Parque Nacional da Serra da Canastra – MG

INFORMAÇÕES DE: Fevereiro de 2017.

ROTEIRO PARA: 1 dia.

TIPO DE VIAGEM: Feriado prolongado de Carnaval.

HOSPEDAGEM: Airbnb – Aplicativo para hospedagem em casas – Piumhi.

Valor da diária com taxa de limpeza: R$209/dia – R$ 130,63 / pessoa.

Informações e mais detalhes no post de Capitólio.

Caso prefira aproveite e reserve seu hotel aqui com o Quero Mochilar.

SOBRE O PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA

Este belo parque no sudoeste de Minas Gerais criado em 1972 tem uma área de mais de 200 mil hectares e abrange 6 municípios: São Roque de Minas, Vargem Bonita, Delfinópolis, Sacramento, São João Batista do Glória e Capitólio.

O parque foi criado para por ser uma área de extrema importância para o país, pois aqui estão nascentes de alguns dos principais rios do Brasil como o São Francisco e o Grande, sendo essencial na formação de bacias como a do São Francisco e Paraná.

O parque também abriga paisagens deslumbrantes e a segunda maior cachoeira do estado – Casca D’Anta – com 186 metros de queda d´água e a primeira queda do “velho Chico”.

Devido as condições precárias das estradas de acesso este parque ficou isolado por alguns anos e só há pouco tempo tem entrado no roteiros de viagem de ecoturismo.

Andar pelo parque é se encantar com paisagens em constante mudança entre campos rupestres, que são cheios de delicadas flores, cerrado típico e matas de galerias com exuberante vegetação atlântica. Com toda esta preservação o parque abriga várias espécies de animais ameaçados de extinção, como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará e o tatu-canastra.

Neste pedaço preservado de minas há também um vida rural que mantém as velhas tradições culturais, como muros de pedra sem cimento e a irresistível receita do queijo canastra.

Um lugar que vale a pena…

Como chegar?

Trajeto asfalto: 54,5 km – 45 min – boas condições.

Trajeto terra: 22 km – 40 min – boas condições.

O acesso mais fácil para conhecer a principal atração do parque – Cachoeira Casca d´Anta – é a portaria 4, que fica em Vargem Bonita.

Para chegar até lá partindo de Piumhi ou Capitólio temos que pegar a MG – 341 sentido São Roque de Minas, andar até Campinópolis. Nesta cidade se você estiver usando o GPS ele vai mandar você entrar e seguir em uma estrada de terra. Não faça isso!! Seguimos o GPS, desconfiamos e perguntamos e ai voltamos para a MG-341 que cruza esta vila e continuamos reto.

Continuando na MG- 341 logo você chegará em um trevo e verá placas sentido Vargem Bonita, dai é só seguir. Chegando na cidade, pegar a rua principal e seguir, que logo verá placas indicando a Casca d´Anta.

Pegar estrada de terra por mais 22 km, mas não se preocupe a estrada é boa e sem trechos com mais dificuldades.

Mapa: Caminho de Piumhi a Vargem Bonita coma correção do erro do GPS.

Quando ir?

É possível visitar o parque o ano todo, sendo que no inverno fica mais difícil o banho nas piscinas naturais, pois é uma região que faz frio. A vista da cachoeira é linda o ano todo, sendo que na época de chuva a força da queda é mais intensa (de outubro a março) e o volume é maior.

Evite ir ao parque em dias de chuvas, principalmente se for fazer a parte alta e baixa (o que fiz neste post).

Tentar chegar no período da manhã é a melhor pedida, visto que devido as condições geográficas do parque costuma chover com freqüência na parte da tarde.

Segurança.

Em dias de chuva não recomendo fazer a parte de cima, principalmente se você não for acostumado a fazer trekking, o caminho quase todo é feito por pedras e elas vão ficar extremamente escorregadias. Cuidado também com o risco com trombas d´água.

ROTEIRO

Planejamento

Na verdade só sabíamos que queríamos ir, que era um pouco longe e só.

Nosso planejamento foi acordar cedo, ler na internet o rumo, ligar para a Francisca (Dona da casa que alugamos) e ir. Sorte nossa que ela sabia tudo e passou o caminho certinho, assim mesmo com o erro do GPS, não erramos.

Saíamos um pouco mais de 8 horas de Piumhí e chegamos no parque as 10h00.

A viagem foi super tranqüila e a paisagem quando estamos chegando na portaria é um espetáculo a parte. A Casca d´Anta nos dá boas vindas antes mesmo de chegar ao parque – linda e imponente como só ela sabe ser.

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Foto: Ainda no carro já vamos admirando a paisagem e mal sabia eu que ia estar lá no topo no meio do dia… (rs).

Sobre o Parque Nacional da Serra da Canastra:

Entrada: R$ 10,00.

Horário de funcionamento:  8h00 as 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após as 16h00.

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Foto: Sede – Portaria 4.

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Foto: Mapa do parque com a nossa localização.

Partindo desta portaria é possível conhecer a cachoeira por baixo, que é a melhor pedida, por ser uma trilha fácil, bem estruturada e de apenas 1,5 km (ida), que irá te levar na boca da cachu e conseguirá vê-la por completo – o melhor visual.

Se você tiver mais tempo e muuuuuuita disposição pode fazer a trilha para conhecer a parte alta e a parte baixa, o que levará o dia todo, seu presente será uma bela aventura e boas lembrança futuras (rs).

Sobre a Trilha: Parte Alta e parte baixa da Cachoeira Casca D´Anta.

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OBS 1: Tempo considerando: ritmo de pessoas não acostumada com trilha e tempos de parada para descanso e fotos.

OBS 2: Se optar por fazer somente a trilha por baixo 3 km (ida e volta) é mais fácil e rápido.

Chegamos no parque em torno das 10h00 e conversando com a equipe local eles nos orientaram que se fossemos fazer a trilha para ver a cachoeira por cima, era bom começarmos por ela.

Da sede andamos uns 500 metros até um ponto de apoio para descanso e proteção de chuva, lá havia uma placa mostrando a entrada para quem quisesse fazer a trilha para subir a serra, mesmo tendo ouvido falar que era difícil, o tempo estava bom e resolvemos ir.

Dali a placa diz que a trilha tem 7,4 km (ida e volta), entramos e fomos.

No início da trilha vamos admirando a bela queda d´água e o caminho é quase 100% subida, este começo é mais tranqüilo e como a trilha é no cerrado aberto pegamos sol boa parte do tempo.

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Foto: No caminho vamos admirando a bela queda.

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Foto: A bela Casca d´Anta – com 186 metros e a segunda maior cachoeira de Minas Gerais – Sexta do país.

Esta trilha esta nas TOP 5 que fiz na vida, realmente ela é difícil e para quem não esta acostumado com trekking sofre um pouco (na verdade bastante) – Desculpe entregar vocês meninas companheiras, mas temos que dar exemplos para os leitores (rs).

Há várias partes entre pedras que temos que fazer muito exercício de subir e descer, há também lugares onde passam minas de água e as pedras ficam ainda mais escorregadias, as subidas são íngremes e a trilha esta sinalizada, mas algumas vezes nos sentimos inseguros se estávamos realmente no caminho certo, as placas de sinalização estão velhas e algumas nem conseguimos ler.

Mas…

Passar por tudo isso compensa pelo visual, a vista da própria subida é um espetáculo, conseguimos ver longe a região quase toda, lindo demais!!

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Foto: Olha a imensidão de tudo isso!!!

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Foto: O visual é fantástico!!!

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Foto: As vezes andamos bem próximo de paredões e precipícios e não podemos distrair…

Durante o caminho há plaquinhas para nos dar animo, mas parece que não chegará nunca. Teve um momento que uma das minhas companheiras abandonou sua mochila no meio do mato para deixar o peso e continuar a parte mais difícil (sim, na volta a mochila estava lá intacta).

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Foto: Animador né? – Perigo x Força Campeão…rs.

Foram várias paradas, eu pentalhando as meninas para apresar (cheguei a ser chato (vergonha)), e muito tempo depois chegamos na parte alta.

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Foto: Quase chegando no todo somos agraciados por esta bela imagem do cerrado todo florido.

Quando chegamos logo vemos onde ficam os carros das pessoas que vão para lá por uma estrada que dizem estar bem ruim e que só chega de 4×4, e próximo a este estacionamento há uma corredeira excelente para banho e mais abaixo uma bela cachoeira que é uma das primeiras quedas antes de chegar na queda da Casca D´Anta.

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Foto: Como podemos ver só caminhonetes no estacionamento da parte alta.

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Foto: O poço próximo ao estacionamentos onde a maioria das pessoas nadam.

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Foto: A primeira queda que acontece antes de começar a Casca d´Anta.

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Foto: Uma trilha bem íngreme e é possível ir se deliciar nestas águas.

Fomos seguindo a trilha e subimos em um mirante, uma decepção na hora, a paisagem era linda, mas havia visto toda aquela paisagem do caminho e eu jurava que quando eu chegasse lá em cima ia ver a cachoeira por cima, mas não… umas fotos no mirante, desci e fui para outro mirante, onde vemos o inicio da cachoeira, mas nada tão próximo ou incrível.

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Foto: Vista do Mirante – Top, não? Vim lá de baixo, dá pra acreditar???…rs.

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Foto: Show de paisagem… sem mais.

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Foto: Exausto, mas de uma canseira boa.

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Foto: Esta é a Casca d´Anta vista por cima… quando você ver as fotos dela por baixo, que era onde eu estava vai entender minha decepção…kkkk.

Até chegamos a discutir: Subimos sofrendo para isso???

O pessoal estava exausto, e eu também, eu Marthon não me arrependo e subiria novamente se tivesse que escolher, valeu pelo desafio, aventura, calorias perdidas e visual que renderam belas fotos, mas a “decepção” foi que estávamos esperando ver a oitava maravilha do mundo.

Descansamos um pouco e com muita preguiça começamos o caminho de volta, que foi bem mais fácil, grande parte da subida virou descida e as subidas mesmo foram poucas.

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Foto: Cruzamos com um dos habitantes da canastra. Claro, respeitamos ela e sua casa.

Apressamos um pouco na reta final para passar principalmente a parte íngreme pois estava formando tempo de chuva e não queríamos pegar isso bem aqui, graças a Deus pegamos a chuva só nos 5 mim finais e bem pesada, chegamos ensopado…rs.

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Foto: Acelera que ela esta chegando…

Esperamos a chuva passar no ponto de apoio, estávamos sem água acredita (rs)… um cara viu eu tentando pegar água da chuva e nos deu um pouco.

Parando a chuva fomos então ver a cachoeira por baixo. Como havia chovido a trilha estava cheia de lama, mesmo ela sendo boa e estando bem conservada.

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Foto: Os quatros ensopados rumo a parte baixa agora…

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Foto: Trilha pela parte baixa, antes de chegarmos na parte de mata.     

Esta trilha é bem mais fácil, depois do que tínhamos encarado não percebemos dificuldade nenhuma (rs). A trilha é no meio da mata fechada, por tanto sombra e com menos pedras.

Quando chegamos aos pés da majestosa Casca D´Anta é de arrepiar. Pessoal, é a coisa mais linda e o volume ainda estava grande e cheio de vapor que refrescava a gente do corpo quente da caminhada. A vontade era de pular no poço, mas não dá…rs, pois ele é curto e a queda muito forte.

Visão 360  – Arraste com o mouse – Crédito da foto para: Rômulo Fonseca de Freitas.

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Foto: Linda!! Era tanta água no ar que era difícil deixar a lente da câmera seca.

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Foto: Admirando tamanha beleza, mais uma top para lista.

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Foto: Um arco íris para enfeitar ainda mais a paisagem.

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Foto: Encantado.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato dentro (ainda neste ano no Quero Mochilar).

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Foto: As companhias desta aventura cansativa mas boa para alma.

Várias fotos depois, voltamos… foi difícil terminar o caminho, as pernas de todo mundo estavam latejando…rs.

Na sede havia uma bica de água potável, enchemos nossas garrafas lá e matamos até que enfim nossa sede que estava demais.

Terminamos olhei o horário 16 h, ou seja, ficamos 6 horas no parque, olhei o mapa da trilha no Wikiloc que estava fantástico, dai em vez de salvar apagou a minha trilha toda (que ódio) ela estava perfeita para passar para vocês, com todos os detalhes, sorry!

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Foto: Print da Tela que fiz quando cheguei no topo da cachu. Dá para ver o quanto subimos, até 1.197 metros de altitude, show né??

Haviam vários restaurantes pelo caminho de comida caseira e mineira e nós azuis de fome, mas estávamos tão cansados e molhados que não víamos a hora de chegar no apartamento.

Só passamos para comprar e experimentar o queijo da serra da Canastra em uma vendinha bem simpática que vimos pelo caminho chamada: Queijos da Canastra e doces caseiros (aceitavam cartão).

Entramos lá fomos muito bem atendido, mesmo tendo comido quase todo o queijo e a goiabada cascão do Cristiano…rs.

Experimentando o queijo fresco então não restou dúvida tenho que levar 1, comprei um queijo por R$ 25,00 e  R$ 18,00 a goiabada.

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Orçamento para o dia: R$ 157,87/dia/pessoa (Hospedagem em Piumhi, deslocamento de carro  com 4 pessoas e entrada do parque).

Orçamento sem hospedagem: R$ 21,00/dia/pessoa (Entrada no parque, deslocamento de Piumhí de carro com 4 pessoas)

* Não considerei compras: Goiabada + Queijo Canastra: R$ 43,00.

 NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR:

 1- Há restaurantes com comida mineira próximos a portaria. Um franguinho caipira no fogão a lenha ficou para próxima no meu caso, mas eu de você não deixava esta passar não…rs.

2- Queijo da Serra da Canastra – Fantástico.

3- Goiabada Cascão da Canastra.

A viagem continua…

Relato Anterior desta viagem: Capitólio.

Outra Cachoeira em Minas: Itacambira.

RESUMÃO DO QUERO MOCHILAR EM PDF – resumao-serra-canastra-pdf

LIÇÕES APRENDIDAS:

1- Sobre o orçamento diário: Se forem vir de Capitólio há um pedágio de R$ 5,50 para pagar na ida e na volta.

2- Parques Estaduais geralmente tem limite de entrada estipulado em planos de manejo, então sempre é bom chegar cedo.

3- Para fazer a trilha para ver a Casca d´Anta por baixo e por cima é bom começar no máximo as 10h00. Fazer primeiro a parte superior e depois a inferior (que é um espetáculo).

4- Se for ao parque para fazer somente a trilha da parte baixa, metade do dia é o suficiente, procurar outro passeio na região para completar o dia. Existem várias outras cachoeiras na serra da Canastra.

5- A referência deste post é somente para conhecer o parque pela Portaria 4 – Vargem Bonita.

6- A trilha é bem pesada (parte de cima e de baixo) portanto ir bem preparado: Tênis confortável, boné, protetor solar, muita água (mais de 2 litros) e lanches leves e fazer um milagre para levar tudo isso e pesar pouco, pois mochila pesada será um empecilho.

7- Há banheiros bem conservados no início das trilhas.

8- Na portaria 4 é possível nadar nas piscinas formadas após a queda, pois no poço da Casca D´Anta é impossível pelo tamanho dela e força da queda.

9- É possível conhecer a cachoeira por cima com carro 4×4, por São Roque de Minas, você terá acesso a nascente do Rio São Francisco e outras cachoeiras.

10- O acesso ao Parque Nacional é por terra. As condições de tráfego podem ser precárias em época de chuva. Informe-se previamente.

QUEM PODE TE AJUDAR?

 1- Dona do imóvel em Piumhi – WhatsApp: Francisca – (37) 9 9946 7655.

Obs: Ajuda somente com hospedagem em Piumhi – 76 km do parque.

2- Queijos da Serra da Canastra: (37) 9 9141 4414 – WhatsApp e (37) 9 9969 8337.

PS: Informar que viu os contatos no Blog.

3- Site Oficial do Parque: http://www.serradacanastra.com.br/

  1. Ana says:

    Um trekking super pesado só com subidas e que vale a pena somente pelo visual e não pela cachoeira vista de cima, para mim. Já a parte baixa compensa e vale cada Km andado…… Uma das mais belas cachoeiras que ja vi. Serra da Canastra ainda esconde varias outras belezas. Recomendo visitar esse lugar.

  2. selvita resende says:

    Bom trabalho, mas com certeza terá que voltar e completar esse circuito de cachu(s) fantásticas e outras atrações da região da riquíssima e bucólica Canastra. Parabéns pelo relato, pelos roteiros e orçamentos. E que tenha muitos e bons passeios, tão úteis ao próximo . Um abraço, já estou utilizando suas informações preciosas.

  3. Dayane says:

    Foi um tremendo desafio pra mim subir, achei que não conseguiria, muita sede, cansaço… ainda mais com um pulmão se recuperando após parar com o cigarro. Mas foi uma vitória conseguir chegar… esqueceu de relatar sobre a cobra que avistei, para que as pessoas fiquem alertas nesse tipo de local. Amei a aventura, e espero numa próxima estar mais preparada rsrsrsrs Beijão 🙂

  4. Que fotos mais maravilhosas! essas viagens do nada, quando falamos “vamos? então vamos!” são as melhores, sempre valem a pena! adorei o post

  5. Marthon, ficou excelente o post! Lindas fotos e muito bem explicado. Parabéns. Adoro essas fichas técnicas sobre as trilhas. Sempre se destacam!

  6. viajei_compartilhei says:

    Quanto lugar lindo. Registrou bem cada cachoeira gostosa. Cada esforço com certeza foi bem recompensado.

  7. Dhebora says:

    Bom muito o seu post! Sempre muito bem detalhado e explicativo! A Serra da Canastra parece ser um lugar lindo! Só vejo fotos bonitas de lá e as suas também estão ótimas… só não curti a foto da cobra! Tô fora hahaha

  8. Gente, quanto lugar lindo esse nosso Brasil tem! Quanta paisagem de tirar o fôlego nessa Serra da Canastra, amei todas as fotos!! O GPS às vezes prega cada peça, né? Ainda bem que deu tudo certinho. Abraço!!

  9. Adoro um trekking, já fiz alguns mas nenhum pesado… Tenho muita vontade de conhecer esse parque, já tinha pesquisado sobre ele, muito lindo!! Parabéns pelo post, adorei.

  10. Gabriela says:

    A Casca d´Anta é com certeza algo que todo mundo merece ver. É linda! A Canastra toda aliás, né?

  11. Que maravilha! Seus posts são sempre MUITO completos, né?
    Eu já conheço esse parque, mas estou doida para voltar com o maridão! E quando nós formos nós utilizaremos TODAS as suas dicas e roteiros! Que maravilha!
    Abração!

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