Curimataí – MG

Curimataí, dificilmente você já ouviu falar sobre esse lugar. Esta pequena vila é um distrito de Buenópolis, cidade do norte de Minas Gerais, um lugar cheio de história e belas paisagens, e o melhor de tudo: é um destino super barato. Portanto, tá esperando o que para incluí-la na sua lista de desejos?

INFORMAÇÕES DE: Setembro de 2018.

ROTEIRO PARA: 1 dia.

TIPO DE VIAGEM: Viagem em feriado.

HOSPEDAGEM: Fiquei hospedado em Buenópolis, no Hotel Pousada Pimenta, ótimo custo benefício e equipe super simpática.

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SOBRE CURIMATAÍ

Curimataí é um distrito de Buenópolis, cidade do interior de Minas Gerais e está localizada em uma região privilegiada, entre a Serra de Minas e a do Cabral, sendo aqui onde passa um dos maiores afluentes do rio das Velhas- o rio Curimataí- que da nome a este pequeno vilarejo de aproximadamente uns 500 habitantes.

O nome dado ao distrito tem etimologia indígena, e significa “rio dos curumatãs, peixe de escamas e de carne saborosa”. Provavelmente há alguma relação com o grande número de cachoeiras e cursos d’ água da região.

Um lugar entre serras só podia resultar neste pequeno paraíso escondido em meio a belezas naturais com várias cachoeiras e até mesmo águas termais.

A cidade é também uma das portas de entrada para o Parque Nacional das Sempre-Vivas, que infelizmente ainda não está estruturada para receber turistas, mas mesmo assim, com guia você consegue visitar algumas atrações.

Curimataí é pequena até hoje, mas é cheia de história.

Seu surgimento data de meados do século 18, entre os anos de 1760 e 1770, e foi visitada até pelo famoso viajante e naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, que em 1817 descreve o que viu no início do povoado:

“De todas as povoações por onde passei desde o começo da viagem pelo sertão, Curimatahy foi a única em que vi jardins, os vegetais aí plantados dão a essa localidade um ar de frescor que não possuem Contendas (hoje Brasília de Minas), Coração de Jesus, etc. Mas é preciso convir que os habitantes de Curimatahy são favorecidos no que respeita à água: pois que correm da montanha vários regatos, que deslizam em volta da povoação, entretem nela um pouco de umidade e fornecem os meios para fazer irrigações”

Ainda hoje Curimataí conserva algumas características do início de sua ocupação – ruas de terra batida e grama, casas que mantêm o mesmo material de sua construção e outras que preservam a fachada típica das casas mineiras do século 18 e 19.

Fonte: Wikipédia.

Como chegar a Curimataí?

Em relação às principais cidades com aeroporto:

  • Belo Horizonte: 298 km – 4h 30 min de viagem.
  • Montes Claros: 157 km – 2h 20 min à 3h 00 min de viagem.
  • Buenópolis: 39 km – 1h de viagem.

Minha experiência: A principal dica que dou é: NÃO SIGA O GPS.

Fui  de Buenópolis seguindo o GPS e me ferrei, cheguei, mas por um caminho bem mais complicado. Abri mais de 15 cancelas, passei por dentro de um curso de água e demorei em torno de uma hora e meia… rs.

Não há muitas placas pelo caminho, e como segui o GPS ignorei uma das únicas no principal trevo, que indicava o caminho para o Parque das Águas Quentes (Termais), e são essas placas que você deve seguir.

Rota em resumo: Saindo de Buenópolis, pegar a BR-135 sentido Montes Claros por 7,3 km, então virar a direita, agora são mais de 30 km de estrada de terra, que está em boas condições. Sigam as placas: Termas de águas quentes na estrada principal que chegará lá.

Na volta, fiz o caminho correto e salvei o trajeto no aplicativo wikiloc. Se quiser usar é só baixar e seguir off line.

Mapa: Trajeto Buenópolis x Curimataí.

Powered by Wikiloc

Quando ir a Curimataí?

Curimataí pode ser visitada o ano todo, mas sua paisagem será diferente dependendo da época do ano.

Nos meses mais chuvosos, de dezembro a março, as cachoeiras tem um volume maior de água devido as chuvas, já na época de abril a novembro, os volumes são bem menores e a paisagem mais seca.

Nos meses de dezembro a fevereiro, são também a alta temporada, a época que mais há visitantes na cidade.

Segurança

Aqui a preocupação com segurança é apenas durante os banhos de cachoeiras e outros cuidados principalmente ligados ao “bicho homem”, podem ficar tranquilo. Em lugares assim é sempre importante cuidados em relação a:

Trombas d´água: No período de chuva corre o risco de ocorrer trombas d´água. Evite nadar nas cachoeiras, principalmente nas cabeceiras a qualquer ameaça de chuva.

Queda de própria altura: Ao andar nas pedras das cachoeiras, cuidado, algumas são escorregadias, por isso cuide de escolher o calçado adequado e ter muita cautela.

Afogamento: Alguns poços são bem fundos, então se não conhecer as águas e não souber nadar bem não se arrisque, seja cauteloso.

Picada de mosquitos: É recomendado também estar sempre com um repelente em mão para se prevenir picadas de mosquitos.

ROTEIRO PARA CURIMATAÍ

Após horas abrindo cancela e ansioso por não saber se estava no caminho certo, cheguei a pequena e charmosa vilinha. Estava doido para andar no mato, sentir o cheiro de terra e cachoeira.

Há pouca informação na internet sobre este lugar, e mesmo com minha anotações, é bem complicado chegar em alguns destinos sozinho e sem ajuda dos moradores. Alguns lugares são distantes e para nenhuma das atrações há placas indicando o caminho.

Trocando ideia com os moradores sobre o que fazer na região cheguei ao Bruno, um guia que me ajudou a chegar principalmente na cachoeira do Brejinho, a qual eu não chegaria sozinho nunca, e que ainda me apresentou os moinhos antigos da cidade, e a Cachoeira de Cima, um lugar que eu não sabia que existia e que foi o mais especial deste dia para mim.

Agora vamos lá que vou falar um pouquinho de cada um destes lugares “procê”.

1- Igreja de Curimataí e a Vila

Curimataí é super simpática e pequenininha, “facim” de conhecer, portanto aproveite!

Não deixe de passar pela igrejinha, que é super especial, afinal foi construída entre 1760 e 1770, ou seja, presenciou muita coisa da nossa história mineira.

Foto: A bela igrejinha de Curimataí.

Foto: Dei sorte, pois o guia trabalha na igreja e nos apresentou seu interior, que estava enfeitada para a festa do Divino que acontecia no final de semana.

Próximo a entrada da cachoeira mais próxima da cidade podemos ver um caminho de água cruzando a cidade. Este caminho foi criado logo no início do município, com objetivo de tornar o clima mais agradável. Quando ler sobre os moinhos, vai entender de onde vem esta água límpida que cruza a cidade, dando um charme todo especial e que foi citado pelo viajante e naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, em 1817.

Foto: Grama, estrada de terra e este belo curso de água cruzando a cidade.

Foto: Este curso de água cruzando a cidade é o charme de Curimataí.

2- Cachoeira de Curimataí

  • Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.
  • Valor: Gratuita.
  • Trajeto: 750 metros (ida).
  • Tempo da trilha: 15 minutos.

Esta é a cachoeira mais próxima e você pode chegar sozinho sem erro, o rio que a forma é o Rio Preto. Como a entrada da trilha é dentro da cidade, só perguntar onde é o inicio e seguir o caminho.

A trilha é curta, maior parte sob sol, mas bem fácil, sem descidas íngremes ou qualquer outra dificuldade pelo caminho, ou seja, até sedentário chega sem reclamar…rs.

Mapa: Caminho para cachoeira de Curimataí.

Powered by Wikiloc

OBS: Este aplicativo é ótimo, é só baixar o mapa no seu celular, e depois pode seguir a trilha off line mesmo.

Por ser próxima a cidade procure ir bem cedinho nela para pegá-la ainda vazia e fazer belas fotos. Chegamos em torno das 10:30 da manhã e não tinha muita gente, mas quando fomos embora depois de uns 40 minutos aqui já estava enchendo de gente.

As pessoas costumam levar de tudo, de cerveja e coisas de piquenique até churrasqueira (o que não curto, pela sujeira).

Foto: Esta é a bela cena que nos deparamos assim que chegamos.

Foto: Olha eu lá em cima…rs. A cachoeira é uma delícia e tem um ótimo poço.

Foto: Para quem encarar a subida, na parte superior há uma outra queda. Esta subida é mais fácil fora do período de chuva.

Foto: Felizes e de banho tomado…rs.

3- Cachoeira do Brejinho

  • Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.
  • Valor: Gratuita.
  • Trajeto: 1,49 km (ida).
  • Tempo da trilha: 28 minutos.

Para chegar na cachoeira do Brejinho é um pouco mais complicado. Não há sinalização nenhuma, e nem dá para entender onde começa a trilha. Se não estivesse com o guia, eu não teria chegado até ela.

Para chegar até o inicio da trilha você tem que pegar a saída de Curimataí como se fosse para Buenópolis, mas ao invés de seguir reto, ao lado do cemitério, você deve virar a esquerda e seguir até uma ponte de madeira. Lá estará o inicio desta trilha.

Foto: Trilha em meio a vegetação seca e os mandacarus.

Foto: Saindo um pouquinho da trilha você tem um mirante com uma bela vista para a cachoeira do brejinho.

A trilha até a cachoeira não é bem definida, sendo bem difícil chegar sozinho, como disse. A maior parte é embaixo do sol, e apenas quando estamos chegando há uma descida mais íngreme, mas nada demais. Achei uma trilha tranquila de se fazer.

Foto: Olhe para o chão durante a trilha, está cheio desta maravilha chamada coroa de frade. Uma planta linda que é usada até para se fazer um doce parecido com o de mamão verde.

Foto: Mandacaru com frutos. Aproveite este tempo para observar as belezas do cerrado.

Mapa: Trilha para Cachoeira do Brejinho.

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Quando chegamos estamos em frente a uma pequena queda, mas um enorme poço delicioso para banho.

Foto: Depois de esquentar a “muringa” no sol chegamos.

Foto: Duas quedas menores, que durante o período seco ficam só com estes fiozinhos de água.

Foto: A bela cachu Brejinho.

Foto: Agora que chegamos é encarar a água gelada…

Foto: Difícil entrar, mas depois de acostumar com o gelo fica uma delícia!!! rs.

Daqui fui finalizar o dia com chave de ouro, e recomendo finalizar um dia neste mesmo lugar.

4- Trilha dos Moinhos e Cachoeira de Cima

  • Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.
  • Valor: Gratuita.
  • Trajeto: 1,08 km (ida).
  • Tempo da trilha: 21 minutos.

O último lugar que conheci em Curimataí foi também o meu predileto. E pensar que quase fiquei com preguiça de fazer esta pequena trilha, e se eu descobrisse depois o visual que eu perderia, nunca iria me perdoar.

O inicio da trilha sai praticamente de dentro da cidade e é bem próximo a entrada da trilha para a cachoeira do rio Curimataí. Para ir, parei o carro próximo aos moinhos, mas você pode seguir a pé de qualquer lugar da cidade para fazer este trajeto.

Antes de começar a subir a trilha, fui conhecer os moinhos. Esta foi uma outra grande vantagem de estar com o Bruno, entrei em um e entendi o que eram.

Mapa: Trilha passando pelos moinhos e chegando na Cachoeira de cima.

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Moinhos

Este moinhos datam do início da cidade, lá do século 18 e ainda com peças feitas por escravos. Realmente um patrimônio do nosso estado. O curioso é que eles ainda pertencem as famílias de Curimataí, inclusive um deles é da família do Bruno, que abriu o moinho para nós e nos apresentou como era a produção de fubá.

Foto: Olha essa chave!! Impossível perder…rs. 

Foto: Um dos moinhos. São vários, alguns mais preservados e outros bem detonados já.

Foto: Nosso guia além de conhecer toda a história destes moinhos, de quem foi etc, nos ensinou como era a produção de fubá. Uma aula de história e cultura. Algumas coisas foram feitas ainda por escravos.

Foto: De dentro do moinho podemos observar como ele funcionava com a força da água que descia serra abaixo e assim até aquele curso de água que atravessa a cidade.

Cachoeira de Cima

A trilha para cachoeira de Cima, apesar de não haver placas indicando, há um caminho bem definido e grande parte deste trajeto é realizada sob a sombra das árvores. Não é uma trilha complicada e tem poucos trechos por pedra.

Importante ressaltar, que quando você chegar na área de água, você não pode nadar, pois esta água é a que vai para a casa dos moradores.

Quando cheguei lá no alto, o visual já me encantou. Fiquei deslumbrado com tanta beleza e com a visão que eu tinha da região lá de cima.

Foto: Chegamos neste ponto. Atrás é o Parque das Sempre Vivas, e como o volume de água está baixo conseguimos ir de um lado para o outro cruzando este pequeno curso de água.

Como em setembro o volume de água está baixo, conseguimos atravessar para o outro lado do curso d´água, e assim chegar a borda da cachu. Esta na verdade é a parte superior da cachoeira de Curimataí, e o rio é o Rio Preto.

Foto: Olha este visual!

Foto: O pessoal chamam estas formações criadas pela água de pilão devido seu formato.

Foto: E aqui no alto formam estas “piscinas” naturais de borda infinita. Viu, não é só em Ibitipoca que temos isso… rs.

Foto: O pôr do sol daqui é incrível.

É isso pessoal, um “cantim” pouco explorado de Minas, perfeito para relaxar e conhecer belas paisagens, e o melhor de tudo super barato.

Portanto, vá conhecer Curimataí! Programe-se!

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Orçamento para 1 dia: R$ 231,80 .

  • Hospedagem: R$ 120,00 – Em Buenópolis.
  • Almoço: R$ 15,00 / pessoa – Padaria e bar do Geraldinho.
  • Guia Bruno: R$ 50,00 ( para 1 casal)
  • Compras: 16,80 (água, bolacha e outras bobeiras…).
  • Jantar: R$ 30,00 ( Lanche na hamburgueria Supimpa em Buenópolis)

* Não estou considerando gastos com deslocamento que é muito específico para cada viajante.

NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR…

Na cidade há poucas opções de restaurante.

Um dos melhores lugares para comer é na Padaria e Bar do Geraldinho. Importante passar antes dos passeios lá e reservar seu almoço para um determinado horário.

Foto: Almoço bem caseiro e de interior… delícioso!!

Em Buenópolis há um restaurante/hamburgueria anexo ao Hotel Pousada Pimenta, aberto para todos, chamado Supimpa, e ele é ótimo, ótimo é pouco na verdade, excelente.

Eu troco qualquer lanche de Montes Claros, onde moro, pelo que eu comi aqui. E ainda tem vários pratos, portanto, se estiver em Buenópolis, recomendo demais conhecer estas delícias.

Foto: Lanches com hambúrguer artesanal, queijo minas grelhado derretendo e maionese caseira deliciosa.

LIÇÕES APRENDIDAS

1- Outras atrações:

Além das atrações aqui citadas, se tiver mais tempo em Curimataí você pode conhecer:

  • Cachoeira do Simão: 3 km da cidade, também sem sinalização.
  • Curral de Pedra: Esta é uma das principais atrações da cidade, um curral inteiramente feito de pedras que está dentro da área do Parque Nacional das Sempre Vivas.

OBS: Curral de Pedras – Não recomendam ir nem com carro traçado 4×4, então só mesmo a pé, enfrentando uma trilha de 5 km só de ida. Essencial ir com guia, ainda mais por estar em um unidade de conservação.

Este curral foi construído por escravos, e é um monumento que faz parte da história de minas, por isso, tão especial.

  • Parque das águas termais – Curimataí era muito procurado por causa deste lugar, que era a melhor opção de hospedagem da cidade. Porém o último proprietário fez modificações significativas no terreno e hoje o local esta embargado e sem data prevista para reabertura.

2- Recomendo a quem for conhecer a cidade pernoitar, não vale a pena o bate e volta de Buenópolis, pela distância se quiser fazer um roteiro mais completo.

3- Recomendo pelo menos 2 dias em Curimataí para conhecer as demais atrações.

4- Vale a pena contratar um guia para ajudar você a explorar a região, além de estar estimulando a economia local, você aprenderá muito.

5- Trilha do brejinho faça com calça, pois por ter trechos não muito definidos, acabamos passamos por muito capim e galho e arranhando as pernas.

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS

Fuso Horário: Segue o horário de Brasília.

Voltagem:  110 V.

A VIAGEM CONTINUA…

Coladinho em Curimataí tem: Joaquim Felício – MG (Será publicado até fim de setembro de 2018).

Que tal estes outros destinos nas proximidades…

RESUMÃO QUERO MOCHILAR – Roteiro de 2 dias na região pronto para imprimir: Resumão Curimataí – Imprimir.

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