Cabo da Boa Esperança – África do Sul

Cabo da Boa Esperança, aquele mesmo dos livros de história e que já foi conhecido como Cabo das Tormentas. O lugar que inspirou lendas de monstros mitológicos e foi o ponto mais temido dos mares pelos marinheiros, com aproximadamente 26 naufrágios na bagagem. Hoje, este cantinho no extremo sul do continente africano, é um lugar bem preservado e que faz parte do Parque Nacional Table Mountain, o mais famoso de Cape Town, sendo ponto de parada obrigatório para todos que visitam a cidade a procura de belas paisagens e história.

INFORMAÇÕES DE: Setembro de 2017.

ROTEIRO PARA: 1/2 dia.

TIPO DE VIAGEM: Mochilão de Férias África do Sul e Namíbia – Parte XIII.

HOSPEDAGEM: Cape Town – Never at home Hostel ( R 1.100 – R$ 330,00 – Quarto misto com 8 pessoas – Valor de 4 diárias).

Este é um dos hostels mais famosos da cidade entre os brasileiros. É ótimo, bem localizado, limpo e organizado.

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SOBRE O CABO DA BOA ESPERANÇA

Em 1488, o navegador português Bartolomeu Dias chegou pela primeira vez na região após enfrentar dias de muitas tormentas e tempestades, sendo o primeiro navegador a conseguir contorná-lo, o que foi um grande feito para época. Estava agora descoberto um novo caminho para as índias. Por este fato, Bartolomeu batizou o local de Cabo das Tormentas.

Ao chegar de volta as terras lusitanas Bartolomeu Dias narrou o ocorrido ao Rei João II, que não se simpatizou com um nome que poderia causar medo aos navegantes, e preferiu nomeá-lo de Cabo da Boa Esperança.

O Cabo da Boa Esperança fica a oeste de Cape Town, e faz parte do Parque Nacional Table Mountain. Ao contrário do que muitos pensam, ele não é o ponto mais extremo do continente africano, mas sim o ponto mais ao sudoeste, conhecido como Cape Point. Com o Cabo das Agulhas, a 150 km a leste, fica com o título do ponto extremo da África, mas apesar disso, o lugar que é show e que vale a pena a visita continua sendo aqui.

13- Quero Mochilar Cabo da boa esperança

Como chegar?

Para conhecer o Cabo da Boa Esperança podemos optar por 4 maneiras: Carro alugado, guias turísticos particular, taxi/uber e agências de turismo, pois o transporte público não chega até ao parque.

O que a maioria dos turistas fazem é o bate e volta de Cape Town.

Agora vamos lá para as opções…

Opção 01: Carro

A entrada do parque está em torno de 75 km de Cape Town e o acesso até lá é feito todo por  estradas asfaltadas em ótimas condições.  A principal, e a rota que recomendo é a estrada oeste da Table Mountain. Esta é também a preferida pela agencias de turismo, pois passa por paisagens incríveis como: As encostas dos 12 Apóstolos e Chapman’s Peak.

Nesse caminho há um pedágio de R 42 (R$ 12,60) e é sempre bom lembrar que na África do sul se dirige na mão inglesa.

Opção 02: Guia turístico particular

Contratar um guia é uma ótima saída, principalmente se você quer otimizar seu tempo e conhecer melhor o lugar e sua história.

Esta foi a maneira que escolhi para conhecer a região. Acabei contratando uma guia portuguesa que reside em Cape Town, e foi ótimo, tanto o tour como a companhia. Além do fato de estar de carro e fazer o deslocamento rápido, pois um guia conhece atalhos, e acaba otimizando o seu tempo.

Para quem interessar coloquei seus contatos e mais detalhes do seu trabalho no fim do post.

Opção 03: Uber ou Táxi

Em Cape Town há Uber, que funciona muito bem e é barato. A viagem fica em torno de 600 rands (R$ 180,00) – só um trecho. Táxi, creio eu que deve ficar uns 60% mais caro.

Se for de Uber, há uma dificuldade: lá dentro do Parque alguns pontos são distantes um dos outros, e você tem que ter ciência de que acabará andando bastante.

Opção 04: Ônibus Hop On Hop Off

Você também pode optar pelo passeio completo naqueles busões vermelhos que quase toda cidade turística tem. Não usei a empresa em Cape Town, mas utilizei seus serviços em Johannesburgo é foi ótimo. Ah, ainda se você tiver usado os seus serviços em algum outro lugar da África, guarde o recibo, pois ele te dá desconto na próxima compra.

Valor: 550 rands (R$ 165,00) – Preço ida e volta e ainda com muitas outras paradas pelo caminho.

Eu penso que esta é uma ótima pedida, principalmente se esta sozinho.

Saiba mais aqui: City Sightseeing.

Quando ir?

Em Cape Town as estações do ano são bem definidas. O verão, que ocorre entre os meses de dezembro a março é quente, seco e com pouca chuva. Até março alias, chove pouco.

A melhor época para visitar a cidade é de setembro a dezembro, sendo que dezembro é a alta temporada e tudo aumenta de preço, além das atrações estarem sempre cheias. Vale lembrar que na Cidade do Cabo praticamente não há baixa temporada, há alta e média.

Durante o inverno, as temperaturas podem ficar próximas a zero grau na região. E o período de junho a agosto é o mais chuvoso, ou seja, frio e chuva, o pior momento para pegar uma praia.

Importante lembrar que o mar é gelado o ano todo, mas muito gelado mesmo…rs. São poucos que se arriscam a dar um mergulho. Falam ainda que no verão, devido as correntes marítimas o mar é ainda mais gelado, mas não sei se isso é fato.

Em relação ao Cabo da Boa Esperança: Antes de programar sua visita, pesquise a previsão do tempo. Este realmente é um lugar que merece um dia de sol bem bonito para ser conhecido.

Segurança.

A principal dica é: Cuidado com os babuínos!

Em hipótese alguma alimente os animais ou se alimente na frente deles (principalmente isso). A não ser que queira aventura das brabas… rs.

Pasmem!!! A fama é que eles aprenderam até a abrir carros e bolsas e roubam comidas e objetos dos turistas.

Outras dicas são:

  • Vá bem agasalhado, pois venta demais e frio.
  • Use protetor labial no inverno para sobreviver a combinação: Vento + frio.
  • Leve algo para agasalhar o pescoço.
  • Bonés e chapéus voam com freqüência, e para bem longe. Fique atento ou terá que correr bastante… rs.

 Falando em segurança: Você já tem seguro viagem? Não?

Viajar sem é loucura, portanto nunca faça isso!

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ROTEIRO

Dia 11: 06/09/2017 – Parte I.

Acordei cedo, estava cansado ainda da viagem do dia anterior, vindo de Oudtshroon, mas nem por isso menos ansioso. Afinal, Cape Town era uma das cidades que eu mais estava curioso para conhecer do meu roteiro.

Na hora combinada, estacionou em frente ao Hostel, Krisna, a guia que eu tinha fechado para passar o dia conhecendo as atrações mais distantes da cidade. Como meu tempo em Cape Town era curto, não havia espaço no meu cronograma para imprevistos, e vi na possibilidade de fechar o dia com um guia a melhor forma de aproveitar ao máximo.

Krisna é portuguesa, mas mora na cidade há anos, e conhece Cape Town como ninguém, além de ser uma companhia super agradável. Foi uma ótima pedida contratá-la.

Sobre o Tour guiado

Antes de partir para o Cabo da Boa Esperança paramos para fazer o passeio na ilha das focas, um tour de aproximadamente uma hora, mas que vou deixar para contar esta experiência no post sobre Cape Town, e vou seguir aqui direto para onde interessa: O Cabo da Boa Esperança.

A rota escolhida para seguirmos até a entrada do parque não poderia ser outra que a Chapman’s Peak Drive.

Um pouco sobre a Chapman’s Peak Drive…

Esta é uma rota de 9 km que contorna o Chapman’s Peak. Nem cogite ir por outro caminho, as visões que temos nestes 9 km são fantásticas, passar por aqui é praticamente obrigatório. Há na estrada mirantes para paisagens de tirar o fôlego. Como a vista para Hout Bay e os doze apóstolos.

Pontos de parada obrigatórios neste trajeto:

1- Camps Bay

Daqui você tem uma visão privilegiada para a Table Mountain, conhecida como os 12 apóstolos. A foto cartão postal da cidade para mim é aqui.

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Foto: Camps Bay – A melhor visão panorâmica da Table Mountain.

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Foto: Foi o meu dia de sorte não ter a montanha tampada pelas nuvens. Show, não?

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Foto: É aqui que você tem que caprichar para foto de porta retrato.

2- Mirante para a Hout Bay

Este é outro mirante que esta no caminho, onde você pode parar o carro tranquilamente e terá uma bela visão para a baía Hout.

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Foto: Bela baía Hout de onde partimos para o passeio que leva para ver as focas.

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3- Noordhoek Beach.

Um dos últimos pontos que recomendo parar para admirar é quando chegar em um ponto da estrada onde você terá uma bela visão para a Noordhoek Beach, uma bela praia que eu gostaria de ter tido mais dias para aproveitá-la. Olha que linda!

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Foto: Isolada e com uma grande área de praia.

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Foto: Linda praia, não?

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Vale uma observação sobre a Chapman’s Peak: Há um pedágio de R 42 (R$ 12,60) no caminho.

Encantado ainda com o caminho e com as fotos que  consegui, segui em frente, o dia estava lindo. E em Cape Town isso pode não durar muito, bora correr então…

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Foto: Um pouco do caminho. Belas paisagens e pista boa.

Agora chegou a hora que interessa, vamos lá para as informações da atração deste post…

CABO DA BOA ESPERANÇA

Horário de funcionamento: São dois horários.

  • Verão (Outubro a março): Das 6h00 às 18h00.
  • Inverno (Abril a setembro): Das 7h00 às 17h00.

Entrada: Tem diferentes preços.

  • Adulto R 135 (R$ 40,50 )
  • Criança < 12 anos R 70 (R$ 21,00).
  • Entrar com bicicleta e botes R 140 ( R$ 42,00).

Duração: Conhecer o Cabo da Boa Esperança deslocando de carro dura aproximadamente de 2 a 3 horas. Há possibilidades de fazer as trilhas a pé o que com certeza levará um tempo maior.

O Cabo da Boa Esperança, como já disse, faz parte do Parque Nacional da Table Mountain, e é uma região protegida. A área do parque é bem grande e se quer conhecer de modo rápido melhor vir de carro mesmo, pois os pontos são distantes uns dos outros.

Por ser uma área natural, ao deslocar entre os pontos é quase que um safari. Não se assuste com a palavra Safari, aqui só há herbívoros, nada de felinos famintos, e você verá apenas avestruzes, algumas espécies de antílopes, várias aves e o mais próximo que vai passar do perigo será se encontrar um babuíno enquanto come algo.

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Foto: Vira e mexe tem carros parando na estrada para admirar a fauna.

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Foto: Fiquei encantado em encontrá-las aqui também.

Até Elandes ví. Não os vi no Addo National Park, e tive a sorte de vê-los por aqui. Estes animais são uma espécie de antílope, mas pra mim parece uma cruza com o Nelori, não parece? rs.

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Foto: Elandes.

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Desculpe, desfoquei por causa da fauna…rs

Recapitulando… vamos voltar para as atrações do parque.

O primeiro ponto de parada foi para conhecer o New Lighthouse.

1- New Lighthouse

Este, o chamado de novo farol, na verdade não tem nada de mais, nem uma vista bonita, ou uma paisagem incrível daqui, mas no pé deste monumento está a história de dois famosos portugueses o Bartholomeu Dias, aquele que atravessou o cabo pela primeira vez e Vasco da Gama, outro grande navegador que cruzou este caminho dez anos depois.

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Foto: Farol.

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Foto: Caminhos…

Daqui fomos então para o lugar mais procurado e fotografado do parque.

2- Placa do marco do Cabo da Boa Esperança

Essa é a placa que marca as coordenadas do local, mostrando que estamos no ponto mais a sudoeste desse continente incrível, nossa mama áfrica.

Para tirar sua foto você tem que pegar uma pequena fila, pequena fora de temporada. Esperei uns 10 minutos. Não quero nem pensar como fica isso em alta temporada.

Ahhh, aqui venta muuuuuito, mas muuuuuito mesmo. Se estiver de chapéu, boné etc.. pode tirar, que se voar da sua cabeça, você terá que incorporar o Usain Bolt para conseguir alcançá-lo novamente…rs.

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Foto: A famosa placa em um segundo que ficou sem ninguém… Momento raro.

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Foto: Krisna, eu e Luana.

Fotos tiradas, hora de conhecer o velho farol e admirar a bela vista dos oceanos indico e atlântico, conhecendo a atração final, o Cape Point, que marca a ponta ocidental sul do continente.

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Foto: Entrada para o Cape Point, onde esta o farol.

Para chegar no farol você tem duas opções:

1- Trilha: Grátis.

Você irá subir um caminho de escadas por cerca de 15 a 20 minutos.

2- Funicular: Pago.

Horários de funcionamento:

  • De outubro a março: das 9h00 às 17h30
  • De abril a setembro: das 9h00 às 17h00

Entrada: R 65 (R$ 19,50) –  ida e volta ou R 50 ( R$ 15,00) apenas um trecho.

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Como eu tinha um dia corrido pela frente, optei pelo funicular, mas normalmente iria a pé. Independente disso não deixe de subir, pois lá de cima você terá uma bela vista para os penhascos e os oceanos.

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Foto: Enquanto um funicular sobe, outro desce.

Não se alegre achando que mesmo com o funicular a mamata acabou. Chegando no ponto de descida, você ainda tem que encarar mais 125 degraus para chegar ao topo, que esta a 250 metros de altura, comparado ao nível do mar.

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Foto: A escadaria que terá pela frente.

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Foto: Alertas dos babuínos. Não tirei uma foto deles… que pena!

Um pouco sobre o farol…

Esse Farol foi construído em 1859 em uma localização que servia para enganar os navegantes. No começo, ele foi considerado uma das causas do famoso acidente do navio português SS Lusitânia, que aconteceu em 1911. Por este fato, um novo farol, foi erguido 87 metros mais próximo ao mar.

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Foto: Difícil mesmo foi enquadrar ele na foto…rs.

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Foto: Lá em cima temos este placa mostrando a direção e distância de várias cidades do mundo.

Agora o bonito mesmo é a vista do Cabo da Boa Esperança que temos daqui e dos oceanos.

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Foto: Na pontinha do farol temos um penhasco.

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Foto: A pequena praia de areia ao lado é em homenageia Bartolomeu Dias.

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Foto: Uma visão Geral.

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Mais um lugar incrível na memória, hora de almoçar, e depois conhecer a praia mais famosa da Região, a Boulders Beach de onde continuo este roteiro.

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Meu orçamento para o dia: R$ 404,00 ( $110 dólares + 100 rands).

  • Café da manhã: R 35 – R$ 10,5
  • Tour com guia particular: $ 110 – R$ 374 (Deslocamento para tour de um dia todo, com  entradas (Cabo e Beach),  pedágios e almoço).
  • Funicular: R 65 – R$ 19,50
  • Hostel: R 275 – R$ 82,50

Caso for por conta própria, você poderá ter estes gastos adicionais:

  • Pedágio: R 42 – R$ 12,60
  • Entrada: R 135 – R$ 40,50
  • Almoço Two Ocean: 150 a 245 Rands na média.

NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR…

Se tiver oportunidade, almoce no restaurante do parque o Two Oceans .

Fazendo jus a uma cidade litorânea este restaurante tem um menu a base de peixes e frutos do mar. Ele funciona diariamente das 9h00 às 17h00, e os valores da refeição fica em torno de 200 rands.

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LIÇÕES APRENDIDAS.

1- Recomendo quando for fazer o passeio pelo Cabo da Boa Esperança fazer o dia completo, meio período este parque e o restante outras atrações de Simon´s Town.

2- Não recomendo ir com pressa.

3- Pesquisar sobre a previsão do tempo antes de ir.

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS.

Fuso Horário: + 5h (Brasília).

Língua

A África do Sul tem 11 línguas oficiais e ainda reconhece outras oito línguas não oficiais como “línguas nacionais”.

Das línguas oficiais, duas são línguas indo-europeias— inglês e africâner— enquanto as outras nove são línguas da família bantu (no interior da África o maior filo, Níger-Congo).

O zulu, por exemplo, é o principal idioma da costa leste, enquanto o africâner domina o lado oeste.

O inglês, por sua vez, é muito comum, sendo o principal meio de comunicação entre estrangeiros e locais.

Moeda

O Rand é a moeda oficial e corrente atualmente na África do Sul.

Moeda Africa do Sul

Códigos: ZAR, também grafado R.

  • R 1  = R$ 2,85
  • R$ 1,00 = R 0,35

* Este foi o valor que paguei, que acabou saindo um pouco mais caro por ter solicitado a moeda na minha cidade – Montes Claros – MG.

Cotação atual: Clique aqui.

Vistos e Vacinas

Brasileiros não precisam de visto para entrar e permanecer na África do Sul por até 90 dias.

Cuidar para que seu passaporte esteja com a validade de, pelo menos, um mês depois da data prevista para o retorno.

Também é exigido o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) contra a febre amarela . Sem ele, você pode ser impedido de entrar no país.

Tomada

Tomada Africa do Sul quero Mochilar

A tomada de três furos redondos do lado esquerdo da foto é a oficial do país.

Nem meu adaptador universal servia nela. A maioria dos hostel que fiquei no país tinha como na foto ao lado, a opção de algumas tomadas com outra entrada.

Voltagem: 220 V.

A VIAGEM CONTINUA…

Relato Anterior: Oudtshroon – África do Sul.

Próximo Relato: Boulders Beach – África do Sul.

Primeiro Relato da viagem: Soweto – África do Sul.

YOUTUBE: Veja este resumo de 1 minuto do nosso próximo destino.

 

RESUMÃO QUERO MOCHILAR EM PDF– Roteiro de um dia para imprimir: Resumão_QM_Cabobe

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Contatos:

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A EXPERIÊNCIA COM O QUERO MOCHILAR

Krisna foi minha guia e Cape Town. Apesar de ser portuguesa, reside na cidade a anos e a conhece como ninguém.

Além de uma ótima profissional, por conhecer a história do país, da cidade e te encher de dicas úteis, ela é uma companhia super agradável.

Seu trabalho está mais que testado e aprovado!

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  1. Zeila says:

    Fez-me viajar contigo pela tua forma descontraída de relatar e deliciosa de ler.
    Excelentes dicas. Obrigada!

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