Cape Town – África do Sul

Cape Town, um dos destinos mais procurado da África do Sul. Uma cidade cheia de vida e com atrações para agradar qualquer gosto e idade. Paisagens de tirar o fôlego, contato com a natureza, muita história, lazer e boa comida, com essa combinação, como não se apaixonar por este lugar, não é mesmo?

INFORMAÇÕES DE: Setembro de 2017.

ROTEIRO PARA: 3 dia.

TIPO DE VIAGEM: Mochilão de Férias África do Sul e Namíbia – Parte XVI.

HOSPEDAGEM: Never at home Hostel ( R 1.100 – R$ 330,00 – Quarto misto com 8 pessoas – Valor de 4 diárias).

Este é um dos hostels mais famosos da cidade entre os brasileiros. É ótimo, bem localizado, limpo e organizado.

De qualquer forma, em Cape Town, a melhor opção para se hospedar é procurar algo próximo Waterfront, pois é lá que você irá quase todos os dias atrás de bons restaurantes e entretenimento.

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SOBRE CAPE TOWN

Cape Town ou Cidade do Cabo é a segunda cidade mais populosa, e também uma das mais importantes da África do Sul, sendo a capital legislativa do país, onde encontra-se o Parlamento Nacional e muitos escritórios do governo, além de claro, ser a capital do estado Cabo Ocidental.

Além da sua importância política e econômica, a cidade é um dos destinos mais procurados da África do Sul, por ser bem estruturada para o turismo e ainda ser rodeada de belezas naturais.

Fundada por holandeses, no ano de 1652, hoje essa enorme cidade de cerca de 4 MM de habitantes ganhou posição de destaque na lista dos turistas do mundo todo, e não é à toa. A cidade tem programação para todos os gostos, estilos e idades, que vão desde aventura, com muito contato com natureza, belas paisagens, animais e trekkings, até grandes centros de compras com boa comida e história.

A cidade grita diversidade cultural e diversão aqui é garantida.

Um lugar para ir, ficar e se apaixonar. Pode apostar!

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Como chegar?

A maior parte dos turistas chegam pelo aeroporto da cidade, que por receber muitos visitantes é bem estruturado. Não há voos diretos do Brasil, tendo sempre que fazer uma conexão em Johannesburgo, e depois encarar mais duas horas de voo até a Cidade do Cabo.

A empresa mais usada para voar até Cape Town é a South African, mas também há outras companhias.

Chegando no aeroporto, não se preocupe, lá você encontra serviço de ônibus, táxis, transfers, guias e etc… Vale lembrar que o terminal está a pouco mais de 20 km do centro e o transporte público da cidade deixa a desejar. Portanto a melhor saída e pegar um dos serviços privados, ainda mais se está chegando e cheio de grana.

Há muitos brasileiros que viajam em grupos e optam por alugar carro, que é outra opção para chegar na cidade.

Carro

Se estiver em grupo e tiver segurança para dirigir na mão inglesa, alugar um carro pode ser uma ótima saída. A cidade e a região é bem sinalizada e as rodovias ótimas. Você pode chegar fazendo a famosa Garden Route, uma rodovia litorânea cheia de atrações, ou até vir pela Rota 61, onde está a Cango Caves e a cidade dos avestruzes – Oudtshoorn.

Por terra a distância das principais cidades são:

  • Joanesburgo: 1.400 km. Duração: 14 horas de viagem.
  • Porto Elizabeth: 754 km. Duração: 8h 20 min,

Há ainda opções de trem partindo de Joanesburgo, para quem interessar e tiver com tempo no roteiro.

Quando ir?

Primeiro de tudo, gostaria de lembrar que Cape Town é a cidade mais turística do país, recebendo gente do mundo inteiro durante o ano todo. Portanto aqui não há baixa temporada, só média e alta.

A alta temporada na cidade ocorre no verão, e na África do Sul as estações do ano são nos mesmos meses que aqui no Brasil. O pico de turismo ocorre nos meses de dezembro e janeiro, principalmente nas festas de finais de ano, neste período também são férias escolares no país.

Outro pico de temporada ocorre nos meses que são férias de verão na Europa e Estados Unidos, entre Julho a Agosto. A partir de setembro até outubro costuma ser mais tranquilo para visitar a cidade, mas já chove muito.

O recomendado, para evitar atrações lotadas e altos preços, é viajar entre março e junho, quando o clima ainda é bom e está digamos na média temporada.

Como a cidade tem muitos passeios com atrações naturais imperdíveis, a época do ano irá influenciar diretamente nas atividades que queira fazer. Eu por exemplo fui no início de setembro, e não consegui ir na Table Mountain, o cartão postal da cidade, pois o tempo ficou fechado durante toda a semana que fiquei por lá, e por causa do mar agitado, também não consegui cumprir minha programação em um dia, que seria mergulhar com o grande Tubarão Branco.

Cape Town tem as estações do ano bem definidas. No inverno faz bastante frio, e é possível ver até neves nos picos das montanhas, sendo uma época romântica e ótima para as vinícolas. O verão é bastante ensolarado, com céu limpo.

Em relação a temperatura, ela é um pouco constante, e agasalho não pode faltar na mala em qualquer época do ano.

Por ser uma região de encontro dos oceanos – Atlântico e Índico, venta muito, mas muito mesmo…

Outras dicas em relação ao seu objetivo de viagem:

  • Surfar: Meses ideal: Abril a setembro.
  • Avistar Baleias: Março a outubro.
  • Eventos: Em dezembro até abril: Acontece o Kirstenbosch Summer Sunset Concerts, – O festival de verão que ocorre no jardim botânico.

Segurança

A cidade, assim como a África do Sul como um todo, tem altos índices de violência, principalmente furtos. Por isso cuidado e cautela sempre. As boas práticas que nós brasileiros conhecemos bem e que devemos evitar, tem que ser lembrada constantemente – Não andar em rua escura, não andar sozinho, não carregar muito dinheiro e objetos que chamam a atenção,  etc..

Não tive nenhum problema na minha viagem, mas também não dei bobeira. Há muitos pedintes insistentes na rua, mas insistentes mesmo, as vezes até te seguem…rs.

Em todos os lugares estão sempre alertando os turistas para não andar nas ruas após ás 17 horas, a não ser em área específicas como Waterfront. Por isso, nem cogite andar a noite pela cidade, principalmente no centro, onde dizem ter muitos trombadinhas.

Eu fui bem cauteloso por lá e não dei vacilo, com isso não tive nenhum evento preocupante. Converse bem no seu hoste/ hotel, para entender a região e pegar as orientações de segurança. Essa é a primeira coisa que deve fazer antes de sair para a rua – principalmente em Cape Town.

Falando em segurança: Você já tem seguro viagem? Não?

Viajar sem é loucura, portanto nunca faça isso!

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ROTEIRO

Dia 11 a 13 – De 06 a 08/09/2017.

Cheguei no dia 05 de setembro na cidade, foram 4 noites e 3 dias inteiros dedicado a região, e infelizmente não foi o suficiente. Principalmente por falta de planejamento, e também por que minha programação inicial foi por água abaixo com as condições climáticas daquela semana.

Cape Town é assim, um paraíso, mas suas mais belas paisagens ficarão cobertas caso as condições climáticas não colaborem, por isso mesmo, não podemos contar com a sorte como eu fiz, e devemos deixar uns dias a mais reservados para a cidade no seu roteiro, para não acabar indo embora sem subir no seu cartão postal: A Table Mountain.

Como disse nos posts anteriores, nestes 3 dias, um dia todo dediquei ao Cabo da Boa Esperança e atrações próximas, o outro dediquei a Constantia, e só tive um dia para Cape Town. Nos intervalos das programações dos demais dias acabei passando em algumas destas atrações que vou citar, mas Cape Town mesmo, só fui curtir no meu ultimo dia.

Abaixo, consolidei meu roteiro de 3 dias na região, mais algumas sugestões. Este roteiro pode ser utilizado por você para montar a sua programação e estão descritos em outros posts do blog.

Roteiro de 3 dias em Cape Town:

Agora vamos lá…

Antes de entrar nas atrações, gostaria de lembrar que locomover na cidade é fácil, há: Táxis, Uber e aquele ônibus vermelho que passa nas principais atrações. Incluindo algumas vinícolas em Constantia.

O que podemos fazer em Cape Town?

Primeiro, vamos falar sobre Cape Town para aventura e belas paisagens.

1- Hout Bay

Horário de saída dos barcos: Diariamente *07h50 | 08h30 | 09h15 | 10h00 | *10h45 | 15h30
*Mínimo 15 Pessoas.

Valor:  R 85 – R$ 25,50

Duração:  40 minutos.

A Hout Bay é uma pequena baía próxima a Camps Bay e muito conhecida por ser daqui que saem os passeios para conhecer a ilha das focas.

Esta baía, apesar de não ser usada para nadar, pois há muitos barcos, tem uma água clarinha e uma areia super branca, fazendo um cenário super convidativo.

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Antes de sair para a ilha das focas, aproveite o tempo de espera para dar uma volta pelo local. Há mercados com peixes frescos, barracas de artesanatos e até mesmo restaurantes, como o bem conhecido Marine´s Wharf, famoso por seu fish & chips.

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Foto: Marine´s Wharf, o restaurante mais famoso da Hout Bay.

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Foto: Aproveite o tempo para conhecer os peixes no mercado de peixes.

Sobre o passeio

Há várias empresas que fazem este passeio. Por orientação da Krisna, a guia que nos acompanhava por Cape Town, fechamos com a Drumbeat Charters, onde você pode reservar seu passeio com antecedência pelo site.

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Foto: Uma apresentação espera os turistas voltarem e acompanham o embarque ao som de músicas africanas. Bem legal!

Antes de embarcar, admire a pequena baía. Há centenas de belas imagens para você registrar.

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Foto: O colorido dos barcos e o contraste da montanha.

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Foto: Curtindo a paisagem e registrando tudo… como gosto!… rs.

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Quando fui, acho que dei um pouco de “azar” assim digamos. Fiz o passeio junto com uma excursão escolar e estava cheio de crianças, o que fez atrasar a saída, além do “berreiro” que foi o passeio…rs.

O passeio é show, temos uma bela vista para a baía, e já vemos várias focas pelo caminho.7.6- Quero Mochilar CapeTown

Foto: Luana perdida entre a molecada… rs. Tínhamos que concorrer com as crianças a beirada do barco… rs.

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Foto: Hout Bay.

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Foto: Olha quanta gaivota!! Natureza para todo lado.

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Foto: As “folgadas” usam as boias para descanso.

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Foto: Não sei você, eu acho elas uma simpatia, mesmo sendo fedidas…rs.

Eu já estava satisfeito de tanta foca, mas quando chegamos na ilha delas, ficamos ainda mais encantados. São tantas, que elas chegam a escorrer da rocha literalmente.

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Foto: Uma pedra na meio do oceano tomada por focas. Essa é a famosa ilha que procurávamos.

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Foto: Elas escorregando é o máximo. Não sei se machucam (espero que não), mas eu passaria o dia aqui observando. Show!

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Foto: Uma hora ou outra vem uma curiosa fazer gracinha próxima ao barco. Seria um “oi” isso…rs.

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Gostei deste passeio e pra mim, que amo animais achei que vale a pena. Observá-las no ambiente natural, vê-las nadando, subindo nas pedras, escorregando e chegando próximo ao barco para saciar a curiosidade foi uma experiência super agradável.

Agora vamos lá para outro lugar especial bem próximo a Hout Bay.

2-  Camps Bay

Camps Bay é tido como um dos bairros mais descolados de Cape Town, tanto que é apelidado de Califórnia sul africana. Sua rua principal é bem movimentada, com lojas, restaurantes etc… e tudo isso de frente a uma praia de areia branquinha e águas claras.

Não tive a oportunidade, mas dizem que o por do sol aqui é lindo.

Daqui, temos uma das melhores visões para os Doze Apóstolos, um dos símbolos da cidade, que consiste em uma formação rochosa da Table Mountain. Na verdade são 17 picos, que parecem abraçar o Oceano Atlântico, mas o apelido ficou 12 mesmo, porque afinal os apóstolos eram 12, não é mesmo?… rs.

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Foto: Quem não quer uma fotos aqui, não é mesmo??

3- Table Montain National Park

Horário de funcionamento: Tem variação de acordo com as épocas do ano e as condições climáticas (quando a montanha está encoberta ele fica fechado).

  • Diariamante: Das 8h até 17h30.
  • Verão: aberta até as 21h30.

Valor: R 225 (R$ 67,50)

Para evitar fila, dizem valer a pena comprar a entrada pelo site, que tem regras flexíveis em relação a dias para o uso.

Infelizmente o céu na minha estadia só abriu no primeiro dia, e depois ficou encoberto, assim não consegui visitar o “pão de açucar” de Cape Town. Mas este é um passeio imperdível na cidade.

Recomendo, ler a experiência do Casal Wanderlust, sobre como é visitar o Table Mountain Nacional Parque e a dica de ouro é ir para admirar o por do sol.

Deixo aqui, as fotos de um amigo, do instagram: @marcel.hp que esteve lá e tem fotos ótimas do lugar que perdi de ver com meus próprios olhos…

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Foto: Vista de Cape Town da Table Mountain.

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Foto: Fico chateado ainda de pensar que não consegui subir aqui.

4- Lions Head e Wallys Cave.

Horário de funcionamento: Atração sem portaria com horários específicos.

Entrada: Gratuita.

Duração: 2 horas e 13 minutos (a maioria das pessoas levam até 4 horas, quando o tempo esta bom ficamos mais tempo admirando a paisagem).

A Lion’s Head é uma montanha entre a Table Mountain e Signal Hill. Seu pico está 700 metros acima do nível do mar e lá do alto temos uma das mais belas visões da cidade. A Montanha é facilmente identificada da cidade e faz parte do Parque Nacional da Mesa.

Eu já não ia subir na Table Mountain, uma frustração, e mesmo com a previsão do tempo não colaborando eu teimei que queria subir a Lion´s Head. No fundo tinha esperança que no meio do caminho pudesse abrir um pouco o tempo e eu veria a bela paisagem, e como gosto de trilhas e aventuras, mesmo com frio, garoa e com a dificuldade de achar um guia, eu fui.

Paguei caro, $ 110, por uma guia que me levou no topo da lion´s head e na Wally´s Cave. Caro, mas só por um valor assim eu como guia encararia uma subida daquela com o vento, chuva, frio etc… rs.  Aliás, não foi fácil para a Krisna encontrar alguém disposto a encarar esta subida comigo nestas condições …rs.

Como o tempo não colaborou, não era recomendado ir sozinho, e até por que, depois que vi como era o caminho, percebi que sozinho eu não iria chegar lá com certeza. O caminho não é muito bem sinalizado, você vai seguindo as trilhas e como não havia praticamente ninguém subindo neste dia, eu não chegaria sozinho de maneira nenhuma.

Como foi minha experiência:

Combinei com a guia ás 8h30 no primeiro estacionamento da Signal Hill road, que é o local onde iniciamos a subida. Peguei um Uber do Hostel, e até lá paguei R 65. No horário marcado encontrei com a guia, uma mulher sul africana bem simpática, e que estava acostumada a fazer aquele trajeto.

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Foto: Estacionamento, onde começa a subida. Climinha bom pra caminhar, não é?…rs.

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Foto: Placas indicativas marcam o inicio da trilha.

Mal nos encontramos e já começamos a subida, o tempo não colaborava, mas minha expectativa mesmo assim estava alta. Eu acreditava que veria um pouquinho de paisagem e ansiava pela aventura.

O caminho é uma trilha bem estruturada de terra batida, mas depois de um tempo começamos a subir umas pedras, e o grau de dificuldade só vai aumentando.

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Foto: Caminhos na beira do precipício e sem visão nenhuma.

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Foto: O máximo de paisagem que consegui ver neste dia… rs.

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Foto: Este é o mesmo caminho, mas só que em um dia de sol. Foto doada pelo amigo Marcel.

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Foto: Mesmo sem sol, as flores da montanha davam o colorido ao caminho.

Como disse, depois de um certo ponto o grau de dificuldade aumenta, e temos realmente que escalar. Quem tem medo de altura este é um passeio que a pessoa vai “sofrer” um pouco. Sinceramente, eu não achei difícil, mas pode ser escorregadio e perigoso em dias de chuva, como o que eu fui, pois as pedras ficam mais escorregadias.

A escalada até que é tranquila, pois em vários pontos temos apoios para os pés e correntes para segurar e nos dar equilíbrio. Estes apoios facilitam bastante a subida.

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Foto: Em alguns pontos contamos até com escadas. Escalada Nutella…rs.

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Foto: Apoio para os pés e correntes. Muito importante em dias com as pedras molhadas.

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Foto: Com frio, molhado, suado, mais feliz… rs.

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Foto: As Botas Ecosafety foram perfeitas para a escalada (www.botasecosafety.com.br) – Com o cupom: queromochilar – você tem 20% de desconto na sua compra.

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Foto: Como podem ver, é um trecho até que alto que subimos com estes apoios.

Quando cheguei lá no alto, foi só alegria. Mesmo não vendo nada, a sensação de prazer foi enorme.

Eu estava todo molhado da garoa e do suor, cansado, com bastante frio, mas adorei a sensação de conquista.

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Foto: A paisagem fantástica eu não vi, mas subi a Lion´s Head… rs.

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Foto: No topo da Lion´s Head.

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Foto: Eu e minha guia – boa gente e companhia.

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Foto: Esta é a vista que eu perdi de ver. Muitas pessoas escalam a Lion´s Head para ver o sol nascer daqui. Deve ser uma experiência fantástica, não??

Com muito frio, molhado e sem paisagem bonita para contemplar, acabei que não fiquei muito tempo aqui. Como eu queria muito passar na Wally´s Cave, para conhecer o lugar que esta bombando no instagram dos aventureiros que visitam a cidade, pedi a guia para me levar até lá, já que tinha feito a trilha bem rápido e acompanhado seu ritmo.

Por conhecer bem o lugar, e saber por onde andava, a guia fez um atalho especial e me levou até lá. O caminho, foi em parte o mesmo, e também com muita aventura e por trechos com pequenas escaladas.

A Wally´s Cave, foi descoberta por acaso, e nada mais é que um pequeno buraco na montanha. Pequeno mesmo, ela não é profunda. Na minha cabeça seria um túnel enorme, mas é um buraquinho… rs.

Fui por esta expectativa:

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Foto: Olha esta vista!! (Foto cedida pelo amigo Marcel).

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Foto: Como eu sonhava para minha coleção de viagens uma foto igual a do meu amigo ai…rs.

Mas a minha realidade neste dia foi essa:

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Foto: Mesmo assim, adorei esta foto. Poucas pessoas tem uma assim… isso me consola…kkkk.

Nota importante: Para preservação da flora do parque, parece que esta trilha agora está fechada. Não sei falar sobre previsão de reabertura, mas de tempo em tempo ela é fechada.

Mapa: Trajeto do meu trajeto para a Lions Head e Wallys Cave.

NOTA DO MAPA: No mapa, tem o ponto inicial onde comecei a trilha. Infelizmente esqueci de desligar o aplicativo e acabou contando um pouco do trajeto que fiz de carro na volta, deu um total de 9,33 km, e não sei falar quanto realmente é a trilha. Mas se baixar o Wikiloc e seguir a trilha, poderá fazer este trajeto sem problemas.

Vídeo: Um pouca da subida em vídeo.

Aviso aos navegantes – > Não recomendo ir sozinho, mas se for com um grupo, não precisa de guia com este mapa.

5- Rhodes Memorial

Horário de funcionamento: Acessível todos os dias, a qualquer horário.

Entrada: Gratuito.

Este é um belo memorial ao norte da Table Moutain, na base do Devil’s Peak, construído em homenagem a Cecil John Rhodes, homem que contribuiu grandemente para a formação do subcontinente.

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Daqui é possível admirar a cidade do alto, e tem ótimas vistas panorâmicas para a Cidade do Cabo industrial, o aeroporto e dos Cape Flats, e em um dia claro, ainda é possível ver Helderberg e Hottentots Holland Cadeia de montanhas.

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Foto: Vista do memorial.

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Foto: Outra vista do Memorial – é, não é tão bonita como a da Table Mountain… rs.

O local foi construído onde Rhodes se sentava para contemplar seu futuro, e hoje é um local muito popular para o chá ou o almoço no restaurante, que agora ocupa a casa original construída por Herbert Baker entre 1910 e 1912.

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Foto: Quarenta e nove passos – um para cada ano da vida de Rhodes – conduzem a uma tribuna. As escadas estão alinhadas com paredes de granito em que estátuas de oito leões contemplam a Cidade do Cabo.

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Foto: O busto de Rhodes encontra-se no memorial, ao pé dos degraus e idêntico à estátua em Kensington Palace Gardens, em Londres.

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Curiosidade: O memorial foi desenhado por Sir Francis Macey e Sir Herbert Baker, e construído com dinheiro arrecadado pelos cidadãos da Cidade do Cabo.

Agora, vamos começar a falar de Cape Town para compras, lazer e outras diversões, e para isso, nada melhor que começar pelo Waterfront.

6- Waterfront.

Horário de funcionamento: Diariamente.

Entrada: Gratuita

Site Oficialhttp://www.waterfront.co.za/

Esta é praticamente a região mais turística da cidade. Uma área central onde estão concentradas várias opções de lazer como: lojas, bares, restaurantes, aquário e ainda vários serviços para facilitar a vida do turista como: hotéis, casas de câmbio entre outras coisas uteis.

Todos os dias na minha estadia em Cape Town, antes de voltar para o Hostel, eu dava uma volta pelo Waterfront.

Aqui o que incomoda um pouco é o número de pessoas pedindo dinheiro, mas mesmo assim, é um lugar ótimo para lembrancinhas e souvenirs, comer algo e passar bons momentos observando a movimentação do lugar.

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Foto: Uma visão geral do Waterfront – Penso que é também um tipo de porto, não sei se posso falar assim…rs.

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Foto: O relógio do Waterfront.

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Foto: Victoria Wharf – O centro de compras principal. Há vários ótimos restaurantes lá dentro, principalmente restaurantes de frutos do mar.

Video: Sons do Waterfront.

 

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Foto: É aqui no Waterfront que esta esta moldura para a Table Mountain. Uma das fotos mais clichês dos turistas e eu não ia perder, não é?

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Se você gosta mesmo é de algo mais popular e em conta, não deixe de conhecer o Green market.

 7- Greenmarket e a Long Street.

 A Long Street é rua principal do comércio no centro da cidade – City Bowl.

Nesta rua há várias lojas de souvenirs com preços mais em conta, basta só paciência para garimpar e pechinchar com os vendedores, que adoram por preço de acordo com a sua cara.

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Foto: Os belos produtos africanos – comprei vários.

Colado nesta rua também está o mercado de artesanatos Greenmarket, mais precisamente na esquina da Shortmarker com a Burger St.

Pelo menos na minha experiência, observei que as lojas da avenida, estavam com preços melhores que as das barracas do Green Market, onde passear nem é tão prazeroso assim para te falar a verdade, pois os vendedores não te deixam em paz!!. Por um momento lembrei até do Egito…rs.

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Foto: Uma visão geral do Greenmarket.

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Foto: Um selfie, para não perder o costume…rs.

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Foto: Comprei minhas coisinhas, mas quero uma foto de brinde…rs.

Agora vamos lá pra última dica…

8- Bo-Kaap 

Caso você tenha um tempinho sobrando, passe pelo Bo-Kaap, um famoso bairro muçulmano, conhecido por suas casas coloridas. Também não é nada imperdível, mas é um cenário interessante e um dos pontos de interesse da cidade.

“Nada imperdível” entre aspas, pois se você gosta de comida malaia, que eu desconheço (rs), lá tem ótimos restaurante desta culinária, e esta visita pode se tornar uma ótima oportunidade para uma nova experiência, não é mesmo?

15- Quero Mochilar CapeTown

Estas são as dicas que tenho desta cidade magnífica, e claro, que Cape Town é muito mais que isso. Aqui estou citando o que consegui conhecer, e o que vale realmente a pena na minha singela opinião.

Deixei de conhecer lugares imperdíveis como a Robben Island, por falta de agendamento prévio, então já deixo a dica para vocês de outros lugares para pesquisar da cidade, que podem perfeitamente encaixar no seu roteiro:

1- Robben Island :  Ilha-prisão (presídio de segurança máxima) onde Nelson Mandela ficou muitos anos preso. Hoje a cadeia virou um museu, que mostra a vida dos presidiários daqueles tempos.

2- Green Point:  bairro próximo ao Waterfront, com uma bela e agitada orla.

3- Sea Point: Bairro com mercados, restaurantes, lojas, etc… Esta também é um dos bairros indicados para se hospedar na cidade.

4- Jardim botânico: Dizem ser bem interessante.

E assim  termino minha dicas de África do Sul, e já sabendo que um dia vou voltar. Amei este país!! Foram 14 dias e me renderam 16 posts desta viagem.

Agora nós próximo posts começo a falar da Namíbia. Um país incrível, que me rendeu muita das melhores fotos desta viagem. Não percam as postagens, estão show de bola.

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Orçamento para 1 dia:  Média de Gasto diário em Cape Town : R 1.322,85 (R$ 396,86).

Alguns valores de referência não citados em posts anteriores:

  • Barco – Ilha das Focas: R 85
  • Cafés da Manhã: R 86
  • Compras: R 11,9
  • Alimentação R 510
  • Lembrancinhas e presentes: R 620

Uber:

  • Hostel Never at Home – Lions Head: R 65
  • Hostel Never at Home – GreenMarket: R 32
  • Green Market – Waterfront: R 70

Guia Lions Head: R 1.450 – $ 110.

Obs: Esta estimativa de média de gasto diário consta tudo: hospedagem, alimentação, souvenirs, guias e até os passeios em Constantia e Cabo da Boa Esperança, que foram relatados em outros posts.

NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR…

Aproveite que está em Cape Town para provar pratos com frutos do mar. No Waterfront, mais precisamente no Victoria Wharf, há vários ótimos restaurantes com ótimos preços.

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Foto: Macarrão com frutos do mar.

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS.

Fuso Horário: + 5h (Brasília).

Língua

A África do Sul tem 11 línguas oficiais e ainda reconhece outras oito línguas não oficiais como “línguas nacionais”.

Das línguas oficiais, duas são línguas indo-europeias— inglês e africâner— enquanto as outras nove são línguas da família bantu (no interior da África o maior filo, Níger-Congo).

O zulu, por exemplo, é o principal idioma da costa leste, enquanto o africâner domina o lado oeste.

O inglês, por sua vez, é muito comum, sendo o principal meio de comunicação entre estrangeiros e locais.

Moeda

O Rand é a moeda oficial e corrente atualmente na África do Sul.

Moeda Africa do Sul

Códigos: ZAR, também grafado R.

  • R 1  = R$ 2,85
  • R$ 1,00 = R 0,35

* Este foi o valor que paguei, que acabou saindo um pouco mais caro por ter solicitado a moeda na minha cidade – Montes Claros – MG.

Cotação atual: Clique aqui.

Vistos e Vacinas

Brasileiros não precisam de visto para entrar e permanecer na África do Sul por até 90 dias.

Cuidar para que seu passaporte esteja com a validade de, pelo menos, um mês depois da data prevista para o retorno.

Também é exigido o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) contra a febre amarela . Sem ele, você pode ser impedido de entrar no país.

Tomada

Tomada Africa do Sul quero Mochilar

A tomada de três furos redondos do lado esquerdo da foto é a oficial do país.

Nem meu adaptador universal servia nela. A maioria dos hostel que fiquei no país tinha como na foto ao lado, a opção de algumas tomadas com outra entrada.

Voltagem: 220 V.

A VIAGEM CONTINUA…

Relato Anterior: Constantia – África do Sul.

Próximo Relato: The Namib Naukluft Park (Sossusvlei) – Namíbia.

Primeiro Relato da viagem: Soweto – África do Sul.

YOUTUBE: Veja este resumo de 1 minuto do nosso próximo destino

 

Gostou? Compartilhe! Tem alguma sugestão ou atualização de informação? Enriqueça a pesquisa de seus amigos nos comentários. Além de ajudar o próximo viajante é super importante a opinião de vocês para o blog.

QUEM PODE TE AJUDAR?

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GOAFRICA DOSUL –  YYYYY

Diferencial: Tour feito com guia profissional portuguesa, portanto tour 100% em português e ainda a guia é quase uma sommelier formada – Ótima companhia para as vinícolas.Contatos:Facebook: Click aqui. – Entre em contato.

WhatsApp: + 27 71 273-0501

 

A EXPERIÊNCIA COM O QUERO MOCHILAR

Krisna foi minha guia em Cape Town.

Mesmo sendo portuguesa, reside na Cidade do Cabo a anos e a conhece como ninguém. É também uma ótima profissional, entende da história do país, da cidade e te encher de dicas úteis. E para fechar com chave de ouro é uma companhia super agradável.

Seu trabalho está mais que testado e aprovado!

Não se limite a este post, recomendo a leitura dos posts do Casal Wanderlust, que ficara alguns meses na cidade e tem dicas pra lá de especial.

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