresentações musicais.

Uma das principais atrações da cidade o melhor período para se conhecer são nos finais de semana no período da manhã.

Nos sábados, há feira com verduras, doces, artesanato, temperos, etc… e é possível encontrar artesões fazendo seus trabalhos ali mesmo, além de ser um ótimo lugar para comprar lembrancinhas.

Se for visitar próximo a hora do almoço também é interessante, pois a sua volta estão vários bons restaurantes.

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Foto: Mercadão em um domingo de manhã.

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Foto: Arte local.

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Foto: Queijo e os temperos de Minas.

4- Mirante da Cruz.

O Mirante do Cruzeiro, é outro mirante alternativo para a cidade e tem um visual maravilhoso.

De lá, é possível ver a cidade toda, Diamantina fica parecendo estar numa maquete para que você possa apreciar cada detalhe. O caminho de carro até lá não é dos mais simples, mas nada que o GPS não resolva! Também é preciso ter cuidado na região, pois o entorno do Cruzeiro não é muito seguro, conforme informações de moradores locais e tem ocorrido assaltos por lá. Por isso, evite ir sozinho ou em poucas pessoas e sem conversar com algum residente antes.

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Foto: Cruzeiro – pode ser visto de longe.

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Foto: A vista do cruzeiro da bela Diamantina.

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Foto: Religiosidade até aqui.

5- A vesperata e cervejinha – A boêmia em Diamantina.

Mas e dai?? Ondes estão os Bares?? – Você esta se perguntando…

A maior parte dos bares estão na rua Quitanda, próximo a Matriz, entre eles indico o bar Baiuca, que é um excelente lugar para beber uma cervejinha.

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Foto: Não dá para ficar sem um chopp nas ruas de Diamantina depois de um sobe e desce de ladeiras

Sobre a Vesperata

A vesperata é um concerto realizado pela banda da cidade e acontecem geralmente dois finais de semana por mês. Agora em 2017 esta ocorrendo de abril a outubro. Para ver o calendário 2017 clique  aqui.

Este espetáculo foi criado por artistas da própria cidade, onde nas noites de Diamantina todos os músicos ficam de prontidão nas sacadas coloniais da Rua da Quitanda, e toca para um público que pode estar nas mesas (compradas), ou em pé na rua.

A apresentação músical é top!. Ao som de flautas e Sax, Saxofone são tocadas músicas antigas que marcaram época, músicas atuais e hinos… lindo de ver, de verdade!  No começo da rua fica o maestro, conduzindo este belo show.

As bandas que participam são as do 3º Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais e Banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz.

Comprei uma mesa com mais 3 pessoas, e penso que vale a pena. A mesa foi R$ 180,00  e geralmente é preço padronizado pela prefeitura.

Não a maneira melhor de conhecer Diamantina! Vá nessa época.

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Foto: Os músicos na Sacada.

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Foto: Se observar na foto verão o maestro e um casal de peruca branca próximo que representa o contador e Chica da Silva, que passa nas mesas  tirando fotos.

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Foto: Vesperata.

Vídeo: Um pouco da vesperata – O vídeo não transmite a emoção de viver um momento tão especial como este.

Vídeo: Mais um música da vesperata – Desculpe a qualidade do vídeo – foi feito de celular.

6- Gruta do Salitre.

Caso tenha um tempinho a mais, vale a pena conhecer este lugar top. Como fui duas vezes consegui conhecer.

Localizada a 9 km de Diamantina e a 1 km do distrito de Extração (Curralinho), a Gruta do Salitre já foi palco de concertos, e cenário para produções de séries, novelas e filmes.

Formada de quartzito e com aspecto de um castelo medieval, a Gruta tem uma acústica perfeita, por isso mesmo foi escolhida com palco de concertos na cidade..

A gruta tem este nome devido a extração do Salitre, ítem utilizado para a fabricação de pólvora.

Os cânions de pedra desta gruta a divide em vários salões, o maior tem 64 metros de largura e cinco metros de altura – um belo espaço, não?

Suas formas pontiagudas remetem à arquitetura das igrejas deixando o lugar ainda mais interessante. Fui por conta própria e foi bem tranquilo.

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Foto: No caminho você encontrará placas indicando que você esta em um dos trechos da estrada real.

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Foto: A gruta vista de fora… top, não?

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Foto: Já dentro da gruta.

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Foto: As formações criadas pelo vento e chuva.

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Foto: Vão ter que encarar algumas escada, ok?

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Foto: Foto nada a ver…rs.

A viagem continua…

Relato Anterior: Parque Estadual do Biribiri – MG.

Recomendo: Milho Verde – MG.

LIÇÕES APRENDIDAS:

1- Recomendo pelo menos 3 dias inteiros em Diamantina para aproveitar bem a cidade e arredores.

2- Relembrando: Como sempre é preciso ter cuidado na região do entorno do Cruzeiro, pois os locais dizem que não é muito seguro. Então é sempre bom não ficar sozinho e melhor ir em grupo para reduzir os riscos.

3- No Mercado de sexta à noite geralmente há eventos – procure saber sobre a Sexta Cultural.

4- O Instituto Biotrópicos é o responsável pela gestão do Monumento Natural Gruta do Salitre e orienta que visitas e práticas esportivas podem ocorrer em qualquer dia da semana na Gruta do Salitre, desde que agendadas e devidamente autorizadas, fui sem guia, pois não sabia disso, por isso recomendo procurar saber melhor sobre esta visita.

5- Eu não consegui ir, mas dizem que vale a pena conhecer o Sarau do Projeto Arte Miúda que ocorre na Igreja São Francisco de Assis, geralmente nos domingos de manhã.

Click aqui para mais informações.

QUEM PODE TE AJUDAR?

O site oficial da cidade te ajuda com muito mais informações: http://www.diamantina.mg.gov.br

 

  1. Renan Augusto Massuco Pinto says:

    Muito boa as dicas. Post completo para aqueles que não conhecem e para os que já conhecem e que precisam voltar.
    Parabéns pelo trabalho.

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