Glaciar Vinciguerra

O trekking para o Glaciar Vinciguerra foi simplesmente uma das experiências mais incríveis que já tive na vida, não sei se porque é um lugar realmente belo, ou se é por ser uma paisagem tão diferente da minha rotina, mas o que importa, é o fato de que estar lá me emocionou, e preencheu meu álbum da vida com mais estas belas imagens.

INFORMAÇÕES DE: Dezembro de 2018.

ROTEIRO PARA:  1 dia.

TIPO DE VIAGEM:  Mochilão de Férias Patagônia e Terra do Fogo – Parte XIII.

HOSPEDAGEM:  Antarctica Hostel – $ 750 CLP – R$ 88,24 / dia.

Fiquei neste hostel após ouvir boas recomendações e gostei bastante. Equipe jóia, organizado, e com um ambiente super jovem e animado, além de ser bem localizado. Recomendo! -> Mais detalhes.

Onde se hospedar em Ushuaia?

Saiba mais neste post -> Ushuaia.

Extra para a sua hospedagem:

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SOBRE O GLACIAR VINCIGUERRA

O Glaciar Vinciguerra, ou melhor, geleira Vinciguerra, está localizada na província da Terra do Fogo, mais precisamente em Ushuaia, sendo uma das geleiras mais importantes da província, e embora não seja a maior, é a mais austral que há por estas bandas.

Aqui, duas vertentes de gelo se convergem em altitudes que variam entre 800 e 740 m acima do nível do mar, em uma inclinação de 15%, com isso já dá para imaginar a “aventura” que é subir até seu topo, não é mesmo?

Próximo ao topo também está outra das atrações desta bela trilha, a Laguna de los Tempanos, uma lagoa formada pelo desgelo da geleira que fica cheia de blocos de gelo flutuando quando o verão começa a chegar, o que justifica o nome, Tempanos, que significa iceberg.

E as surpresas não acabam aqui, pois no verão, ainda formam-se as cavernas de gelo, outra das maravilhas que pode-se comtemplar quem encarar esta longa e puxada trilha.

Apesar de tudo isso, este trekking é um dos menos feitos de Ushuaia, principalmente por seu grau de dificuldade e o acesso por conta própria ser mais complicado, mas se você está aqui no Quero Mochilar pesquisando para sua viagem, tenho certeza que dará um jeito de pisar neste lugar, pois as imagens vão te encantar.

Como chegar ao Glaciar Vinciguerra?

Apesar de não ter seu ponto de partida longe do centro de Ushuaia, aproximadamente 8 km, infelizmente o trekking do Vinciguerra não faz parte dos trajetos dos transportes regulares.

Para quem não sabe, os transportes regulares são tranfers muito tradiconais, que levam e buscam os turistas para algumas das trilhas de Ushuaia. Leia o post de Ushuaia para saber mais.

Penso que essa trilha não faz parte deste serviço, pois tem um grau de dificuldade maior e o acesso mais complicado, e creio que devido este risco, a cidade não incentiva as pessoas fazerem sem guia.

Sem transportes regulares, chegar até lá de forma independente é um pouco mais complicado e caro se você está sozinho, como eu estava. Em grupo é mais fácil, pois podem dividir um táxi por exemplo.

Agora vamos lá… Como podemos ter acesso a esta maravilha:

  • Táxi: É possível combinar a ida e a volta com os táxis do centro da cidade, que já estão acostumados com esse tipo de pedido, porém, só não sei te falar o preço.
  • Carro: Chegar de carro também é tranquilo. Há o caminho no google Maps, e é só seguir e parar na estrada, para então começar o trekking. Em aplicativos de trilha como Wikloc, você encontra fácil o trajeto para saber onde parar o carro e fazer a pé a trilha.

Vai alugar carro? Uma ótima e econômica forma de viajar se você está em grupo de amigos. Saiba que quanto maior for a antecedência da reserva, melhor o preço. A Rentscar, tem uma ferramenta ótima de pesquisa, onde você pode ver o preço de todas as locadoras de um mesmo lugar – Faça uma cotação!

  • Ônibus: Esta é a maneira mais econômica e menos cômoda eu diria, mas fica a dica para quem tem tempo na cidade e menos grana. Pegue o ônibus da linha B que vai até a entrada do Vale Andorra, daqui você pode pedir carona ou ir caminhando mais 4 km por uma estrada de terra até a entrada da trilha. Li pesquisando relatos de pessoas que fazer este trajeto é bem de boa.

OBS: Para se locomover de ônibus é necessário fazer o cartão SUBE- pesquise sobre.

  • Agências: O mais recomendado, principalmente se você não tem experiências com trilhas e está sozinho, é fazer este passeio com agências. Há várias agências na cidade que trabalham com esta trilha, porém este é um tour bem salgadinho.

Eu realizei este sonho com a Brasileiros em Ushuaia, e foi uma ótima experiência. Além de serem organizados, de confiança e falarem a nossa língua, ainda são parceiros do Quero Mochilar.

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Preciso de agências para chegar ao Glaciar Vinciguerra?

Se você já tem alguma experiência com trilhas e não está sozinho, você consegue de boa se programar e fazer por conta própria por um preço bem mais em conta. Porém, é um trekking puxado e difícil, com probabilidade de imprevistos.

Eu como estava nos meus últimos dias de viagem, já tinha ficado três dias em Torres del Paine sozinho e caminhado pra caramba, preferi conforto e companhia neste dia, e pra mim, foi uma ótima pedida.

Agora, coloque os prós e os contras e faça sua escolha. E juízo!!! (Oh quem fala!).

Preciso comprar com antecedência o tour do Glaciar Vinciguerra?

Se for alta temporada é bom reservar com uma certa antecedência sim, pois não há muitas vagas, lota rápido e geralmente as agências saem poucas vezes na semana para esta trilha.

Portanto, programe-se com antecedência sim.

Informações da trilha e valores das agências?

  • Distância (ida e volta): 14 km, sendo 4 em linha reta e 10 subida ou descida.
  • Duração do tour: De 8 a 9 horas.
  • Dificuldade: Alta.
  • Horários: Recomenda-se começar a trilha ( e tem uma placa no inicio) entre as 8h00 e 11h00 da manhã, porém eu não vi ninguém controlando isso (rs).
  • Recomendação: Fazer esta trilha somente no verão. Importante: sempre perguntar no centro de informações turística as recomendações, antes de encará-la, claro, se for por conta própria. Não é todo dia que é seguro subir este trajeto.
  • Valores das agências: Eu paguei AR$ 2.500 (R$ 294,12) – Sim bem salgado, como tudo aqui, viu!

Quando fazer o Trekking para o Glaciar Vinciguerra?

Essa trilha só é recomendada ser feita entre os meses de outubro a abril, porém o mais seguro é fazer entre os meses de dezembro e fevereiro, quando há menos gelo e há menos riscos de acidentes.

Repetindo: Informe-se na cidade como ela está antes de encará-la.

Segurança Glaciar Vinciguerra.

Essa é uma trilha dita de dificuldade alta, eu fiz tranquilo, mas tenho costume de trilhar, porém no meu grupo, uma guria caiu logo de começo e quebrou o pulso ao atravessar o rio. Também no meio do caminho, um outro turista de El Salvador torceu o pé e também teve que voltar. Dai, já dá pra sentir como ela é para a maioria das pessoas, não é mesmo?

Neste momento do último acidente, quase o grupo todo teve que voltar, pois o guia disse que se alguém mais fosse desistir por qualquer outro motivo mais adiante, não poderia deixar a gente continuar sozinhos, mas graças a Deus, depois todo mundo aguentou o tranco, alguns reclamando bastante, mas foram… rs.

Agora vamos lá para os principais pontos de atenção:

  • Risco de queda.

Quanto mais gelo na trilha, maior o grau de dificuldade. Há muitos trechos escorregadios, portanto atenção na sua vestimenta. Um calçado especial para esportes é indispensável.

Além da lama, na subida inicial, também há muitas pedras em alguns trechos, o que fica fácil de torcer o pé.

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Roupas e acessórios:

Não esqueçam também de estar com roupas impermeáveis e quebra vento, além de luvas, gorros e proteção para o pescoço. Acredite, lá é bem frio… rs.

Vestimentas: Te convenci que é frio, né?

Atenção ainda:

  • No inicio do desgelo subir até o topo da montanha sem agencia é muito arriscado, pois há risco de avalanches.
  • Cavernas de gelo: Cuidado ao adentrar as cavernas, estão em constante derretimento, e pode desprender algo.

Falando em segurança: Você já tem seguro viagem? Não? 
Viajar sem é loucura, portanto nunca faça isso!

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ROTEIRO PARA O GLACIAR VINCIGUERRA

Dia 18 – 05/12/2018.

Desde quando comecei a pesquisar e fechei minha viagem para Patagônia e Terra do Fogo, este era um dos dias que eu mais ficava ansioso para chegar. Não via a hora de ver com meus próprios olhos todas as belezas que havia visto em fotos e lido em relatos.

Como relatei, fui com um grupo neste tour e fechei com antecedência, ainda no Brasil, já para garantir minha vaga. E foi ótimo.

Sobre a minha experiência no Vinciguerra com a Brasileiros em Ushuaia.

Para quem costuma fazer tudo sozinho, foi super cômodo e tranquila a experiência – Um luxo nos meus 20 dias viajando… rs.

A van da empresa te busca no hostel em um horário pré definido e comunicado pelo WhatsApp, porém como passam em vários lugares, me pegaram as 9h40 e só fomos iniciar a trilha ás 10h30, quase 50 minutos depois…

Minha experiência em resumo:

  • Saída: 9h40.
  • Início: 10h30.
  • Chegada no Hostel: 18h00.
  • Duração: Quase 9 horas de passeio.

 O início

Quando estamos próximos ao início da trilha, a van nos deixa em uma estrada de terra, e então escutamos as orientações, recebemos um lanche bem completo (incluso no tour) e iniciamos a caminhada, que é bem tranquila, plana e agradável no começo.

Aqui observei que para quem vem sozinho é um pouco complicado de encontrar o lugar certo para começar, meio confuso, e não há boa sinalização, ou seja, por conta própria sem ser seguindo mapas de aplicativos fica um pouco difícil, mas não impossível.

Um zoom no glacial na vista que temos da estrada.

Após sairmos da estrada de terra, entramos dentro de uma propriedade e passamos por campos. Em alguns trechos do caminho encontramos muito barro, porém foram colocadas tábuas  de madeira para facilitar a travessia sem atolar e nos sujarmos muito.

A Tundra.

Nossa primeira experiência é cruzar um campo de tundra, que nada mais é que uma vegetação esponjosa típica daqui, que acumula muita água e é pouco densa, assim, a sensação é de estarmos andando em uma esponja… muito interessante.

Foto: Campo de tundra que vamos atravessar.

Após atravessar este campo, e cerca de 20 minutos andando, agora temos que cruzar o rio e pegar para direita para seguir para a trilha até o Glaciar.

O rio

Esta área onde passa um rio, é uma atração que algumas pessoas do entorno vem fazer piquinics. No dia havia até uma escola, estava cheio de crianças.

Rio, o qual não me recordo o nome (rs).

Para cruzar o rio há duas pontes, uma ao lado da outra. Observe bem, pois a primeira está caindo aos pedaços, e deve-se optar pela segunda.

Antes das pontes há algumas passagens por troncos de árvores por pequenos cursos de água (nada assustador, bem tranquilo), porém foi aqui, que a guria que contei caiu, naquela água super gelada e ainda quebrou o pulso, portanto, se você é sem jeito para essas aventuras, o dobro de atenção.

Não, não foram neste troncos… rs.

As castoreiras.

Antes de entrarmos o bosque, passamos por um trecho para vermos as castoreiras e uma área de bosque que está devastada pelos castores. Aqui o guia nos explicou todo impacto que esse “simpático” invasor causa neste bioma tão frágil.

Uma área devastada pelos castores – contei a história da invasão deles no post do Parque Nacional da Terra do Fogo.
Olha o tamanho dos dentes do bicho!

O Bosque.

Depois da aula sobre os castores, agora entramos no bosque típico da Terra do Fogo. Aqui, ao contrário das nossas florestas brasileiras, onde há uma biodiversidade gigantesca, podemos contas as espécies na mão. Este bosque especificamente é composto quase que 100% por Lengas e Nires (espécies de árvores).

Na sombra das Lengas temos uma aula de botânica – por isso é bom um guia – sua viagem é bem mais “proveitosa”, assim digamos.

Após a aula, começamos realmente a subir montanha acima. São 800 metros de desnível e alguns trechos bem puxados. Aqui também é preciso atenção redobrada, pois o solo fica encharcado e escorregadio quase que o tempo todo.

Nesta subida, tivemos outra “vítima”, o rapaz de El Salvador que torceu o pé e teve que retornar. Foram duas baixas no dia, três na verdade, o namorado da guria perdeu a trilha também… rs. Oh dó!

Dica para quem está sozinho: Atenção redobrada em alguns trechos, pois a floresta é bem aberta e podemos nos confundir e perder a trilha, pois fazem trilhas paralelas com objetivo de atalharem o caminho (infelizmente). Há placas bem discretas com pequenas bandeiras presas nas árvores indicando o caminho, preste atenção nelas.

O campo aberto

Quando acabamos a subida do bosque é um alivio, por um tempo temos um descanso, andando só em linha reta, cortando riachos formados pelo desgelo e lamaçais, mas tudo bem tranquilo, temos um breve respiro de alivio e pensamos: Terminou! Mas não, logo vem a outra subida punk.

Já lá no alto, com a falsa sensação de que o pior já passou…
Agora é so ir em direção aquele gelo.. parecia fácil! rs…

A Laguna de Los Tempanos.

Agora a subida continua, só que em pedras soltas e molhadas. Dizem que quando esse trecho esta com neve é o mais difícil. Quando fui, não havia e foi “tranquilo”.

Quando a Gopro pega a gente de surpresa nos bastidores.

E depois de umas 3 horas andando lá estava eu, diante de um dos cenários que mais aguardei durantes esta viagem.

Tá vendo aqueles dois pontinhos…
São eles… alguém me explica como eles preferem morar aqui? … rs.

No inverno a Laguna de los Tempanos fica toda congelada, porém como estávamos quase entrando no verão, ainda havia bastante gelo, mas grande parte da lagoa já estava descongelada. Em alguns lugares da margem dá para andar sobre ela (não recomendado, mas irresistível).

Parte congelada da lagoa – a área não recomendada (rs).

Agora é correr para fotografar, aproveitar o visual, descansar e comer o nosso lanche para recompor as forças.

Nesta época do ano ela já está descongelando…

O Glaciar Vinciguerra

Após descansarmos, comermos algo e contemplarmos aquele espetáculo, seguimos em direção ao Glaciar Vinciguerra, contornando a lagoa pelo seu lado direito.

Quando optei pelo Vinciguerra entre os meus passeios em Ushuaia, a minha intensão era conhecer as cavernas de gelo, porém mal sabia eu, mas nesta época do ano as suas entradas ainda estão fechadas. Achei que ficaria decepcionado quando descobri isso, antes mesmo de começar a trilha, mas o lugar é tão incrível, que este fato não mudou em nada a minha experiência.

Rumo as cavernas de gelo…
Outro ângulo de onde podemos ver a Laguna de Los Tempanos

Apenas alguns minutos de caminhada e chegamos até a entrada de uma das cavernas, porém só havia uma pequena abertura, e podíamos observar o rápido desgelo.

Na foto é possível ver a água escorrendo…

Aqui tivemos mais uma aula sobre o Glaciar e seus perigos. O incrível desta parte do passeio é que achamos que estamos pisando em solo ou pedra com neve em cima, mas não, tudo é um imenso bloco de gelo maciço.

Queria estar lá dentro, mas… rs.

Ficamos por aqui ainda um tempo fotografando, escutando o guia, aproveitando o outra ângulo que tínhamos para a Laguna de los Tempanos e depois partimos de volta, montanha abaixo.

A todo momento na volta era aquela viradinha de pescoço para olhar mais um pouquinho para aquele cenário, que parecia coisa de filme. Inesquecível.

Volta…. e fim!

E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??

Gasto total: AR$ 2.500 (R$ 294,12) – Ná época – Na Brasileiros em Ushuaia – Reserve o seu tour com o cupom: queromochilar e tenha 5% de desconto.

Este tour, como é pouco procurado pelo grau de dificuldade e são feitos em somente alguns dias da semana, costuma ser caro e ter bastante alterações de preços, até entre agências.

Neste valor incluiu: Transporte ida e volta, guia, bastão de trekking e lanche.

Quer saber em detalhe todos os gastos desta viagem e ainda algumas outras dicas? LEIA:  QUANTO CUSTA UMA VIAGEM PARA PATAGÔNIA?

OUTRAS INFORMAÇÕES ÚTEIS.

Fuso Horário: (-) 1 h (Brasília) – No horário de verão, resto do ano mesmo horário que o Brasil.

Língua: Espanhol.

Moeda

A moeda usada na Argentina é o peso argentino.

Na minha viagem a conversão média era de R$ 1,00 = $ 8,5 AR$. Divida o valor em pesos por 8,5 para saber o valor em reais.

Gorjetas: Não somos constrangidos a dar gorjetas neste passeio.

Cartões de crédito e débito: São bem aceitos nas agências, e na Brasileiros em Ushuaia você pode parcelar e comprar com antecedência pela internet .

Tomada

Usam o padrão I (o mesmo da Oceania e China), que é aquela tomada com três pinos achatados.

NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR…

Quer dicas para saber o que comer em Ushuaia após um belo passeio deste? Leia este post que tem tudo completinho.

Inclusive o prato que mais gostei desta viagem inteira!! Vá lá pra saber qual é…

LIÇÕES APRENDIDAS.

  • Para quem quer subir até outro glacial de forma independente e sem gastar tanto, pode optar pelo trekking ao Glaciar Martial, que é feito pelos transportes regulares e dizem também ser bem puxado e parecido.
  • Se optar por fazer o Glaciar Vinciguerra por conta própria, pode-se baixar a trilha no aplicativo Wikloc e segui-la off line.
  • Aqueles bastões de trekking não parecem, mas fazem a diferença em trilhas como essa.
  • Além das cavernas de gelo do Glaciar Vinciguerra, existem as cavernas do Glaciar Alvear, que estão localizadas em uma região mais remota e são bem menos procuradas.
  • O trecho inicial do Vinciguerra é o mesmo da famosa travessia do Cañadon de la Oveja – caminhada de dois dias pelas montanhas e vales de Ushuaia.
  • Na mesma trilha do Vinciguerra, também chega-se a outra famosa atração, a Laguna Encantada, uma lagoa não tão bonita quanto a de Los Tempanos, mas também bela. Porém é muito difícil fazer as duas em um único dia.

A VIAGEM CONTINUA…

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