Conselheiro Mata – MG

São nestes lugares poucos conhecidos que encontramos a verdadeira essência de Minas Gerais, e em Conselheiro Mata não é diferente. Pequena, pacata e cercada de natureza, não há lugar melhor para relaxar e desfrutar a vida, e isso inclui uma boa comida no fogão à lenha, a simpatia dos mineiros e renovar as energias nos banhos de cachoeiras.

INFORMAÇÕES DE: Maio de 2018.

ROTEIRO PARA: 2 dias.

TIPO DE VIAGEM: Viagem em feriado.

HOSPEDAGEM: Inicialmente fiquei hospedado em um hostel (R$ 50,00 / pessoa – com café da manhã),  mas acabei saindo por motivos pessoais que não vem ao caso, e depois fui para a Pousada Eco Vila São Jorge (R$ 40,00 / pessoa – com café da manhã) .

Acabei fechando uma parceria com esta pousada, que é nova na cidade e está ainda se estruturando, mas promete! O proprietário, Beonne, é super simpático e não sabe o que faz para agradar os clientes. Diversão garantida aqui. Falo mais sobre a pousada e forneço os contatos para reservas no final do artigo.

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SOBRE CONSELHEIRO MATA

A pequena Conselheiro Mata, com seus quase 1.000 habitantes é um distrito de Diamantina, no norte de Minas Gerais. Escondidinha no norte do estado essa cidade ainda não despontou para o turismo, mas nem por isso duvide de seu potencial. São mais de 22 cachoeiras catalogadas, além de outras atrações e histórias de discos voadores.

Como chegar?

A distância de Conselheiro Mata em relação as principais cidades com aeroporto:

  • Belo Horizonte: 280 km – 4 horas de viagem.
  • Montes Claros: 218 km – 4 horas de viagem.
  • Diamantina: 49 km – 1 hora de viagem (acesso 100% por terra).

Minha experiência: Partindo de Montes Claros pelo caminho mais curto – Há trecho grande de terra ( indicado pelo GPS).

Sai de Montes Claros ás 16h30, peguei a BR-135, sentido Belo Horizonte e segui até o trevo que vai para Águas de Santa Bárbara, duas horas de viagem até aqui (174 km). Poucos quilômetros após entrar no trevo peguei uma estrada de terra, que seria um atalho de 51 km até Conselheiro Mata.

Esta parte da viagem foi um pouco tensa. Como estava noite deu até um pouco de medo, pois é um caminho estreito e muito isolado, onde não passa ninguém. A  estrada não está muito boa, carro baixo em época de chuva eu não recomendo. Neste trajeto ainda tive que abrir 4 porteiras e passar por um riacho… rs, mas enfim cheguei ás 20h10, 3 horas e quarenta minutos de viagem.

Caminho mais longo: Maior parte por asfalto.

Na volta preferi pegar o outro caminho, um pouco mais longo, 277 km, 59 km a mais, mas a maior parte por asfalto. Este é o caminho que faz quem vem de Belo Horizonte.

As estradas de terra aqui estão em melhores condições, são mais largas e são apenas 27 km. Neste caminho passei por Monjolo, Santo Hipólito e Corinto, onde peguei a BR-135 rumo a Montes Claros novamente. A viagem teve o mesmo tempo de duração da ida, mas foi sem preocupação e bem mais tranquila.

Quando ir?

Sendo uma cidade com inúmeras cachoeiras já é de se esperar que a temporada em Conselheiro Mata são nos meses mais quentes, ou seja, verão e principalmente durante as férias escolares. Além dos feriados nacionais e estaduais, é claro!

Nestas épocas é bom reservar sua hospedagem com antecedência, pois há poucas pousadas e uma alta demanda no período. Em finais de semana normais e fora dos meses mais quentes pode ir tranquilo que encontrará hospedagem sem reservar.

Em novembro, acontece o Festival Gastronômico de Diamantina e seus distritos, uma ótima oportunidade para conhecer a bela Conselheiro Mata.

Segurança

Aqui a segurança é apenas cuidados a serem tomados nos banhos de cachoeiras, principalmente com:

  • Trombas d´água: No período de chuva corre o risco de ocorrer trombas d´água. Evite nadar nas cachoeiras, principalmente nas cabeceiras a qualquer ameaça de chuva.
  • Queda de própria altura: Algumas trilhas temos que andar muito por pedras, e algumas delas são escorregadias, por isso cuide de escolher o calçado adequado e ter muita cautela.
  • Afogamento: Alguns poços são bem fundos, então se não conhecer as águas e não souber nadar bem, não se arrisque muito, seja cauteloso.

Por ser uma área com muito contato com a natureza é recomendado estar sempre com um repelente em mãos para se prevenir de picadas de mosquitos e suas doenças, como a dengue.

ROTEIRO

Depois de quilômetros abrindo porteiras e chacoalhando por estradas de terra cheguei a escondida Conselheiro Mata. Já de cara, ao ver aquela cidadezinha tranquila, com suas ruas de pedra e céu estrelado, devido a pouca iluminação, me simpatizei.

Observando cada detalhe que passava pelo meu caminho segui direto para o hostel onde fiquei inicialmente, mal me instalei e já corri direto para rua para conhecer a cidade. No hostel fui orientado que não havia nada para fazer, que tudo estaria fechado, uma pena, pois não é verdade, havia opções de lugares para comer e só descobri isso depois.

A cidade é bem pequena e pacata, mas mesmo assim você pode encontrar um restaurante a noite em uma das pousadas para comer algo. Aliás, isso é uma característica daqui: a maioria dos restaurantes são em pousadas.

Na minha primeira noite parei para uma porção na pousada Beira Rio, bebi minha cervejinha para relaxar e depois fui ter o sono dos justos. Às 23h00 já estava dormindo ao som dos grilos esperando o dia raiar.

CONSELHEIRO MATA

Em uma cidade com 22 cachoeiras coisas para fazer é o que não falta, e vou relatar aqui somente o roteiro que consegui fazer em dois dias completos, e que consta as principais atrações: Cachoeira das Fadas e Cachoeira do Telésforo.

Vamos lá…

O QUE FAZER EM CONSELHEIRO MATA?

Em um dia podemos fazer…

1-  Três em uma: Isso mesmo! Uma trilha com acesso a três cachoeiras.

Distância percorrida para fazer as 3 cachoeiras desta trilha: 5,59 km

Próximo a cidade, sendo possível ir até a pé, está uma das mais procuradas cachoeiras: Cachoeira das Fadas, e nesta mesma trilha, desviando apenas alguns metros você pode chegar a outras duas cachoeiras (Piscininha e Usina).

Vamos falar primeiro dela…

1.1 Cachoeira das Fadas.

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto só para ela: 2,44 km – Ida e volta.

Mapa de deslocamento: Considerando o hostel onde estava como referência.

O começo da trilha fica praticamente dentro da cidade, só abrir a porteira e seguir o caminho, que é todo em pleno sol, e por sorte é curto.

Foto: Esta é a porteira que digo que é só abrir e seguir em frente. Observem as placas ao lado esquerdo da foto.

Seguimos caminhando por uma estrada onde é possível passar até carro, mas não indico ir motorizado, pois não teria onde estacionar, ainda mais se forem muitos veículos. Quando estamos quase chegamos vemos outra placa sinalizando a outra cachoeira, Piscininha. A Cachoeira da Usina é nesta mesma bifurcação, mas não está sinalizada por placas.

Foto: Atenção nesta bifurcação. Reto é a cachoeira das fadas que a própria placa diz 500 metros, mais a frente a direita podemos ver a placa que sinaliza a piscininha. Já a estrada da esquerda é onde vamos para Cachoeira da Usina, que não há placas sinalizando.

Segui então no trevo rumo a Fadas. O caminho todo é plano e bem tranquilo, mas quando estamos chegando temos que descer um barranco bem íngreme, e que pôde ser um pouco difícil para quem não está acostumado com trekking.

Foto: Barranco com barro e pedras – Bem escorregadio.

Enfim chegamos na nossa primeira cachu do dia.

Foto: A beleza da Cachoeira das Fadas.

Esta é a mais alta das cachoeiras da cidade. São 40 metros de queda d´água em um lugar totalmente escondido no meio da mata. Justamente por ficar no meio da floresta, ela fica boa parte do tempo na sombra, o que não é uma boa combinação, pois água de cachoeira já é gelada e sair sem um solzinho no lombo não é legal, não é mesmo? Mas a beleza cênica desta cachu compensa qualquer coisa.

Foto: Cuidado, pois o poço da cachu é fundo.

Foto:  Entro ou não entro ?? rs…

Foto: Eu lá longe admirando a beleza.

Foto: Minha companheira de aventuras – Botas Ecosefaty – www.botasecosafety.com.br – Importante calçado apropriado para este tipo de aventura. Cupom: queromochilar – 20 a 25% de desconto, dependendo do modelo. Confiram!!

Curtido a cachoeira e fotos tiradas, é hora de partir. Caminhamos novamente até aquela bifurcação que mostrei na foto acima, e de lá seguimos a placa ruma a segunda cachoeira.

Foto: Lá vamos nós com a cachorrada atrás… rs.

1.2- Piscininha

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 800 metros – ida e volta.

Também gratuita e aberta ao publico, está área é na verdade um pequeno riacho que forma alguns poços e tem algumas pequenas quedas, que nem podem ser chamadas de cachoeiras. Não é nada demais para falar a verdade e você pode pular este passeio se quiser, a não ser que queira sossego e um lugar bem isolado.

Só uma dica: Aqui tem muito marimbondo e fomos orientados a fazer pouco barulho para não despertar os bichos… rs.

Foto: Quando ficar na dúvida do caminho, observe o chão.

Foto: Aproveite o caminho para curtir a flora do cerrado. Lindas, não?

Foto: Uma sombrinha para descansar da caminhada. Claro, com a nossa peludinha e a nova amiga, que seguiu a gente o caminho todo.

Foto: Uma das quedas do local conhecido como piscininha.

Foto: O lugar é bem isolado! Ótimo para casais apaixonados…

Foto: Uma foto em longa exposição!! Quando conseguimos esse efeito sem tripé temos que compartilhar …

Foto: Um dos melhores poços que encontrei aqui na Piscininha.

Mais um lugar conhecido, voltamos para a mesma bifurcação inicial, mas agora seguimos o rumo sem placa, para chegar na nossa terceira parada.

1.3- Cachoeira da Usina.

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle  de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 2,35 km – ida e volta.

Este trajeto já é um pouco mais cansativo, pois há muita subida na volta, mas para compensar a cachoeira tem um ótimo poço para banho e uma paisagem bem bonita.

Foto: Pelo caminho vamos identificando alguns pontos que antes serviram de estrada, quando a usina era ativa.

Após a caminhada, chegamos neste lugar lindo!

Foto: A queda não é tão grande, mas é simpática!!

Foto: Vista por outro ângulo.

Foto: Parte de cima da cachu!

Aqui deitei um pouco na sombra, descansei e recarreguei as energias para andar o trajeto de volta novamente.

Recomendo reservar um período da manhã todo só para este percurso das três cachoeiras.

No mesmo dia acabei conhecendo outra cachoeira próxima, que você pode incluir no seu roteiro.

2- Cachoeira da Borboleta

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle  de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 500 m – Ida e volta (Referência: Pousada Eco Vila).

Também próximo a cidade, e no fundo da Pousada Eco Vila São Jorge, tem mais uma cachoeira. Está também não é uma grande queda d´água, e para chegar até ela não há uma trilha bem definida. Há partes que até é bem complicadinha de passar e você acaba molhando os pés neste trajeto.

Foto: Você vai seguir a estrada de terra quando sair da pousada em direção contrária a cidade até chegar neste riacho que cruza a estrada. Não atravesse, desça a sua esquerda pela margem e irá encontrar as pequenas quedas de água. 

Eu desci até a terceira queda e depois descobri que eu tinha que ter descido ainda mais, que pena!

Foto: Uma das quedas neste riacho que forma a cachoeira conhecida como borboleta.

Foto: Linda foto, não?

Meu primeiro dia de aventuras terminou aqui, agora vamos lá, para um outro roteiro.

Segundo dia…

Acordei, e senti frio, pensei: “Será que rola cachoeira hoje?”.

Abri a porta do guardo e este pensamento sumiu. O dia estava lindo, um céu azul e o sol a todo vapor no céu.

Café tomado corri então para aproveitar o dia em uma das cachoeiras mais famosas da cidade.

3- Cachoeira do Telésforo.

Horário de funcionamento: Não encontrei informações sobre horário de funcionamento.

Valor: R$ 10,00 / pessoa.

  • Quem quiser acampar: R$ 50,00 / carro – Para 3 dias de feriado.

Trajeto: Sem trilha.

Distância de Conselheiro: 19 km.

Como chegar?

Seguir sentido Diamantina por terra, quando está quase saindo da cidade há placas indicando. Seguir em direção as placas.

Atenção: Não entre na primeira placa que indica a Cachoeira do Telésforo. A estrada está pior neste trajeto, me disseram e pude conferir na volta, que peguei este caminho.

Na estrada para Diamantina entre a esquerda assim que passar uma floresta de eucalipto. Eu coloquei no GPS e ele fez este caminho na ida, mas na volta fez o outro, que sai na primeira placa que indica a cachoeira, e achei bem pior.

Mapa: Trajeto da cidade ao Telésforo.

Após quase uma hora de estrada finalmente eu estava chegando. Entre as árvores, já próximo, comecei a ver a cachoeira rodeada por uma enorme faixa de areia branca e então já soltei um: “Uau! Aqui parece realmente ser bonito”.

Ao descer do carro comprovei então a minha certeza. Aquele cenário que consistia naquela faixa de areia branquinha, rodeado por uma enorme serra e uma cachoeira ao fundo, não tem quem não se encanta.

Foto: Muita areia e a serra ao fundo.

Foto: A faixa de areia é bem grande e sem sombra alguma. O céu este dia, azulzinho, colaborou com as fotos.

Foto: Um lugar realmente para vir e aproveitar.

Foto: Água clarinha e ótima para banho – e fria!! rs.

A Cachoeira do Telésforo é pequena, são apenas 30 m de altura, mas é bem larga. Sua beleza está mesmo no contexto do lugar, como expliquei. Não tenho dúvida que é uma das cachus mais especiais de Minas e que já fui. Adoreeei.

Foto: O pessoal leva guarda sol, isopor, comida e tudo que precisa para passar o dia nesta “praia” linda.

 Foto: Águas claras, geladas e esta bela queda ao fundo.

Foto: Aquele requeijão branco sou eu… rs. No escorregador natural do Telésforo!!

Foto: Meus amores.

Foto: Turminha gente boa de BH que fiz amizade nestes dias.

Pirei quando me deparei com tudo isso, e não parava de fotografar.

Neste cenário todo não há como resistir a um banho, por mais gelada que seja água de cachoeira.

Lavei minha alma e recarreguei as energias aqui.

Algumas dicas essenciais para o Telésforo:

  • Próximo a queda d´água o poço é fundo.
  • Não há um restaurante e quem for é bom levar tudo que precisa para passar o dia.
  • Aqui é um lugar ótimo, principalmente para a família.
  • Se tiver um guarda sol, melhor ainda. Pode levar que lá nas margens não tem nenhuma sombrinha e ele vai te quebrar um galhão.
  • Vá bem preparado para farofa: isopor, comida, água e etc…

Na volta do Telésforo, havia visto uma placa escrito Vale do Jacaré e resolvi ir até lá.

5- Vale do Jacaré

Distância a partir do trevo que vamos para o Telésforo: 6,2 km, ou seja, vai andar 12,4 km se quiser ir até lá.

Este lugar é apenas um curso de água que corre por baixo de uma ponte no meio de pedras. A paisagem é bonita e o lugar é bem isolado, quase ninguém vai até lá, portanto se querer sossego, vai gostar. Dá para nadar, só cuidado com as correntezas. Do contrário penso que não vale a pena. Não é nada imperdível…

Foto: As corredeiras.

Foto: Um pouco mais da paisagem deste lugar.

6- Cachoeira da Raiz

Horário de funcionamento: Diariamente, das 8h00 ás 17h00.

Valor: R$ 10,00.

Esta, assim como o Telésforo, é outra cachoeira em uma propriedade particular. A Raiz está localizada na estrada que vai para Diamantina, ou seja, a mesma que vai para o Telésforo, só que a entrada desta fazenda é mais a frente e do lado contrário, direito.

Da cidade até a entrada que viramos a direita são 7,2 km.

Você irá ver placas pelo caminho e é só seguir. Então chegará a propriedade, onde pagará a taxa e receberá as orientações para chegar até a cachu.

É possível ir de carro até próximo a cachoeira, portanto nem há trilha.

Foto: Há uma queda maior e outras duas menores na sequência.

Foto: Há um ótimo poço para banho.

Próximo a esta cachoeira também fica a cachoeira do Tombador, que no dia, por estar tarde, acabei não indo conhecer, mesmo que a trilha fosse curta partindo do ponto em que eu estava, mas quem tiver animo e tempo, fica a dica.

Isso foi o que consegui fazer em dois dias e três noites na cidade, e foram momentos especiais. Conheci lugares novos, boas pessoas e passei momentos agradáveis em Conselheiro. Um lugar que penso em voltar.

Foto: Um pouquinho das ruas desta vilinha pacata especial.

Foto: A igreja de Conselheiro.

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Orçamento para 2 dia: R$ 351,60 – Gasto por pessoa.

  • Hospedagem: R$ 150,00.
  • Porção e cervejas: R$ 38,00.
  • Almoço e Jantar dia 1: R$ 30,00.
  • Cervejas: R$ 59,00.
  • Entrada cachoeira Telésforo: R$ 10,00.
  • Compras mercearia: R$ 14,00.
  • Almoço na cidade: 23,00.
  • Gasolina: R$ 30,00 – Só para se locomover nestes passeios.

* Não estou considerando gastos com deslocamento de Montes Claros, pois este tipo de custo é muito específico para cada pessoa.

NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR…

Não deixe de almoçar e/ou jantar pelas pousadas da vila e se deliciar na comida mineira de fogão a lenha. Os restaurantes aqui são todos praticamente nas cozinhas da pousadas. Não há muita opção, mas vale a pena sair procurando.

Gostei do restaurante: Arte Rural

Valor: R$ 20,00 e come a vontade (carne são dois pedaços) comidinha caseira no fogão de lenha.

Também não deixe de provar na Pousada Eco Vila São Jorge

Pizza do Venezuelano Carlos

Valor: R$ 20,00

Além de um ótimo cozinheiro, Carlos tem muita história para contar. Sua pizza é deliciosa e baratinha (R$ 20,00).

Foto: Pizza do Carlos, a massa é dele também!! 

Chocolate quente da Venezuela – Muito diferente, e delicioso!! Tomei até… e já está incluso na sua hospedagem. Peça ao Carlos.

LIÇÕES APRENDIDAS.

1- Não há bancos na cidade, assim como em muito dos lugares não aceitam cartão, portanto leve dinheiro com você.

2- Há uma única mercearia na vila e que aceita cartão, mas as variedades de produtos são poucas.

3- Não há postos de gasolina, e a última cidade que você encontrará combustível é Santo Hipólito (confira no seu trajeto), complete o tanque aqui, principalmente se for ficar por mais de 3 dias. Esta cidade está a 37,5 km de Conselheiro Mata, mais de uma hora de distância.

4- Existem uns templos em Conselheiro Mata: Templo do sol, da lua e mais dois, fale com Beonne (Pousada Eco Vila) que ele irá te informar como conhecê-los

5- Quer mais?? Aqui há 22 cachoeiras e não precisa se limitar a este roteiro de dois dias.

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS.

Fuso Horário: Segue o horário de Brasília.

A VIAGEM CONTINUA…

Gostou de Conselheiro Mata, então que tal estes outros destinos nas proximidades…

 RESUMÃO QUERO MOCHILAR – Este roteiro pronto para imprimir: Resumão_QM_Conselheiro Mata

Gostou? Compartilhe! Tem alguma sugestão ou atualização de informação? Enriqueça a pesquisa de seus amigos nos comentários. Além de ajudar o próximo viajante é super importante a opinião de vocês para o blog.

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ECO VILA SÃO JORGE YYYYY Pousada simples, confortável e próxima as cachoeiras com um excelente custo benefício.

Contatos:

Fale com Beonne – (38) 9 9859 7292

Página no facebook: Pousada Eco Vila São Jorge.

A EXPERIÊNCIA COM O QUERO MOCHILARO Quero Mochilar conheceu Conselheiro Mata e teve o apoio da pousada para publicação do roteiro da cidade. Uma ótima parceria com uma equipe show de bola.

 

 

Um pouco do ambiente deste Pousada aconchegante… 

Foto: Em meio as flores e o cerrado estão os chalés da Pousada Eco Vila – Em Conselheiro Mata.

Foto: Há vários tipos de chalés. Todos com camas, casal ou solteiro, banheiro privado com água quente e TV.

Foto: Aquele cantinho abençoado que um lugar especial preza.

Foto: Interior de um dos chalés. Tudo bem limpinho.

Foto: Eu, Beonne (o propriétário) e Carlos ( o Venezuelano) – Ótimas companhias, penso que ainda volto só para visitá-los em Conselheiro Mata..rs.

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  1. Ana Paula diz:

    Post muito legal sobre os encantos de Minas e mais um lugar pouco explorado para se conhecer.

  2. Marinna diz:

    Olá! Fiquei um pouco confusa em relação a chegar até Conselheiro Mata e também de la até cachoeira do telésforo.
    Você chega a passar por aquela ” cancela ” de Santa Bárbara, vira a direita e inicia a estrada de terra ou não chega até esse ponto?
    Fui lá uma vez mas como me perdi muito não sei voltar com muita segurança.
    Queria ir com mais segurança.
    Pode me ajudar?
    Obrigada!!!

    • Olá Marinna, então…
      Pelo que caminho que eu fui, durante a noite, na BR-135, de Montes Claros sentido Belo Horizonte e só seguir até o trevo que vai para Águas de Santa Bárbara, duas horas de viagem (174 km). Então você entra no trevo sentido Santa Barbara, poucos km, mas poucos mesmo peguei uma estrada de terra, que seria que seria um atalho, mas NÃO RECOMENDO ESTE CAMINHO.
      Aconselho pegar o caminho mais longo que passa por Monjolo, Santo Hipólito e Corinto… poe no google maps, que vai ver… é mais longo, mas bem mais tranquilo.
      Já na Cachu do Telesforo, quando estiver na cidade, há placas… você pega a estrada de terra que vai para diamantina – se tiver GPS, pode colocar que chega, ok. Se ficou confusa a explicação do post, só perguntar na cidade que é pequenininha que eles indicam onde é esta saída.
      Qualquer coisa só perguntar, ok.
      Boa viagem

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